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Érbio

Ebrio
Érbio.jpg
Cristais de érbio prontos para o consumo: São geralmente fumados dentro de latinhas velhas
Símbolo, número Er, 68
Série Ninguém se importa (terra rara)
Principal isótopo Uma pedra rosa aí
Propriedades atômicas
Massa atômica 167,259 cus
Dureza Ninguém se importa
Nível de radioatividade Nula
Nível de toxicidade Média
Propriedades físicas
Comestível? Não testado ainda
Inalável? Não testado ainda
Posso passar na pele? Não testado ainda
Onde encontrar Gadolinita
ponto de fudição dado irrelevante de se saber
ponto de rebuliço dado irrelevante de se saber²
Coisas de quadrinhos
Probabilidade de te transformar num super-herói Nula



Cquote1.pngSua intenção era pesquisar: ÉbrioCquote2.png
Google sobre Érbio

Érbio é só um metal desconhecido, lá da família dos lantanídios, aquele grupo de metais que de tão imprestáveis geralmente fica a parte da tabela periódica, já que ninguém vai sentir falta mesmo. Como um bom lantanídio, não tem serventia e está ali só pra fazer número mesmo, e nem pra ser um número mais útil e prazeroso como o 69, o seu número atômico é o de 68.

CaracterísticasEditar

Aparentemente de uma coloração cinza prateado, na verdade o érbio apenas esconde, na ausência de oxigênios o encoxando oxidando, toda sua viadice e coloração originalmente rosa. Fora isso, é uma vergonha para os metais, pois não possui nem dureza, nem ductibilidade, nem maleabilidade, literalmente há mais de 50 metais mais úteis para fazer qualquer liga que preste.

Como alimento, o érbio não possui qualquer papel biológico.

HistóriaEditar

O érbio foi inventado descoberto por Carl Gustaf Mosander em 1843, um famoso químico sueco que na maior falta do que fazer, preencheu as lacunas da tabela periódica, algo que qualquer um pode fazer. Você mesmo que está fazendo porra nenhuma pode ganhar um Nobel de Química ao inventar os elementos de 119 à 150, basta dar nomes aleatórios, e de preferência bem feios, e encarregar os outros de descobrir de fato esses elementos. Não bastou apenas ter o trabalho de ter que inventar nomes para seu elemento fictício, Mosander nem isso conseguiu fazer direito, visto que criatividade não era o seu forte, tanto que criou itérbio, térbio e érbio. Por muitos anos esses três elementos foram confundidos (e ainda são), ainda mais quando o térbia passou a se chamar érbio, e a érbia passou a se chamar térbio, só pra confundir ainda mais.

O érbio só foi devidamente isolado em 1905, sob motivos de "sei lá por que", mas foi. Ao perceberem o altíssimo grau de inutilidade do elemento, ele nunca mais seria produzido, até porque dá o maior trabalhão e pra nada.

AplicaçõesEditar

Como todo bom lantanídio, o érbio não possui qualquer utilidade, sendo possível inventar alguma coisa ou outra para a qual ele talvez seja útil, mas que na prática nunca é realmente efetivamente utilizado, como por exemplo, sua suposta utilidade em tingir porcelanas de rosa, o que na prática dá para ser feito com qualquer tinta de qualquer papelaria.