Ḫattuša

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Hattusa é a antiga capital dos Hititas e dos Batutas. Localizado na Anatólia seus férteis vales sempre foram repletos de trigo e pastos para ovelhas, o que leva a crer que a principal refeição dos hititas era sanduíche de pernil de carneiro e sua roupas deveriam ser 100% .

HistóriaEditar

 
O Portão do Leão Banguela, em Hattusa.

A cidade surgiu em 2000 a.C., quando so hititas, espécie de ciganos turcos sem lar, resolveram criar uma cidade ali no meio do planeta, e tal qual a Casa da Mãe Joana, Hattusa era uma confusão só, todo mundo entrava e saía de lá a hora que quisesse, também, quem mandou construir uma cidade no meio do caminho da Europa e Ásia?

Durante muito tempo foi cidade-irmã de Assur, capital da Assíria, de onde chegou as primeiras formas primitivas da escrita cuneiforme (escrita feita com o cu). Com o tempo desenvolveu-se o dialeto hitita conhecido por seus grunhidos, berros e linguagem visual (mímica).

Durante séculos dominaram a cidade reis hititas, como os saudosos Hattusili I, Hattusili II, Hattusili III, Hattuta Hattata, Hattiti, Batuta, Birita e Hakuna Matata.

Com o fim da Era do Bronze em 1200 a.C., Hattusa foi abandonada depois que todos hititas morreram após um grave surto de cólera, peste negra e diarreia. Como nunca mais ninguém teve a "brilhante" ideia de passar por aqueles lugares, a cidade ficou oculta por séculos.

Exploração arqueológicaEditar

Em 1906, alguns arqueólogos nazistas descobrem Hattusa por acidente, enquanto procuravam no Império Otomano algum local isolado para fazer experimentos sinistros ultra-secretos envolvendo radioatividade, chucrutes e gêmeos siameses.

Hattusa passou a ser escavada por desocupados do mundo inteiro, todos para chegarem a mesma conclusão que aquilo são ruínas antigas de uma capital de algum antigo reinado que ninguém conhece, nem os turcos. O pouco de interessante que foi descoberto nessas explorações foram registros sobre Ramsés II e referências sobre o fato dele ter sido o responsável pela construção do Chichén Itzá.