Um gráfico de pizza que não informa porcaria nenhuma.

90125, mas que poderia ser qualquer número randômico, é um álbum da banda Yes, mais especificamente o décimo primeiro deles, mas na verdade deveria ter sido apenas o disco de estreia da banda Cinema, só que os produtores não curtiram o filme e decidiram forçar Chris Squire e cia a trocar o nome da banda pra Yes de novo em cima da hora.

HistóriaEditar

Tecnicamente a Yes acabou após o drama que foi o disco Drama, que não vendeu absolutamente porra nenhuma com aquele vocalista novo, fora que Rick Wakeman tinha saído pela enésima vez da banda sem planos de voltar tão cedo e Bill Bruford e Steve Howe foram fazer um passeio na Asia (mano, outro trocadilho desses e eu me mato!). Chris então recrutou dois ex-membros da Yes, Tony Kaye (teclados de quinta) e Alan White (bateraaaaaaaaaa!) pra uma bandinha que ele chamou de Cinema, junto com Trevor Horn (o vocalista do disco Drama, mas que acabaria depois escanteado como produtor musical apenas do disco) e Trevor Rabin, um guitarrista virtuoso que tava mais acostumado a tocar hard rock e não rock progressivo. Dessa fusão o Cinema virou um AOR daquele que teu pai botava direto pra encharcar todos domingos à tarde na deprê oitentista dele.

De última hora Chris viu que precisava de seu vocalista mais fodão e convidou o Jon Anderson pra cantar com eles. De última hora mesmo, e acabaram vendo que aquilo tava cada vez mais parecido, ainda que não totalmente, com o que o Yes era mesmo, e aí lançaram o disco como disco do Yes. Um monte de fã otário dos anos setenta chiou pra cacete alegando que a banda tinha "se vendido", mas o fato é que o disco fez um sucesso absurdo, apesar do "nome" bizarro.

É, esse nome aí, 90125, na verdade é o número de catálogo do disco, logo poderia ter sido qualquer outro número. Imagina aí, poderia ter sido números gozados, como o teu número, ou o meu número, ou mesmo o número da minha sogra, sei lá...

MúsicasEditar

A única que todo mundo realmente lembra é a primeira, o dance-rock "Owner of a Lonely Heart", uma composição bem chifrim, mas que gruda feito cliclete com banana, até numa das rádios de GTA Vice City, a Flash FM, essa música toca à exaustão, bem como o clipe sempre aparecia na êMi Ti Vi. Os outros três singles (o hard rock Leave It, a meio riponga It Can Happen e a mediana Hold On) quase passaram despercebidos, e as mais legais mesmo são a enormona Hearts (enormona pros padrões desse disco, claro... cê tem que ver as monstruosidades que têm nos discos Close to the Edge, Relayer, Tales from Topographic Oceans e Going for the One...), a instrumental Cinema (que ganhou - pasme - um Grammy!) e a doidona Changes, que até lembra de leve Roundabout, mas beeeeeeem de leve mesmo. Faltou alguma? Ah sim, outro hard rock lá, City of Love, mas quem se importa com essa?