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Açailândia

Cquote1.png Você quis dizer: Açanhadalândia Cquote2.png
Google sobre Açailândia
Cquote1.png Isto é uma vergonha! Cquote2.png
Boris Casoy sobre Açailandia
Cquote1.png Eu amo o Açaifolia Cquote2.png
guria retardada sobre a única festa mais ou menos decente da cidade

Açailândia é uma cidadezinha dessas quaisquer no interior do Maranhão, que nutre um desejo oculto de um dia ser do Pará, tanto que, colocaram "Açai" no nome da cidade, apesar de não existir um pé de açai na cidade toda, ou seja, é algo bem implícito.

Os paraenses, xenófobos como são, e que diferenciam-se dos demais povos por serem verdadeiros comedores de pato no tucupi, tentam evitar isso a todo custo, e usam Açailândia apenas como entreposto de prostitutas para seus caminhoneiros.


Índice

HistóriaEditar

 
Belíssimo panorama de Açailândia de quem chega pela BR-010.

Fundada por um homem de nome João Mariquinha Cabra Macho, que estava fugindo da seca do sertão do Ceará com sua esposa Dona Divina Alma de Jesus, e seus 27 filhos, a sua pretensão inicial era chegar ao Estado do Pará, fixando-se em uma palafita em Belém, onde água decerto não lhe faltaria.

Estavam andando há muito dias com fome e sede, fugindo de onças e índios tarados, e ao chegar as margens do Riacho do Jacu, acharam que, ali já era o rio Amazonas, resolveram beber da água do mesmo, e por lá ficar de vez, junto a um grupo de retirantes nordestinos e negros quilombolas fugidos da baixada, Seu João Mariquinha não queria, mas ficou a pedido, e insistência, de Dona Divina.

Conta a lenda que o nome Açailândia foi uma homenagem devido haver na cidade muitas palmeiras de Açaí, que seria o único alimento de muita gente na aldeia de nordestinos e negros quilombolas que fixaram-se ali, todavia, essa versão não tem sustentáculo real, visto que, nunca viu-se Açaí ali, trata-se na verdade uma tentativa de tornar Açailândia em uma parte do Pará.

Com o passar do tempo, Dona divina morreu, após dar a luz a diversos filhos, que dizem as más linguás, não eram do João Mariquinha - já que o mesmo era impotente -, mas sim do vizinho do lado, um negão jureba, Pastor da Assembléia de Deus, conhecido como Tonhão Pé de Mesa. Desse "causo", surgiu a estória, de que "Açailândia é terra de mulher chifreira".

Quando João soube por meio de seus vizinhos (que lhe caçoavam insistentemente), que os filhos não eram seus, ele trepou (no bom sentido) em cima de uma mangueira, e lá viveu até morrer alguns anos depois... Surgiu daí, a fama de que 'Açailândia é terra em que corno dá em arvore"...

Lindonilva, 18ª filha de seu João (15º a perder a virgindade com 12 anos), quando fez 14 anos (com corpinho de 18) cansada da vida no meio do mato, e depois de tanto plantar macaxeira com os amiguinhos na beirada do riacho, resolveu se mudar para Goiânia.

Lá chegando fez a vida como profissional de danças exóticas, provadora de varas, e test drive de KY, e após anos de árduo trabalho em Goiânia, lubrificando varas de todos os tipos, tamanhos, cores e quilates, Lindonilva (então já conhecida como Dona Lili, já saudosa da terrinha e de plantar macaxeira com os amigos de infância, resolveu voltar para Açailândia.

Levou consigo diversas de suas amigas de profissão, e ela, e suas amigas, montaram então uma casa de massagens suecas, conhecida como "Cabaré da dona Lili", donde diz-se que muitas futuras missionárias evangélicas casaram-se com inúmeros fazendeiros de Imperatriz e imediações (que juram que suas mulheres "mudaram de vida", mas não passam de cornos) e assim deram inicio à explosão populacional de Açailândia que se tornou um dos municípios mais populosos do Maranhão.

Em 1980, com o crescimento econômico da industria dos "bois", houve um boom econômico na cidade, pois, os "bois" dedicaram-se a criação de gado bovino, e ao desmatamento inconsequente de toda a região, para extração de madeira.

Diz-se, aliás, que, muitos desses pioneiros tinham ódio da floresta nativa, e assim procederam ao desmatamento total da região, pois, cansaram-se de ver suas belas esposas "levando madeira pra dentro" em suas "perseguidas" lisinhas, "sem floresta", e por isso, optaram pela criação de animais com chifres, que mais assemelhavam-se a eles mesmos.

Em seguida, vieram as Siderúrgicas e a Industria do Ferro, e eles finalmente tiveram a que ver suas esposas e filhas abandonando-os para juntarem-se com os novos ricos da industria siderúrgica da cidade, afinal, sobre ferro, ou melhor; "levar ferro", elas sempre entendem bem!

EconomiaEditar

Localizada no entroncamento das BR-010 e BR-222, Açailândia é o segundo maior PIB maranhense graças às famosas siderúrgicas localizadas no assentamento Pequiá, que utilizam trabalho escravo para enriquecer, e também à atividade pecuária, onde diversos bois criam gado bovino, e tratam os peões em suas fazendas da mesma maneira como Stálin tratava os prisioneiros nos "gulags" soviéticos.

Também é uma cidade rica por ser o maior entroncamento rodoferroviário da galáxia, o que atrai milhares de prostitutas que movimentam o comércio local.

Açailândia é uma verdadeira merda, é notável o desenvolvimento em algumas partes da cidade, como a casa do prefeito e seus secretários. Orgulhosamente há instalado na cidade uma loja do Supermercado Mateus, que, agora possibilita ao povo local passear e subir na escada rolante, ainda que, não comprem nada, afinal, 90% da população vive abaixo da linha da miséria; fodidos!

PopulaçãoEditar

 
População na Feira do Corno.

Açailândia é conhecida mundialmente (pelo menos no mundo da Sarneylândia) como a capital intergalática dos cornos, e das corneadoras da prexeca de fogo, isto porque, todo mundo que é casado(a)/namorado(a)/noivo(a), é, querendo ou não, um corno, e sua mulher, uma chifreira.

Ninguém escapa nessa cidade; o prefeito é corno, vereadores são cornos, médicos (a mulher "cura" o salame do melhor amigo em casa, enquanto ele passa o dia clinicando), advogados (tipo de corno mais famoso em Açailândia), odontólogo (segundo tipo de corno mais famoso de Açaiândia), radialista, promotor, juiz, Pastor, Padre (pega chifre do coroinha), enfim, se for pra citar todos os tipos de cornos de Açailândia, seria preciso criar uma cornopédia!

Há inclusive uma grande reivindicação pública por parte da população "cornífera" de Açailândia, no sentido de que, seja fornecido pela prefeitura, ou pelo Estado do Maranhão um auxilio-corno, que beneficiará não apenas a grande quantidade de funcionários públicos que são cornos na cidade, como aqueles da iniciativa privada, já que, eles tem que sustentar filhos que não seus, mas sim do Ricardão, que geralmente é de outra cidade, Estado, ou País!

No quesito antropológico da cultura chifreira feminina, as mulheres em assanhalândia são famosíssimas, tanto as feias, quanto as bonitas. Aliás, se você olhar uma mulher gostosa na rua, não tem falha; é casada com alguém rico na cidade, ou então, trabalha em algum estabelecimento para entretenimento adulto (enquanto não se casa), enfim, não importa, todas dão mais que chuchu na serra, para a alegria de todos os homens.

São subdivididas em duas categorias: a) as cornas; isto é, as que ainda não se tornaram chifreiras (raríssimas, só encontradas em Igrejas, e mesmo lá, raras) e; b) as chifreiras; que são aquelas que ou já nasceram com fogo na prexeca, ou são aquelas que se revoltaram após serem parte da primeira categoria.

E os homens apresentam comportamento semelhante no aspecto comportamental, vide o fato da cidade ser um ovo, porém, tem mais casas de prostituição por km² que capitais de grandes metrópoles no Brasil.

Enquanto os maridos deixam a mulher na academia (pra ficarem gostosas para os Ricardões), eles mesmos dirigem-se à um dos inúmeros estabelecimentos adultos da cidade, para traírem suas esposas com as mais diversas capas da Sexy e Playboy (em fim de carreira!) que vão parar naquele fim de mundo.

Muitos falam que essa cultura da putaria na cidade surgiu da miscigenação (suruba) entre Nordestinos, Mineiros, Paulistas, Paraenses, Quilombolas da baixada Maranhense, Índios Ninfomaníacos, pastores evangélicos, padres tarados, etc...

Como esses povos não tinham nada melhor para fazer já que a cidade só foi ter transmissão de TV anos depois, viviam comendo a mulher, e as filhas uns dos outros, enfim, não tem como uma porra dessa não resultar em uma grande suruba!

EducaçãoEditar

Para a "formação intelectual" da cidade há escolas de ótimo nível, que usam o método infalível "pagou-passou", e que contam com os mais altos índices de aprovação em vestibulares na FACIMP e UNISULMA em Imperatriz/MA, afinal, basta colocar seu nome na prova, que você já está automaticamente aprovado.

Aliás, sobre o quesito Ensino Superior, já há opções em diversas áreas como licenciatura ou licenciatura (na verdade só se tem licenciatura), por esse motivo várias pessoas diplomadas pela UEMA estão se suicidando, ou contentando-se em trabalhar em carvoarias, carregando pedra nas siderúrgicas, ou prestando concurso público para nível médio na cidade, já que, 99% dos cargos não precisam de diploma (infelizmente, 99% dos aprovados são de fora da cidade).

SaúdeEditar

Um dos mais bem avaliados serviços do Brasil, a saúde açailandense é muito perspicaz, pois, se utiliza de um método infalível; todos os doentes que precisam de atendimento são rapidamente transferidos para o Hospital Socorrão da cidade de Imperatriz, há casos em que mandam até mesmo o cadáver já apodrecido dentro da ambulância, sob a alegação de que, espasmos musculares post mortem são sinais de que o cadáver está vivo.

Isso se dá pela grande astúcia, e formação "intelequitual" impressionante dos médicos (que em sua maioria estudaram na Bolívia, ou mesmo são bolivianos contratados pelo(a) Prefeito(a), já que não conseguem ser aprovados em vestibular algum no Brasil), que por esse método evitam em quase 100% dos casos, a morte fulminante dos pacientes que dão entrada no Hospital Municipal de Açailândia, deixando o registro do óbito ocorrer na cidade de Imperatriz.

CulturaEditar

Ao meio dia, as TV Locais exibem vários programas, indo do assistencialismo com pretensões eleitorais ao sensacionalismo coronelista. Alguns há mais tempo no ar com merchandising do que com matérias propriamente ditas.

Porém o que faz sucesso na cidade mesmo são os programas policiais onde se mostra desde pessoas que perderam coisas (ex:documentos) até bandidos pegos na noite assaltando velhinhas, ou mendigos na Rodoviária da cidade.

É um espetáculo ver aqueles "inocentes" sendo presos sem nenhum motivo, já que são todos "serventi de predreiros". Os programas são apresentados por jornalistas (na verdade, semi-analfabetos com um microfone na mão) que não conseguiram um emprego nos jornais de verdade, ou que querem futuramente entrar na vida política, ou que vivem parasitando os bastidores políticos da cidade atrás de "Portaria" na Prefeitura.

Sobre a cultura religiosa, Açailândia é bem diversa; há Igrejas Evangélicas em todas as ruas da cidade, elas encontram-se por todos os lugares; ao lado de bares, de puteiros, na frente da prefeitura, enfim; é uma feira da fé.

Você entra em uma padaria para comprar pão, e tem um pastor com a Bíblia na mão pregando a plenos pulmões que o diabo tá no quiabo, ou na maionese Hellman's, porém, esquece-se bem rápido disso, quando o assunto é comer as irmãzinhas da Igreja, a mulher do irmão, ou extorquir o dizimo da ampla maioria de miseráveis da cidade, que se dizem evangélicos.

Temos ainda algumas Igrejas Católicas, cuja grande maioria são dedicadas a "São Francisco de Assis", que todos sabemos ser o Patrono dos animais, o que é fácil de ser entendido, tendo em vista a grande quantidade de burros, bois, vacas e veados na cidade.

Aliás, você só ouve falar dos católicos na época de São João, quando os cachaceiros e putanheiros(as) da cidade (incluindo-se evangélicos) reúnem-se nas festas da paróquia para beber Cerveja, Vodka e Whisky, e combinar um sexo, ou bacanal depois da missa.

E temos ainda alguns terreiros de macumba na cidade, que muitos ignoram existir, porém, são sempre abarrotados de carros importados na porta, com evangélicos e católicos frequentando diuturnamente, sempre que querem fazer um "servicinho" para alguém, tudo para terror dos pastores evangélicos, que sonham diuturnamente transformar Assanhalândia em um Jesusquistão, porém, fica aparente sua miserável falha, já que a cidade é pior que Sodoma e Gomorra, para desespero deles.

HinoEditar

Temos o Hino Oficial, pouco desconhecido pela população, e o hino não oficial, cantado efusivamente em nossas Escolas e bairros.

 Aqui nesse buraco que moro,
A cada tiro sob o sol,
cresce o medo da mudança,
Desespero de um povo,
Que teme todos nós

Na zona onde vive o poeta,
Filho dos provençais,
Cornos, nos campos
Pirocas, xerecas,
E o gemido de nossas Sinhás

Açailândia puteiro grotesco,
Suruba do maranhão,
E ao pioneiro nosso afeto
Que enrabou nosso coração!

A perna está sempre aberta,
Nos laços do Surubão,
Dormem os filhos de xereca,
Juntos aos comedores,
De toda nação.

Em meio a tanta orgia,
Com tanta fornicação,
Exaltamos o nome,
Que veio de longe,
E trouxe o caralho nas mãos

Açailândia puteiro grotesco,
Suruba do maranhão,
E ao pioneiro nosso afeto
Que enrabou nosso coração!

Como hino extra-oficial, mais simplório, temos:

 Açailândia cidade que produz...
de dia falta água...
de noite falta luz!
Se não tiver nenhum corno
É milagre de Jesus!

TurismoEditar

O Açaifolia é o grande evento da cidade, aliás, esta é considerada a única festa decente do ano, acontece no inicio do mês de Junho, quando comemora-se o aniversário da cidade. São três dias de festa correndo atrás dos trios com bandas de nomes estranhos, que estranhamente fazem sucesso na Bahia, mas somente lá mesmo para os baianos.

Nessa festa se espremem mais de 70 mil pessoas numa avenida esburacada à margem da rodovia Belém-Brasília. Dividem-se em blocos de foliões, a dizer; os que pensam que tem dinheiro (Bloco Leva Eu e Bloco Sede Zero), e os que não tem, o pessoal da Pipoca, que são advindos do Jacú, Capeloza e Vila Ildema-la.

Nos blocos saem vários espécimes de gente, desde os que compraram o abadá no CredPobre em 10x, aos descamisados de academia circulando por ai, esse último de subdivide em dois tipos: os açailandenses bombados por todo tipo de droga animal, e os gays descamisados (este vindo de Imperatriz uma cidade vizinha conhecida em Açailândia como a capital da prostituição gay).

É um evento multicultural e muito importante para a putaria da cidade; os filhos dos fazendeiros comem as pobretas do Jacu, e as filhas dos fazendeiros dão para os peões do pai, tudo uma coisa linda, maravilhosa e democrática!

No fim das contas, todos se misturam, muita mijada no meio da rua, muitas DSTs sendo transmitidas, muita criança são geradas sem pai, temos ainda muita cerveja Glacial voando pro alto, muitas facadas e tiros sendo distribuídos entre os foliões da pipoca, que saltam pra dentro da corda em busca de proteção, mas acabam sumariamente espancados por agroboys e seguranças da festa.