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Este artigo é relacionado à história.

Plínio Salgado aprova este artigo. Anauê!

Viado.JPG


Viking.JPG Ek est årtikkel Vikingen!

Este artigo veio das frias terras dinamarquesas! Ele gosta de remar, louva Odin e o Deus Metal, não tem nenhum senso de privacidade ou de educação e seu autor chegou ao Valhalla. Não vandalize ou envolva a Finlândia neste artigo!


Livro da história de Ragnarök. Spoiler? De forma alguma! Todo mundo já sabe como é que essa budega termina mesmo!
Sem dúvida, essa foi a pior suruba da história

Cquote1.png Você quis dizer: Apocalipse Now? Cquote2.png
Google sobre Ragnarök

Cquote1.png Na União Soviética, VOCÊ!!! acaba com o Ragnarok! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Ragnarok
Cquote1.png Ragnarok pare!! Cquote2.png
Chrona sobre Ragnarok a comer
Cquote1.png Se eu pudesse eu matava mil!!! Cquote2.png
Jeremias sobre Gigantes Favelados
Cquote1.png Um dia de mau humor... Cquote2.png
Chuck Norris sobre Ragnarok
Cquote1.png Hãaaaaaa....quem? Cquote2.png
Casagrande sobre Ragnarok
Cquote1.png É o fim! Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Ragnarok

O Ragnarök, na mitologia nórdica, é o apocalipse, ou seja, o fim do mundo.

Índice

A batalha de RagnarökEditar

InícioEditar

O inverno tinha sido não simplesmente frio, mas gelado, de fazer sorvete no fogão. Mas foi somente quando o Hidromel parou de sair dos barris por ter congelado, que os deuses em Asgard começaram verdadeiramente a se preocupar.

 
Imagem na maior resolução possível de Thor matando a cobrona gigante

- Odin, o Hidromel congelou...! - disse-lhe Frigga, sua esposa, com cara de doida do tipo que só se vê em clínicas de desintoxicação. - Isto não é normal! - Sua voz traía a síndrome de abstinência, mas havia mais alguma coisa nos seus olhos, sua alma ainda relutava em admitir que aquele pudesse ser o primeiro e temido prenuncio de Ragnarok, o Crepúsculo dos Deuses.

- É um inverno frio, apenas isto; coloque mais roupas e trate de sossegar sua alcoólatra! - Odin na verdade passara a vida toda se preparando para este pavoroso dia, tinha até uma garrafa térmica com Hidromel embaixo da cama; não por acaso mandara construir o majestoso Valhalla, o palácio onde abrigava o exército de seus melhores bêbados, malvados e loucos combatentes mortos trazidos dos campos de batalha pelas valquírias, suas filhas vagabundas e gostosas que viviam carregando homens pra casa.

O inverno prosseguiu cada vez mais frio e apavorante, todos em Asgard tinham o mesmo semblante de viciados em crack quando sem a droga. Mas isto não era tudo: rumores de uma guerra iminente surgiam a todo instante, fora as guerras que já estavam em pleno andamento. Guerras de homens contra gigantes, de anões contra elfos, de homens contra homens, de todos contra todos, todos achando que algum povo tinha uma reserva de Hidromel sem estar congelada.

Odin se tocaEditar

 
Umas das poucas retratações da batalha

F O Galo de Ouro cantou, como fazia todos os dias no topo do portão de Asgard. Todos acharam que ele estava usando IDrogas, pois o sol não havia nascido ainda, mas não era o caso, ele já havia largado o vicio a uns meses. LAquele dia, noite...seja o que for, o sol não nasceu. Corriam rumores horríveis pelo mundo acerca dos filhos de hjj H[Fenris]], o lobo gigantesco e obeso. Diziam estas vozes apavoradas que um deles, finalmente, conseguira engolir o Osol, enquanto que o outro, a lua, escapando da dieta imposta pelo pai, para controlar o colesterol deles. DAOdin tomando de sua lança Gungnir, correu até o seu trono mágico, de onde podia observar tudo quanto se Ppassava nos nove mundos pela Sky na Globo Sat. Nada podia ser mais aterrador: em todos os mundos, reinava Ua mais negra escuridão. T A- Que bosta, agora fodeu tudo... - disse Odin. - Thor, mande reunir todos os deuses capazes de empunhar uma lança ou feios o suficiente pra assustar um adversário, os avise de que todos devemos rumar para o Valhalla. -Chegou a hora de fazer por merecer as gostosas e o hidromel de graça. Preparar para a última batalha.

Loki começa a merda finalEditar

 
Outra das poucas cenas de Ragnarök feias a partir da Runas

Terremotos conseguiram deslocar as pedras de duas cavernas onde estavam presos, dois personagens que o destino escolhera para protagonizar o começo da ruína dos deuses beberrões. Numa destas cavernas estava Loki o “Traveco”, o perverso filho dos gigantes, preso às rochas tentando a muito pegar um esmalte vermelho que havia caído ali a muito tempo. Entretanto, durante a noite, se viu livre de seu tormento, com deslocamento de terra, seu esmalte caiu na lava. Após se lamentar pela perda pensou no que podia causar os terremotos, notou que esta ao menos livre deste tormento.

- Oh, será verdade? - disse ele, pondo-se em pé depois de muitos e muitos anos agachado tentando pegar o esmalte. - Estou livre, finalmente, livre...! - Se estou livre, isto só pode significar uma coisa... - disse ele, custando a crer que o seu dia chegara. - Soou a hora do grande confronto com os deuses, Thor não perde por esperar por ter jogado meu esmalte neste buraco! De repente, porém, suas palavras foram cortadas por um terrível uivo: era Fenris, seu filho lobo, que havia sido liberto pelos tremores. Um exército de gigantes machões e bombados, amantes de Loki, conseguiram localizá-lo e libertá-lo das indestrutíveis cadeias forjadas pelos anões.

- Vamos garoto, vem garoto, Fenris! - bradou um dos gigantes, carregando uma pesada clava. – Chegou a hora de ajustar as contas, velho safado, fica fazendo piadinhas de humor negro com a gente, vai ver o que dá tirar a Favela véi!

Loki tratou neste momento de rumar, logo, para a região sombria do Morro do Musspel, onde sabia que um poderoso exército de gigantes favelados mortos em confrontos com o BOPE o aguardava. Ele teria a honra de conduzir o favelados gigantes mortos para o confronto, enquanto Surt, o deus do fogo, chefe de outro Morro, guiaria também, seus jagunços rumo a Asgard. Ao mesmo tempo, a terrível Iormungand, a Serpente do Mundo, provocava maremotos colossais ao lazer a sua marcha em direção a terrível batalha final. Antes do fim do dia/noite/seja o que for, estavam todos reunidos, prontos para o último obstáculo que os separava dos deuses entrincheirados: a ponte Bifrost, guardada por Heimdall, inimigo fatal de Loki, por ter dado um fora nele na juventude.

- Vamo entra pipocando esses truta genttiiiii! - gritou Loki, feito agora comandante supremos das forças destrutivas faveladas meio gays.

Chegada em AsgardEditar

 
O confronto!

Alertado, Heimdall, o guardião da ponte, largou o foguetório. As forças de Odin - os melhores guerreiros bêbados e fodedores de mocinhas que o universo já pudera produzir - estavam prontas para o combate. Montado em seu cavalo Sleipnir, Odin, cercado por Thor e Freyr, aguardava apenas o momento certo para dar a ordem, quando escutou o foguetório. Todos sabiam que iriam morrer, um guerreiro menos controlado até mijou-se.

- Odin, os truta tão vindo...! - exclamou Heimdall se cagando de medo. - Vamos esperar que eles entrem pra pregar fogo, daí é invasão de propriedade e ninguém vai nos encher o saco com processo depois! - disse o líder dos deuses sem demonstrar qualquer vestígio de receio.

Neste momento a ponte arco-íris não agüenta o peso da cambada de gigante favelado e todos caem em um grande estrondo. Os portões de Asgard foram abertos pela última vez. Numa gigantesca cavalgada, os exércitos divinos desceram pelo que restava da ponte estavam se juntando no Morro do Vigrid. Chegou a hora do pau comer pela ultima vez.


O pau come de vezEditar

 
Lif e ela Lifthrasir

A negada se empacotou brigando, era puxão de cabelo pra cá, arranhão pra lá, um briga de bicha que tirou a vida de milhares de combatentes. Quando a multidão se desfaz - em sua maioria caída e morta ao chão - vê-se que Loki e Heimdall estão ambos caídos também lado a lado. Quanto Thor, teve, finalmente, a oportunidade de travar seu duelo com a Serpente do Mundo (Mutumbo), duelo tão esperado, todos os combatentes se cagando pararam pra olhar. Thor arremessou-se com seu martelo ao pescoço da serpente e, após abraçar-se a ela (uiiiii), desferiu com toda a força a sua arma sobre o crânio da fera que desfaleceu, em seguida com os miolos botados para fora.

Obs: Mutumbo gozou e foi pra casa, eles não entenderam a situação no momento.

- Thor, chupou o pau afinal! - exclamou Odin.

Mas, infelizmente, à sua vitória seguiu-se, logo, a sua própria morte, pois após dar quatro passos para trás, Thor caíra morto ao chão, bafejado que fora pelo veneno da serpente. Odin, então, mais buto que Capital Nascimento subindo morro, procurou por entre a multidão o seu inimigo, que não poderia ser outro, senão o lobão Fenris.

- Aqui estou, seu bosta! – Gritou. O lobo, entretanto, com uma única bocada, engoliu o maior dos deuses. - Meu pai, não! - exclamou Vidar, um dos 5 mil filhos do velho deus, indo em direção ao lobão. Vidar, enlouquecido pela quantidade pó que cheirou antes da batalha, ousou entrar dentro da própria boca do lobo para matá-lo. Este fato deixou todo mundo com o cu na mão. O pânico estabeleceu-se nos dois exércitos, quando perceberam que, agora, não havia mais inimigo algum a combater, senão, a própria morte e que o melhor a fazer era tratar de salvar a vida.

Mas agora, definitivamente, já era tarde para pensar em salvação: o mar secara inteiramente; a terra abrasara-se num incêndio arrasador; a Hebe Camargo dançava o Creu nua a poucos metros e o próprio céu derreteu, caindo sobre a terra como uma imensa cortina em chamas.

A merda toda acaba com a queda de Yggdrasil, diz a lenda que, entre os homens, apenas um casal pôde sobreviver: ele se chamava Lif e ela Lifthrasir. Também alguns poucos deuses conseguiram escapar muquiados no meio do mato. O cuzudo do Balder, por ser o mais marica, ressuscitara. E assim, Lif e Lifthrasir repovoarão o mundo, dando origem as bichices de historias Cristas sobre a origem dos homens.

Veja tambémEditar



v d e h
Os bárbaros vêm aí... Olê olê olá!