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Desciclopédia β

A Arte da Guerra

Jackie chan.jpg Pastel de flango, né?

Este altigo foi fablicado na China e pode queblar a qualquer momento. O autor plovavelmente luta Kung Fu e tem uma pastelalia. Não estlague este altigo, pois Jackie Chan está de olho.


A Arte de Tretar
Arte da Guerra original.png
Capa do livro
Autor Sun Tzu
País Bandeira do Chile Chile
Gênero Manual de como arranjar confusão
Editora -
Lançamento século IV a.C.


331px-Longcat.jpg Prepare-se para ler:
Esse artigo é muuuuito grande e pode causar cegueira.
Pense duas vezes e não seja tão idiota antes de ler algo assim

A Arte da Guerra é uma antiga coletânea chinesa que reúne dicas, detonados e macetes para os principais jogos de guerra e tiro do mundo. O livro foi escrito por Sun Tzu, o maior cheater que já passou pela China e também o líder do primeiro time profissional de Counter Strike da história. Entretanto, como todo bom chinês do tempo em que tua avó era virgem, Sun Tzu optou por escrever o livro com um vocabulário bastante rebuscado e no melhor estilo "sabedoria chinesa". Como ninguém na época teve a capacidade intelectual necessária para interpretar corretamente o que Sun Tzu realmente queria dizer, A Arte da Guerra acabou sendo confundido com um tratado militar, e ao longo dos anos passou a ser usado como filosofia de guerra por grandes nomes da história, como Napoleão Bonaparte, Mao Tsé-Tung e Darth Vader.

Índice

IntroduçãoEditar

 
Típica guerra chinesa entre duas pastelarias rivais, muito comum na época de Sun Tzu.

Embora Sun Tzu seja creditado como o autor do livro, não se sabe se o dito cujo realmente existiu. Até onde se sabe, Sun Tzu pode muito bem ser um personagem de uma fanfic chinesa qualquer que algum historiador de meia-tigela creditou como sendo um general de verdade. Porém, sendo Sun Tzu real ou sendo Sun Tzu apenas o fruto da imaginação de algum chinês desocupado da época, tudo o que se sabe é que até hoje A Arte da Guerra tem influenciado gerações de encrenqueiros e valentões pelo mundo afora em busca de alguma carnificina gratuita.

Existe uma porrada de traduções espalhadas por aí, entretanto, tudo indica que a primeira tradução feita no ocidente do livro tenha sido obra de um missionário desocupado. O missionário em questão tinha acabado de concluir seu cursinho de mandarim pelo falido Livemocha, e decidiu comprar um livro chinês qualquer do primeiro vendedor de porta que apareceu em sua casa para exercitar seus aprendizado.

Obviamente que a tecnologia bélica mudou muito dos tempos de Sun Tzu pra cá, entretanto, a sede por sangue da humanidade continua tão afiada como naquele tempo, e por conta disso, até hoje o livro continua sendo a principal referência militar entre os povos que adoram se matar e comprar briga com todo mundo.

Além de tudo, reza a lenda que aqueles que conseguiram verdadeiramente interpretar o que Sun Tzu de fato quis dizer com esse livro ocupam as primeiras posições nos rankings mundiais de Call of Duty e Battlefield

História do livroEditar

 
Sun Tzu, pronto para vencer mais um torneio de Call of Duty.

Sun Tzu nasceu em algum buraco do falido estado de Wu, embora há quem diga que ele seja na verdade de Qi, outro estado extinto, muito conhecido na época por servir como local de treinamento para Saiyajins oriundos do Japão. Entretanto, na falta de ter uma certeza, em geral assume-se que ele vem de Wu mesmo, já que admitindo-se que uma figura importante e inteligente como Sun Tzu seja daquela região, quebra-se o velho estereótipo de que Wu era povoado unicamente por trogloditas analfabetos, ideia muito difundida na China.

Sun Tzu nasceu numa época da história da China conhecida como Período das Primaveras e Outonos, uma era caracterizada pela descentralização do poder após a queda da já desgastada e ultrapassada cidade de Hao nas mãos de nômades, e muita pancadaria entre cidadezinhas pequenas e insignificantes. Nessa época houve um brusco aumento da alfabetização no país, já que a nobreza desse período estava andando aos trancos e barrancos, não tendo mais culhões para poder limitar o conhecimento que chegava até a ralé.

 
Devido a uma maior liberdade de pensamento, diversos artistas puderam retratar em suas obras sua visão pessoal acerca da guerra.

Com o aumento da alfabetização, a população passou a sair da obscuridade e houve uma maior liberdade de expressão e artística. Com isso, os jogos de videogame tornaram-se cada vez mais populares, uma vez que poderia ser produzido qualquer tipo de conteúdo para qualquer tipo de pessoa sem a preocupação com qualquer tipo de interferência da nobreza. Dentro desse contexto, Sun Tzu, durante sua adolescência inteira, passa seus dias trancado dentro de casa jogando jogos de guerra, que inclusive, o teriam mais tarde influenciado em sua escolha de seguir caminho no ramo militar.

Sun Tzu não era uma pessoa muito interativa, e o único ser humano além de seus pais com quem mantinha contato era Confúcio, outro antissocial, com quem trocava umas ideias nos raros momentos em que não estava desperdiçando sua vida com os videogames. Mais tarde, Sun Tzu decide fundar uma equipe de e-sport profissional, focada em games de guerra e tiro em primeira pessoa, e Confúcio ingressa como seu braço direito no mesmo time. Sun Tzu e Confúcio teriam conquistado todos os campeonatos nacionais de Counter-Strike e outros jogos de tiro, tornando-se verdadeiras lendas.

Porém, diferentemente dos tempos atuais, na época ser um desocupado que ficava em casa o dia todo sem fazer porra nenhuma era motivo de vergonha e desonra, ainda mais em uma época na qual a China vivia nas sombras de tradições antigas. Logo, assim que atingiu seus 18 anos, Sun Tzu foi obrigado a catar o que fazer. A única coisa que lhe vinha na cabeça seria o exército, já que por ter ficado a vida toda jogando os mesmos santos jogos todo dia, acabou não desenvolvendo interesse em mais nenhuma área ao longo de sua vida.

Porém, Sun Tzu não tinha aperfeiçoado qualquer tipo de habilidade pessoal, já que a única coisa que fez durante a vida toda foi jogar videogame enquanto ingeria Doritos com Coca-Cola na frente da televisão. Dessa forma, só restou a Sun Tzu trazer para a vida real o conhecimento que adquirira ao longo das décadas com os videogames.

Por incrível que pareça, aquilo deu muito certo, e Sun Tzu tornou-se um dos maiores generais da história chinesa, tornando-se referência nos quatro cantos do mundo. Finalmente Sun Tzu decide escrever o livro "A Arte da Guerra", reunindo ali, além de de detonados e dicas, todo o conhecimento dos videogames que o teriam lhe garantido suas incontáveis vitórias.

O LivroEditar

O livro "A Arte da Guerra" divide-se basicamente em 13 capítulos, o que não deveria ser problema nenhum para ninguém, sobretudo se comparado a muitos livros de Stephen King, cujo qual muitas obras possuem uma quantidade infinita de páginas que exigem no mínimo um ano até a conclusão de sua leitura completa. Entretanto, como sabemos que você, leitor, provavelmente brasileiro, não tem o hábito da leitura já que é um preguiçoso alienado intelectualmente, decidimos fazer um resumo dos principais tópicos de cada um dos capítulos.

Capítulo I - Planejamento inicialEditar

 
De acordo com Sun Tzu, um bom general necessita de duas características fundamentais: ser um exímio estrategista e saber fazer uma pose maneira para as fotos.

No primeiro capítulo, Sun Tzu é bem direto, sendo curto e grosso ao afirmar que qualquer infeliz que ignore a importância da estratégia e de ter o mínimo de conhecimento acerca da guerra é um tremendo de um bundão fardado ao fracasso. Dessa forma, ele elege os fatores mais importantes que devem ser avaliados quando se inicia uma jogatina de algum game de guerra ou uma guerra propriamente dita.

O primeiro seria a doutrina ou caminho. Basicamente, essa doutrina seria uma espécie de unidade de pensamento, que desocupados que estudam o livro de cabo à rabo costumam interpretar como a relação do povão - ignorante e sem habilidade alguma - com a liderança civil. Em geral, isso significa que tanto o povo como governo devam compartilhar do mesmo objetivo (que em geral podemos assumir como sendo a aniquilação subjugação completa dos inimigos). É claro, devido a incrível capacidade que os chineses antigos tinham de romantizar qualquer ideia, por mais absurda que essa fosse, isso pode soar mais "bonitinho" do que realmente é. No fundo, a doutrina citada no livro não é diferente de qualquer outra doutrina, e seu real significado é que a população deve ser completamente alienada e comprar os ideais dos governantes sem qualquer tipo de questionamento ou senso crítico.

O segundo fator seria o tempo e o clima. Um verdadeiro general deve sempre estar atento as condições climáticas do campo de batalha, de preferência, sempre tendo no exército no mínimo dois meteorologistas de plantão para poder prever os eventos climáticos que poderão vir a se desenvolver. Tempestades, nevascas, chuvas de granizo, terremotos, tsunamis, tornados, erupções vulcânicas e chuvas de meteoro surpresa podem pôr tudo a perder em uma batalha. Sabe-se que Hitler pulou essa parte do livro.

 
Um general que se preze deve seguir a risca o princípio do comando, liderando suas tropas com garras de ferro.

O terceiro fator seria o espaço ou terreno. Basicamente, um bom general deve ter pleno conhecimento do terreno no qual se desenvolverá a batalha, do contrário, poderá correr o risco de pisar em areia movediça, escorregar na beira de algum barranco ou tropeçar em alguma pedra da qual não se tinha conhecimento anterior e morrer de traumatismo craniano ao bater com a cabeça no chão. Nesse contexto, também é importante ter pleno conhecimento da fauna e flora local, para não correr o risco de ser devorado por alguma besta selvagem ou planta carnívora gigante durante o desenrolar da batalha. Dessa forma é importante sempre ter no seu exército alguns otários batedores, que devem fazer o reconhecimento prévio da área. Caso os batedores sejam enviados para a vala devido a alguma condição adversa do terreno, é melhor escolher outro lugar ou vai dar merda. Caso os batedores constatem que o lugar é seguro, é aconselhável espalhar armadilhas por todo o terreno com o intuito de pegar algum jegue do exército inimigo.

O quarto fator seria o comando ou liderança militar. Novamente, Sun Tzu enche tanta linguiça nessa parte que qualquer um tem a impressão de ser uma coisa boa, sobretudo devido ao linguajar zen cheio de palavras agradáveis aos ouvidos de qualquer um. Entretanto, ele na verdade basicamente quer dizer que o general deve ter pulso firme, colocar a cambada toda na linha e juntar no sarrafo qualquer filho da mãe que ousar questionar a sua autoridade.

O último fator é a disciplina. Basicamente, enquanto general, você tem que ser organizado, do contrário não passará de um bosta qualquer sem qualquer noção de porra nenhuma. Um bom general já começa desde pequeno, arrumando a cama quando levanta, lavando a roupa e louça suja e mantendo seu quarto minimamente civilizado. Um fedelho porco que deixa seu quarto mais sujo que um bordel tailandês e que é completamente relaxado passa longe de ser um general, e portanto, estará fardado ao fracasso. Ainda dentro do conceito de disciplina, o general deve sempre respeitar a hierarquia, ou seja, baixar bem as orelhas para o líder político do país e agir feito um completo capacho pau-mandado.

Capítulo II - GuerreandoEditar

 
Ao tomar uma cidade, deve-se render a população o quanto antes, porém, evitando ao máximo causar mortes desnecessárias, a menos que seja forçado a isso.

Nesse capítulo, Sun Tzu ensina passo-a-passo a maneira adequada de proceder antes de partir para a pancadaria com seus inimigos. Se mesmo se o arsenal já tiver sido revisado, os mantimentos estiverem dentro dos conformes e os peso-mortos que não integram o exército já estiverem fora de perigo o general ainda assim ficar vadiando dentro de sua tenda, jogando Tíbia ou assistindo vídeos caseiros no Youtube ao invés de partir pra batalha de uma vez, é derrota garantida. Um general de verdade deixa de lado a preguiça e o sedentarismo e inicia sua investida assim que possível, sem ficar molengando com coisas de menor importância.

Na hora de tomar uma cidade, nada de ficar fazendo ceninha e perdendo tempo: o correto é você chutar o pau da barraca o quanto antes e tomar o lugar sem fazer cerimônias. De preferência sempre leve um estoque de comida do China in Box com você para distribuir para a população, isso impedirá qualquer tipo de rebelião durante a dominação completa da cidade. O general de verdade tem que ter em mente também que ninguém é de ferro para ficar em pé por muito tempo, portanto, quanto menos tempo os soldados ficarem se desgastando numa batalha, melhor. Uma vez que a cãibra pode bater quando menos se espera, basta uma piscada de olhos para colocar tudo a perder, já que nem sempre você terá em mãos uma pomada Gelol para distribuir para as tropas.

 
Na ausência de drogas, pode-se optar por envenenar a bebida dos inimigos com sonífero de cavalo.

Sun Tzu também ressalta que um verdadeiro general deve ser uma espécie de MacGiver da arte militar, e deverá saber se virar durante meses com um estoque mínimo de água e suprimentos. De preferência, deve-se evitar dar as tropas fast food ou bebidas alcoólicas, pois isso custa caro, e se for alimentar toda a cambada com isso todo dia, em um ano o país vai a falência.

Também aconselha-se não prolongar uma guerra por muito tempo, do contrário, quem acabará perdido no meio do fogo cruzado e completamente fodido será o povo, que por natureza já é fraco e sem qualquer utilidade treinamento militar. Na época de Sun Tzu, a preocupação com isso era redobrada, uma vez que a população já vivia quase sempre na miséria absoluta devido aos altos impostos cobrados pelos vagabundos dos governantes (algo muito semelhante ao Brasil hoje).

Dessa forma, caso o general não fosse capaz de arrebentar com a existência dos inimigos na primeira batalha, ele já deveria arrumar suas trouxas e desistir de vez da carreira militar, pois não deve haver espaço para fracassados no campo de batalha. Para ajudar os generais noobs a evitar a humilhação, Sun Tzu dá algumas dicas básicas de como proceder: usar iscas (como dinheiro amarrado numa cordinha) para atrair inimigos isolados para armadilhas é ótimo para diminuir os números do exército adversário.

Também pode-se batizar os suprimentos inimigos com cogumelos alucinógenos na calada da noite, deixando os adversários chapadões e incapazes de lutar no dia seguinte. De preferência capture os inimigos chapados vivos e os trate como se fossem do seu próprio exército. É questão de tempo até eles começarem a achar que o líder deles é um cuzão egoísta e virarem a casaca para o seu lado.

Capítulo III - Estratégia ofensivaEditar

 
Apropriar-se de tecnologia de ponta é a maneira mais eficaz de fazer uma cidade se render.

Nesse capítulo, toda a essência nerd e de Sun Tzu vem à tona, quando o mesmo afirma que o verdadeiro general deve ser tão apelão que não precise nem desembainhar sua espada para vencer os adversários. Na hora de dominar uma cidade, ele afirma que apenas os generais mais burros e incompetentes é que tem a brilhante ideia de queimar as plantações agrícolas inimigas na hora da invasão de uma cidade. Afinal de contas, se você pretende dominar a cidade, por que diabos você vai queimar algo do qual poderá fazer uso depois?

Apesar disso, Sun Tzu afirma que não se deve ser um fominha e sair por aí tentando dominar tudo, isso é coisa de noobs que nem bem saíram das fraldas e já querem se achar os reis da cocada preta. O primeiro de tudo é assegurar que as suas próprias cidades estejam seguras, afinal de contas, não adianta porra nenhuma você ficar colecionando domínios se não tem a mínima capacidade de manter os que já possui. Isso só provaria o quão patético e imbecil você seria enquanto general.

Então, de maneira geral, se você realmente quer ser um general digno, opte por cuidar das suas próprias cidades do que ficar perturbando as cidades vizinhas, a menos que isso seja tremendamente necessário. Nesse capítulo do livro ficam muito nítidas as influências hippies que Sun Tzu sofrera, já que ele fica o tempo defendendo princípios de paz e amor, alegando que não existe a necessidade de destruir tudo, matar inocentes ou fulminar os pobres coitados das tropas inimigas. Essa parte também prova que Mao Tsé-Tung fracassou miseravelmente.

 
  FODEU DE VEZ!!  
Um sábio general ao identificar que a situação estava pra lá de preta.

Nesse capítulo, Sun Tzu também fala sobre como lidar com o exército inimigo em questão de números: se você estiver em maior número, basta seguir a call e partir pra cima com covardia tudo que é vitória garantida (a menos que o exército inimigo seja comandado por Leônidas). Na melhor das hipóteses, se o exército inimigo for liderado por um general vagabundo qualquer, ao ver a desvantagem em termos de números, bem provável que ele se borre todo e se renda sem resistir. Caso o exército de seu inimigo e o seu tenham o mesmo tamanho, a única opção viável é partir pra porrada. Por fim, caso você esteja em menor número, só há uma coisa a se fazer: pernas pra quem te quero, antes que acabe em alguma merda. A menos é claro que você já seja um general no nível expert, nesse caso, é possível ainda vencer, tudo vai depender da sua nerdice capacidade de elaborar boas estratégias e do grau de burrice dos seus adversários.

Nesse capítulo ainda Sun Tzu explica quais são as principais pedras no sapato quando se assume o comando de um exército:

I - O primeiro deles é o próprio governo, uma vez que estamos falando geralmente de príncipes mimados e criados à leite com pera, e que mesmo não sabendo porra nenhuma de guerra, podem cismar e dar ordens estúpidas só para fazer grau ou provar que não são uns completos ignorantes. Nesse contexto, seguir à risca as ordens dadas pelos governantes imbecis pode ser um verdadeiro tiro no . O mais correto é simplesmente mentir para o príncipe, dizendo que fez tudo o que ele mandou mesmo não tendo dado um foda para as ordens do mesmo.

II - Inclusão de noobs que desconhecem completamente assuntos militares em suas tropas. Isso pode ser tremendamente problemático, sobretudo perante os soldados decentes, que ao se darem conta disso, podem pensar que o exército está virado na Casa da Mãe Joana, onde qualquer fracassado pode pintar e bordar. Como consequência, o general pode cair no conceito de suas tropas, e nada vai impedir um motim para tirar a sua liderança questionável.

 
A utilização de entidades sobrenaturais aumenta bruscamente as chances de vitória.

III - Misturar opinião pessoal com as questões civil e militar. Acredite, isso sempre vai acabar em alguma merda daquelas.

IV - Tratar os integrantes do seu exército como os governantes querem que você os trate (ou seja, como eles tratam o próprio povo) é catástrofe garantida. A menos é claro que você queira ser odiado por todos os soldados sob sua liderança.

V - Divisão de responsabilidades. Um bom general não pode ficar passando o pepino para terceiros, ele deve resolver tudo sozinho, do seu modo e bem feito (afinal de contas, é essa a função dele). É o mesmo esquema dos trabalhos de faculdade: contar com mais alguém além de você mesmo sempre vai resultar em alguma desgraça.

 
Usuários de magia costumam estar entre os inimigos mais apelões. Portanto, sempre devem ser focados e eliminados o quanto antes numa batalha.

VI - Dar corda para as fofocas internas. Como acontece em qualquer lugar, o único objetivo da fofoca e criar discórdia (ou servir como válvula de escape para um bando de vizinhos inconvenientes se reunirem no final das tardes de sábado). Isso pode acabar criando suspeitas dentro do exército. Quando o general está confuso, as tropas ficam confusas, e isso acaba gerando uma paranoia coletiva, onde todo mundo duvida de todo mundo pela possibilidade de o indivíduo supostamente ser um inimigo ou um vendedor da Polishop infiltrado, o que torna a tropa vulnerável.

VII - Ficar esperando pela ordem dos superiores. Por mais que o general seja na verdade um pau-mandado do governo, muitas vezes é necessário chutar o pau da barraca e tomar a iniciativa de agir sem esperar a bênção do líder político. Pois pode acontecer de o governante em questão ser um mero playboyzinho inútil irresponsável e sem noção de porcaria nenhuma, e se você esperar a ordem de um bosta desses você estará definitivamente lascado.

Sun Tzu também dá as 5 dicas e macetes essenciais para levar seu exército a vitória sem a utilização de cheats ou trapaças. O primeiro é saber identificar quando o inimigo está mais fraco ou mais apelão que você. O segundo é saber aplicar um headshot de forma eficiente, independentemente das circunstâncias. O terceiro é saber utilizar o cenário para se posicionar corretamente e meter chumbo nos noobs inimigos desprevenidos. O quarto é se apropriar de toda a nerdice ao seu alcance para elaborar uma bela emboscada para os inimigos mais overpower do time adversário e assim tirá-los da jogada. O quinto e último é saber identificar quando alguém do seu time é um noob sem noção nenhuma de jogos de guerra, para assim, saber quando dar ou não ouvidos ao mesmo.

Capítulo IV - Formação e disposição das tropasEditar

 
Um bando de soldados fracotes contra máquinas de destruição em massa: apenas um general incompetente é incapaz de ver que isso vai terminar numa desgraça cabulosa.

Nesse capítulo Sun Tzu começa a tagarelar falar sobre os melhores caminhos para ownar por completo seu inimigo. Primeiro de tudo, ele deixa bem claro que simplesmente vencer uma batalha aleatória não significa porra nenhuma. Você não vai conseguir seus 5 minutos de fama só porque conseguiu subjugar um inimigo fraco e molenga às cegas. O que realmente é motivo de orgulho e símbolo de fodacidade é se você vencer um exército inimigo através da boa e velha estratégia, e não partindo pra cima feito um retardado anormal sem qualquer certeza de que venceria ou não. Agindo assim, feito um troglodita, você até pode vencer a batalha, mas não terá vencido por mérito seu, e sim por pura cagada. Ou seja, você continuará sendo um fracassado deplorável.

Sun Tzu, antes mesmo de ser apresentado aos jogos de videogame, já naquela época tinha grandes habilidades com xadrez, Go, Paciência ou qualquer um desses joguinhos que impedem a construção de laços sociais saudáveis. Portanto, sempre ressaltava a importância da estratégia para fazer qualquer coisa: guerrear, jogar videogame, ir ao banheiro... Enfim, tudo deveria ser minuciosamente calculado. Dessa forma, defendia que um general de ponta deveria ser uma verdadeira Mãe Dinah aguerrida, e já prever o resultado final da pancadaria antes mesmo de partir pra porrada. Embora Sun Tzu fosse admirado pela maioria em virtude disso, ele irritava outros, principalmente os generais valentões, os quais se recusavam a aceitar e até abominavam a ideia de que era necessário você ser um nerdão virgem para se tornar um general memorável.

 
A guerra é como um jogo eletrônico: com a estratégia certa, até mesmo o mais overpower dos inimigos pode sucumbir a uma investida bem elaborada... E render toneladas de XP.

Porém, Sun Tzu tinha muito claro em sua cabeça que um nerd solitário não faz uma convenção de Star Wars, portanto, as tropas sob o seu comando eram também de suma importância para a vitória. O general tinha que calcular tudo em seus mínimos detalhes antes de ordenar qualquer ataque, e deve, acima de tudo, ter a certeza de que seus homens não serão feitos de saco de pancada perante um exército inimigo mais forte. O general que manda seus homens para uma morte decadente e humilhante merece ser jogado em uma masmorra fria e fedorenta para apodrecer até o último osso de seu corpo virar pó.

Ao mesmo tempo, o general também deve tomar as rédeas da situação. Nada de ficar dando esperanças em demasiado para os soldados, do contrário, eles poderão se deixar levar e acabar fazendo alguma merda que colocará tudo a perder por conta de seu excesso de confiança. Também não deve-se dar esperanças de menos, ou os soldados podem ficar desanimados, isso se não desertarem ou saírem de fininho nos momentos mais cruciais por conta de estarem se borrando de medo de a situação ficar muito preta. Por fim, nada de ficar elogiando demais os soldados, ou eles podem inflar seus egos e cometerem alguma burrada irreversível por conta de sua iminente arrogância digna do Jô Soares.

Um general digno deve ter pleno domínio de cinco elementos da arte da guerra: medida do terreno, avaliação de quantidades, regras de cálculo, comparações e chances de vitória. Ou seja, para ser um bom general você deve ser expert em matemática, geografia, administração e filosofia. Ou seja, alunos preguiçosos que não concluíram o Ensino Médio por falta de interesse nos estudos estão completamente fora de cogitação (embora ainda pudessem ser de alguma serventia para a sociedade e servirem como isca para os inimigos, já que na época ainda não existia o McDonald's). Esses 5 conhecimentos devem ser para o general o que Navi é para Link, acompanhando-o para todo o lugar e servindo como seus guias espirituais na definição da melhor formação de sua tropa.

 
Nas mãos de um bom general, a formação das tropas pode tornar-se a principal chave para a vitória.

Esses conhecimentos eram cruciais, pois permitiram ao general estipular a fraqueza dos inimigos e calcular o melhor ângulo para seus homens meterem a peixeira nos inimigos. Saber fazer comparações eram de suma importância, pois permitira ao general estipular se a investida resultaria em vitória ou numa derrota vexatória. O general também precisa dividir corretamente as tropas e distribuir corretamente as munições, sobretudo pelo fato de que Sun Tzu sabia muito bem da tristeza de faltar munição ao enfrentar uma horda de zumbis em Resident Evil ou na fase final do Dead Space 2 (até ele teve seus tempos de noob). Por jogar League of Legends e Dota 2, Sun Tzu também sabia da importância de ter uma boa formação e conhecer bem o terreno para poder emboscar os inimigos mais idiotas e distraídos.

Em síntese, o capítulo todo se resume em dizer que um general de verdade tem que ser um nerd apelão com a habilidade de prever a vitória ou a derrota em uma batalha antes mesmo de iniciar o barraco, se focando no ataque quando ele ter certeza de que seu inimigo é absurdamente medíocre e se focando na defesa quando seu exército for formado por um bando de molengas inexperientes e sem qualquer capacidade de lutar sem tomar um pau daqueles. Ou seja: vence com 100% de certeza aquele que consegue chegar de mansinho no momento em que o inimigo está mais vulnerável e chuta o pau da barraca.

Capítulo V - OrganizaçãoEditar

Nesse capítulo, Sun Tzu afirma que a organização das tropas, aliada a sua formação, é essencial para a vitória. Nesse contexto, é primordial saber de cor e salteado o nome de todos os soldados sob seu comando e conhecer as habilidades individuais de cada um, para assim, poder organizá-los adequadamente. Portanto, para você ser um bom general, você deve consumir muitos ovos, frutos-do-mar e chá verde, para poder atiçar sua capacidade de concentração e desenvolver uma memória ninja. Caso o general seja alérgico a um desses alimentos, ele pode optar por levar consigo uma lista de presença e imprimir crachás com foto para cada um dos membros da tropa, embora isso não seja recomendado, devido ao alto custo das gráficas da época.

 
Fazendo o uso adequado das forças diretas e indiretas, um general bem organizado saberá identificar a hora exata de partir pra porrada.

Sun Tzu também introduz o conceito de forças diretas e indiretas na hora de vencer uma batalha. A força direta consiste basicamente em você contar alguma piada para o inimigo no meio da batalha, fazendo-o rir e distraindo-o, ao passo que as forças indiretas consistem em você apunhalar seu inimigo, de maneira tremendamente covarde (embora eficaz) no seu momento de distração. Portanto, é sempre bom levar para o campo de batalha alguns humoristas ou soldados descíclopes, para facilitar o serviço.

Nesse mesmo capítulo, Sun Tzu também ressalta a importância de ser pulso firme: um general incapaz de colocar seus subordinados na linha e de pôr ordem na casa quando a o caos e a desordem se fazem presentes não passa de um frouxo que não manda nem o cachorro para a rua. Portanto, esse infeliz deveria largar seu posto de general para fazer algo mais a sua altura, como jogar freewares em flash no Click Jogos, por exemplo.

Ainda dentro da ideia de organização, Sun Tzu também afirma que o melhor caminho para a vitória é passar a perna nos inimigos, dando um jeito de tapeá-los para direcionar o deslocamento de suas tropas a seu bel-prazer, permitindo levá-los para armadilhas traiçoeiras estrategicamente posicionadas no campo de batalha. Esse artifício de inteligência é útil sobretudo se o general ter sob seu comando um bando de moscas mortas sem boa condição física. Ou seja, mais uma vez evidencia-se aqui que quanto mais nerd for o general, maior serão suas chances de vitória.

Capítulo VI - Forças e fraquezasEditar

Nesse capítulo Sun Tzu ressalta a importância de encurralar o inimigo e tê-lo comendo na sua própria mão. A melhor maneira de vencer um general inimigo é tendo controle de todas as suas ações, ou induzi-lo a movimentar-se de acordo com sua própria vontade. O método mais eficaz par isso é a utilização da técnicas de hipnose, o que facilitaria e muito o trabalho. Na ausência de algum mago, psicólogo ou pastor evangélico com essa habilidade, o jeito é fazer à moda antiga: encher o caminho com pedaços de pizza e atrair os soldados inimigos até o local desejado.

 
Segundo os ensinamentos de Sun Tzu, um exército pequeno formado por ents e trolls da floresta é infinitamente superior a um exército numeroso formado por uma porrada de humanos fracos e estúpidos.

Uma outra tática avançada de guerra é induzir o exército a dividir-se. Isso pode ser feito facilmente, ao invocar algum dos demônios da Ars Goetia e pedir para que ele assuste os oponentes. Isso consequentemente irá separar o exército inimigo, afinal de contas, quando tem um demônio maligno na história, é pernas pra quem te quero, meu amigo. Uma vez que as tropas inimigas estejam dissipadas, você já está com a batalha praticamente no papo, basta atacar os grupos individuais um a um até eles serem completamente dizimados. Caso ainda assim o general consiga dar um jeito de perder a guerra, significa que ele definitivamente é um belo de um incompetente.

Uma outra tática de vitória também refere-se a defesa: para Sun Tzu o general que distribui os seus soldados mais habilidosos nas quatro direções de defesa (vanguarda, retaguarda, esquerda e direita) estará fardado ao fracasso. Isso deve-se ao fato de que geralmente os bons soldados são a minoria em todo o exército. Boa parte das tropas é formada por um bando de molengas de desempenho decadente, que só conseguem sair vivos porque seguem os passos dos soldados mais experientes e fazem exatamente o mesmo que eles na batalha.

Devido a alta quantidade de inúteis, ao se distribuir as forças, a quantidade de bons soldados fica ainda menor em cada lado, e eles serão incapazes de guiar todos os molengas sozinhos. Em virtude disso, o mais adequado é concentrar todos os soldados decentes no lado desejado e aglomerar os inúteis nos outros lados. Caso haja um ataque inimigo nessas outras direções, quem irá para o saco serão os peso-mortos, e não os soldados que mantém viva qualquer esperança de vitória. Até porque, não se pode fazer uma omelete sem quebrar alguns ovos.

Nesse capítulo, Sun Tzu, que assim como um usuário desocupado da Desciclopédia adorava encher linguiça com listinhas, faz mais um levantamento de utilidade pública de mais alguns cheats que supostamente garantirão a vitória:

I - Seja abelhudo: procure bisbilhotar os planos inimigos no momento em que eles forem tirar um ronco. É mania antiga de todo general, não se sabe porque diabos de motivos, rabiscar mapas com sua rota de movimentação.

 
Cidades-fantasma, ferros-velhos, depósitos de lixo e outros lugares improváveis são locais perfeitos para armar uma boa emboscada para inimigos desprevenidos. Afinal de contas, quem vai imaginar que um general em seu perfeito estado de consciência usaria sucata e cimento como trincheira?

II - Seja um chato de galochas: bata panelas de noite, ligue o som do carro no último volume, assopre vuvuzelas, envie ciganos para aporrinhar os inimigos com seus produtos de quinta categoria, passe trotes... Enfim, encha o saco do inimigo o quanto puder. Ao perturbar os inimigos, você os deixará estressados, o que tornará suas defesas vulneráveis, se configurando num grande ponto fraco.

III - Esconda câmeras da Tekpix em todos os lugares por onde você passar, para assim poder filmar as movimentações inimigas e descobrir a sua disposição tática no campo de batalha.

IV - Faça uma prova relâmpago com seus soldados para avaliar seu nível de coragem, inteligência e condição física. Caso a maior parte de sua tropa seja composta por cagões burros e fora de forma, é melhor dar meia-volta e sair de fininho como se nada tivesse acontecido.

V - Banque o nonsense e disponha suas tropas aleatoriamente, de forma que só você, enquanto general, entenda o padrão da formação que escolheu. Isso evitará que espiões de cérebro subdesenvolvido consigam descobrir como será sua tática de ataque.

VI - Se baseie na tática desenvolvida no item anterior para traçar seus planos de vitória, de forma que qualquer não-nerd no recinto seja incapaz de entender o que diabos você pretende. Sim, de fato esse item era completamente desnecessário, já que poderia muito bem estar incluído no item V, mas como já foi dito antes, Sun Tzu adorava encher linguiça.

VII - Jamais use a mesma tática para vitória mais de uma vez. Um general de verdade deve ser além de tudo, original. Um general que usa sempre a mesma estratégia acaba ficando limitado e ultrapassado, além é claro de se tornar-se incrivelmente sem-graça.

Capítulo VII - ManobrasEditar

O primeiro passo na preparação para um confronto é escolher o lugar apropriado para se instalar. Nada de perder tempo com barracas de tecido no meio do mato, pois os soldados estarão sujeitos a picadas de formigas e aranha, e muitos poderão ficar fora de combate antes mesmo da batalha iniciar. Deve-se optar por alugar um condomínio em algum local estratégico, de preferência com uma TV para os soldados assistirem a sua novela. Se ter Wi-Fi, melhor ainda, os soldados assim poderão se comunicar com a família (afinal de contas, essa batalha pode ser a última) e se sentir em casa.

 
Uma boa montaria, que apresente certa familiaridade com o terreno, pode lhe dar uma larga vantagem nas lutas. Portanto, é um dos itens essenciais a serem levados ao campo de batalha.

Entretanto, deve sempre ter o cuidado, e fazer o máximo para evitar a aproximação dos inimigos. A utilização de um poço com crocodilos ou de cercas elétricas deve servir para quebrar esse galho e manter tudo seguro. Também deve-se evitar iniciar uma batalha de maneira impensada, além de alertar aos soldados para que tomem cuidado quando forem sair no meio da noite para utilizar a patente. É um momento de extrema vulnerabilidade, e deve-se levar no mínimo mais uma pessoa, e enquanto faz o serviço, o outro fica de vigia do lado de fora (com uma máscara de gás, dependendo das circunstâncias).

No dia de partir para a pancadaria, deve-se certificar de deixar bem protegido o lugar onde os equipamentos desnecessárias ficarão, afinal de contas, um general decente não vai fazer seus soldados partirem para guerra carregando uma porrada de tralha nas costas. Caso seja necessário levar algum equipamento pesado, deve-se sempre se certificar de que você terá algumas cartelas de paracetamol para evitar que os soldados sejam afligidos por uma dor na coluna das bravas. Para proteger o local de repouso dos equipamentos restantes de vagabundos, aconselha-se a utilização de sensores infravermelhos que acionem um sistema de laser.

Sempre deve-se levar walkie-talkies para o campo de batalha, para facilitar a comunicação entre o general e os seus soldados. Também deve-se ter o mínimo de massa cinzenta e se movimentar sorrateiramente, como aquele filho desobediente que chega de madrugada em casa depois da rave. Qualquer jumento sabe que ser indiscreto e ficar fazendo aquela algazarra toda antes de chegar no campo de batalha pode revelar sua posição e facilitar um contra-ataque inimigo.

Também deve-se ficar atento as más influências que rodeiam o príncipe aliado. Muitos conselheiros filhos da puta podem fazer a cabeça do príncipe e levá-lo a tomar decisões estúpidas e que podem ferrar com tudo, já que querendo ou não, mesmo sendo um general você ainda não deixará de ser um capacho do seu governante. Quando identificar tais filhos da mãe, procure se livrar deles o quanto, pois eles só vão atrapalhar. Pode-se fazer isso envenenando seu café com veneno de rato sem que ele ou o príncipe descubram, e posteriormente carregando cuidadosamente seus corpos até algum pântano próximo para acabar com as evidências.

Capítulo VIII - As nove variáveisEditar

A obsessão de Sun Tzu por listinhas era tão grande que ele decidiu dedicar um capítulo inteiro do seu livro para uma delas, focada nas variáveis que podem justificar uma mudança rápida na estratégia de batalha. Ou seja, essa lista serve para falar sobre os nove fatores que podem justificar que um general idiota que cometeu algum erro estratégico lamentável mude sua abordagem. O pior de tudo é que esse capítulo nada mais é do uma tremenda enrolação, pois todas as tais variáveis do título nada mais são do que repetições inúteis de tudo aquilo que ele já tinha falado nos capítulos anteriores.

 
Exemplo de um péssimo local para se aventurar no meio de uma guerra

I - De novo, Sun Tzu repete a velha ladainha sobre a importância de se conhecer o cenário do jogo terreno da batalha. Provavelmente Sun Tzu foi descuidado e caiu em algum brejo quando era pequeno, o que pode explicar todo o trauma e cisma que ele tinha com essa questão.

II - Deve-se, acima de tudo, evitar acampar ou se alojar em lugares muito isolados e afastados da civilização, como terrenos baldios no meio do nada ou casebres próximos a milharais. Essas regiões costumam ser muito visitadas por alienígenas, que podem abduzir todos os soldados para usar como cobaias em experiências maquiavélicas, deixando você sem suas tropas e ferrando com sua vida.

III - Procure se instalar em lugares remotos e de difícil acesso a qualquer ser humano normal ou com um pingo de amor pelas suas pernas, tais como vales montanhosos. Dificilmente alguém em sã consciência vai se aventurar em tais fins de mundo, portanto, seu exército estará a salvo e livre de surpresas inimigas.

IV - Evite se instalar perto de locais sujeitos ao alastramento de pestes e doenças, tais como lixões, pântanos venenosos, bocas de fumo ou metrópoles brasileiras. Esse tipo de lugar em geral representa a morte, sobretudo devido a sua precariedade, poluição e presença de criaturas rastejantes e infecciosas.

V - A menos que você não tenha um pingo de amor pela vida, evite vagar imprudentemente por desfiladeiros inóspitos, beiradas de buracos infinitos e regiões montanhosas repletas de penhascos (que vamos e viemos, são dicas básicas de sobrevivência para qualquer criatura que se diga racional e ocupe lugar nesse mundo). Caso o exército inimigo cisme em encurrá-lo em tais lugares, lute até a morte. Até porque, vivo você já não vai ficar mesmo, então, ao menos você e seus homens morrerão fazendo algo de útil (ou quase isso).

 
Um verdadeiro general sempre procura conhecer a bronca na qual está se metendo antes de pensar em sitiar uma cidade inimiga. Uma investida ignorante poderá acarretar em uma derrota vergonhosa (Hitler que o diga).

VI - Lembre-se que você e seus soldados não são nenhum personagem de Assassin's Creed. Portanto, invadir imprudentemente uma cidade fortificada e repleta de inimigos muito bem armados é o mesmo que assinar um atestado de morte. Caso você não tenha conhecimento da cidade e um de seus informantes tenha lhe enviado uma carta por Sedex avisando de sua estrutura, você provavelmente só ficará sabendo que a coisa vai feder em cima do laço. Em tais situações, um bom general, mesmo sabendo que está completamente lascado, continuará o ataque. Afinal de contas, é preferível ter uma morte miserável e sem sentido do que ficar com fama de arregão.

VII - Um bom general deve aproveitar sabiamente cada pequena vantagem que tiver acerca dos inimigos, por mais insignificante que essa possa parecer. Lembre-se que você está no meio de uma guerra, correndo o sério risco de ser mutilado no campo de batalha ou até mesmo bater as botas. Portanto, o que vier depois e servir de alguma ajuda é lucro.

VIII - Antes de explorar qualquer vantagem que seja, certifique-se de que você não estará enviando nem a si mesmo e nem a nenhum de seus soldados para uma morte desgraçada e em vão. Basicamente, esse item não passa de uma continuação do item VII, que Sun Tzu preferiu criar para ocupar mais linhas no seu livro ao invés de simplesmente continuar escrevendo no parágrafo anterior.

IX - Muitas vezes a situação encontra-se mas feia do que o planejado, ou pode acontecer de o inimigo simplesmente ter sido mais sagaz e inteligente do que você. Nessas ocasiões você deve mandar um "foda-se" para o seu príncipe e tomar qualquer decisão que sirva para corrigir a burrada que você cometeu em algum momento de sua estratégia. E se o príncipe reclamar, ele que vá para o raio que o parta, afinal de contas, como já fora dito anteriormente, o líder político geralmente não sabe de porcaria nenhuma numa guerra.

Ainda nesse capítulo Sun Tzu fala sobre os cinco defeitos básicos de um general de meia tigela: imprudência (na qual a coragem se torna a mais selvagem manifestação de burrice); medo excessivo da morte (que numa guerra não passa de um adendo a covardia); pavio curto (um general esquentadinho pode cair nas provocações inimigas feito um pato); orgulho em demasia (generais assim podem se ofender até mesmo com um xingamento infantil - como bobo, chato, feio e cara-de-mamão - e acabar pondo tudo a perder de forma decadente); e coração mole (já que um general de verdade não pode ficar com peninha dos meliantes e precisa pôr ordem na casa, não medindo esforços na hora de aplicar um castigo).

Capítulo IX - GeografiaEditar

Mais uma vez Sun Tzu bate na mesma tecla e fala dos terrenos. Dessa vez, Sun Tzu fala sobre os quatro tipos de situações geográficas com as quais um general poderá se deparar, dividindo-os em níveis de dificuldade. Um bom general jamais se arrisca em terrenos de maior dificuldade sem antes ter a experiência e os itens necessários para tal. Basicamente esse capítulo trata das movimentações dos soldados ao longo dos terrenos.

I. Terrenos de nível Easy - Compreende regiões próximas a montanhas (próximas, e não nas montanhas propriamente ditas). Esse tipo de terreno é o mais adequado para generais iniciantes maneira geral. A melhor tática para conseguir dominar esse terreno por completo é se dirigindo ao lado da montanha banhado pelo sol, onde geralmente poderão ser encontrados inimigos mais fracos e que lhe permitem subir rápido de level. Criaturas típicas dessas regiões são lebres, javalis, cabritos-monteses e goblins, que podem ser eliminados facilmente. Recomenda-se também que você lidere seus homens em busca de cavernas próximas, pois estas poderão abrigar baús com itens raros que poderão vir a ser úteis futuramente. Esse tipo de terreno também é ótimo para generais noobs, pois permitirá uma fuga rápida em caso de alguma investida de exércitos inimigos mais fortes e de level superior. Bosses típicos desses lugares são gigantes de pedra, bugbears e tikbalangs, com os quais o general deve lidar com muita cautela. Uma vez dominado esse tipo de terreno, o general terá a sua disposição ar fresco e água pura proveniente dos vales próximos, sendo ótimos locais para se erguer um acampamento e ficar de pernas pro ar.

 
Ao escolher o terreno ideal para montar o acampamento, deve-se atentar para as possíveis criaturas hostis que possam vir a habitá-lo.

II. Terrenos de nível Normal - Em geral compreende os rios, lagos e lagoas. Diferentemente das regiões próximas de montanhas, rios podem ser traiçoeiros, pois sempre há o risco de você não saber nadar, pisar em algum pedaço de terra umedecida na beira do mesmo, cair na água e ser arrastado para a eternidade. Apesar disso, são ótimos lugares para se preparar armadilhas para inimigos burros. Para isso basta atraí-los para o lugar e forçá-los a atravessar a água, que por em geral ser infestada de piranhas, poderá lhe garantir a vitória certa. Inimigos típicos dessas regiões são elementais da água, mosquitos-da-dengue, kappas e caboclos d'água. Bosses típicos desse tipo de terreno são anfíbios venenosos gigantes, sereias amaldiçoadas e plesiossauros, com os quais é mais difícil de se lidar, embora deem mais XP e itens mais raros.

III. Terrenos de nível Hard - Finalmente chegamos num tipo de terreno de grau de dificuldade infinitamente maior. Esse tipo de terreno compreende pântanos, brejos, banhadais e outros lugares insalubres nos quais até mesmo respirar pode ser fatal. O ar nessas regiões costuma ser contaminado, portanto, o general deverá levar em seu arsenal diversos itens de cura para eliminar status negativos como poison. Entre inimigos típicos estão bruxas do pântano, plantas carnívoras, zumbis, peixes devoradores de carne humana, homens-anfíbio, deep ones e insetos voadores com picada pestilenta. Entre os bosses típicos estão anacondas gigantes, necromantes, baba yagas, dragões mortos-vivos e líderes de seitas de adoração ao Cthulhu. O ponto positivo é que se o general conseguir dominar esse tipo de terreno, ele basicamente já terá vencido a guerra caso consiga atrair seus inimigos para lá.

IV. Terrenos de nível Expert - Os terrenos de níveis expert, embora não possam aparentar em uma primeira olhada, são os mais difíceis de dominar, e em geral compreendem desertos e planícies no meio do nada. Uma batalha entre dois exércitos rivais num lugar desses representa sérios perigos para ambos os lados. Primeiro que apresentam recursos escassos, e você o tempo todo corre o risco de cair duro no chão devido a sede, a fome e ao sol escaldante batendo nas costas. Além disso, nessas regiões podem ser encontradas as criaturas mais perigosas que se pode imaginar, tais como chupa-cabras, dinossauros, grifos, vermes malditos e quimeras errantes. Bosses típicos dessas regiões são dragões, ciclopes, megalanias, ruminantes de proporções abismais, naves de Star Wars e jogadores de Magic:The Gathering usuários de mana branco.

Capítulo X - TerrenoEditar

Sem mais ideias e criatividade do que escrever, Sun Tzu decidiu escrever um capítulo inteiro voltado para adivinha o quê? Isso mesmo! Terrenos! Basicamente, esse capítulo é mais uma grande repetição do que você já estava careca de ler desde o início do livro. Dessa vez, ele se foca mais no tipo de terreno que um general com um mínimo de noção das coisas deve procurar.

 
Furries altamente treinados em táticas de guerra são uma ótima isca para atrair inimigos para longe de seus acampamentos.

Primeiramente é uma péssima ideia ocupar lugares rodeados de precipícios e com sinais claros de erosão. Se o lugar for estreito, pior ainda. Apenas uma anta pensaria em se instalar próximo a lugares assim. O ideal é procurar por alguma montanha como o Monte Roraima, que além de ter capacidade de abrigar toda a cambada, fornece uma bela vista do horizonte. Uma visão bonita é de suma importância para os soldados, afinal de contas ela pode ser a última, uma vez que na próxima batalha eles podem ser decapitados. É claro que não adianta o lugar ser bonito e abrangente se não ter uma saída de acesso fácil, portanto, é necessário usar a cachola na hora de escolher o lugar para se instalar.

Uma vez encontrado o lugar adequado, caso a região possa ser ocupada pelos seus inimigos com tanta facilidade como por você, o correto é bancar o Sonic e tomar a dianteira na velocidade do som. Uma vez tomado posse do lugar, o general que chegou primeiro deve colocar armadilhas no caminho, como a bola de pedra que corre atrás do Indiana Jones, para assim evitar o avanço rival e mostrar que ele viu primeiro o lugar.

Agora, caso você tenha sido um verdadeiro banana e tenha deixado seu inimigo se apossar do terreno mais vantajoso, esqueça, dê meia-volta e procure por outro lugar, do contrário você será fatiado em finos e simétricos pedaços pelo mesmo. A melhor maneira de contornar essa situação é passando a perna no general rival. A maneira mais eficaz é vencendo o general inimigo numa partida de pôquer valendo o documento de posse do terreno, assinado e comprovado em cartório por no mínimo duas testemunhas. Você também pode enganá-lo espalhando o boato de que existe uma fila para comer pizza grátis em alguma região próxima, induzindo-o a abandonar sua posição para procurar desesperadamente pelo tal lugar.

Acima de tudo, o bom general deve ter conhecimento não apenas do terreno que ele ocupa, mas também do terreno ocupado pelo inimigo. Por isso, é de suma importância levar consigo no mínimo uma dúzia de batedores com doutorado em geografia e geologia, para fazerem reconhecimento do terreno e se certificarem de todas as suas características topográficas e sua formação geomorfológica. Um general sem esses profissionais ao seu lado está fardado ao fracasso iminente.

Capítulo XI - Os nove tipos de terrenoEditar

Sem muito mais coisa para falar, já que tinha falado sobre praticamente tudo nos capítulos anteriores, Sun Tzu decide criar mais um capítulo inteiro para tapar buracos no livro, dessa vez, falando sobre a classificação de cada um dos terrenos existentes... Pra variar.

  • Terrenos dispersivos
 
Bando de vagabundos vadiando num terreno dispersivo.

Terrenos dispersivos são as regiões situadas nas fronteiras. Em geral é um dos lugares preferidos pelos cagões, já que assim que a água bater no traseiro, cruzar a linha para as regiões vizinhas poder servir como uma eficiente maneira de salvar o próprio couro, facilitando uma fuga covarde e lamentável.

Caso seja necessário para o general permanecer nessas regiões, ele deve ficar o tempo todo vigiando seus soldados. Esse tipo de lugar facilita naturalmente o aumento do número de desertores sem honra e amor próprio, já que muitos podem optar por dar meia volta e sair correndo feito galinhas assustadas para casa assim que sentirem que a cobra vai fumar.

  • Terrenos leves

Terrenos leves são regiões que apesar de próximas da fronteira, adentram no território inimigo. Apesar de representar uma ofensiva um pouco mais ousada, ainda assim serve como zona de conforto para soldados vagabundos e sem amor pela pátria, pois por estar próxima da fronteira aliada, se torna muito fácil desistir de vez e sair correndo com o rabinho entre as pernas de volta para seu país.

Na verdade, é correto afirmar que é muito mais difícil de se lidar com as tropas nesse tipo de terreno do que nos terrenos dispersivos, portanto, não se deve estabelecer qualquer acampamento nesse tipo de lugar. Isso porque por se encontrar dentro do território inimigo, além do general ter de se preocupar com os próprios soldados, tem que se preocupar ainda com possíveis investidas do exército inimigo. De certa forma, isso facilita que soldados medrosos saiam de fininho no meio da noite sem que o general perceba, deixando-o na mão na maior cara de pau.

  • Terrenos disputados

Terrenos disputados são aqueles nos quais as coisas começam a esquentar. Por serem lugares com grande quantidade de recursos, ar fresco e com sinal wi-fi, são convenientes para ambos os lados. Portanto, uma vez identificados, o general deve fazer tudo que esteja a seu alcance para tomar posse dos mesmos, nem que tenham que apelar para medidas drásticas, tais como trapaças e cheats.

 
Típicos soldados desocupados fazendo a festa em um terreno de reunião.

Nessas regiões, o primeiro que conseguir erguer seu acampamento estará em vantagem esmagadora, e por conta disso, são terrenos onde a pancadaria o tempo toda come solta. Como a ação é desenfreada e constante, é um caminho sem volta para os desertores, pois uma vez envolvidos em uma batalha, caso sequer pensem em virar as costas e abandonar sua tropa feito ratos imundos, bem provável que recebam uma flechada, um tiro, uma facada ou um chute quádruplo na coluna.

Apesar disso, é fato incontestável que em geral as lutas só vão ocorrer nesse tipo de lugar por conta de algum general precipitado e esquentadinho que quer desesperadamente o lugar para si. Portanto, é quase certo que o general que chegou primeiro quase sempre vai sair vitorioso, a menos que o general rival tenha o mínimo de inteligência para identificar que a coisa vai feder para o seu lado caso compre uma briga desnecessária.

  • Terrenos de reunião

Os terrenos de reunião são locais por onde ambos os generais rivais transitam. Em geral esse tipo de terreno apresenta discotecas, botecos, salões de festa, pistas de dança, lanchonetes, sorveterias, pizzarias, campos de futebol e bordeis.

Ambas as tropas costumam se reunir em terrenos de reunião pela noite, onde decidem esquecer suas diferenças por hora e aproveitar os prazeres da vida, jogando canastra, participando dos bingos, enchendo a cara, contando piadas de quinta categoria, cantando em karaokês, dançando samba, assistindo novelas, enfim. É um local de paz, amor e fraternidade, onde os soldados podem se preparar para no dia seguinte tentarem novamente se matar entre si.

Também acredita-se que é nesse tipo de terreno onde rola, na surdina, todo tipo de corrupção, suborno ou traição. Aqui, soldados insatisfeitos se corrompem e organizam motins contra seus próprios generais, ou se vendem por migalhas para o exército inimigo.

  • Terrenos cheios e unidos

Terrenos cheios e unidos são regiões que possibilitam a utilização por ambos os exércitos, mas que por estarem em território inimigo, dão certa vantagem para o exército rival. Ou seja, nesse tipo de terreno a situação começa a ficar preta pro seu lado, e portanto, deve-se evitar piamente qualquer tipo de batalha aqui. A menos é claro que o general inimigo seja um bocó que não tenha os requisitos necessários para tirar proveito de qualquer vantagem que ele tenha.

A melhor maneira de amenizar um pouco a situação para o seu lado é erguer trincheiras e ficar escondido ali o tempo todo, só esperando sorrateiramente que o inimigo se distraia para atacá-lo covardemente antes que ele se dê conta do quão burro e descuidado foi. Pode até parecer injusto, já que o inimigo não terá chances de revidar, mas lembre-se: na guerra é cada um por si, filhão.

  • Terrenos com várias saídas

Terrenos com várias saídas nada mais são do que os lugares pelos quais diferentes estados se unem. Caso você tenha de alguma forma ferrado com tudo e tendo muitas baixas, nessas regiões você pode dar alguns telefonemas para os governantes aliados e encomendar alguns soldados pelo correio, os quais serão enviados como reforço pela tele-entrega.

  • Terrenos graves
 
Uma cena muito comum em um terreno grave.

A partir daqui a coisa vai de mal a pior, e todos os terrenos daqui por diante são potencialmente mortais. Esses terrenos, além de se situarem dentro do território inimigo, compreendem aqueles lugares insalubres e inóspitos os quais ninguém gostaria de frequentar. Em geral costumam ser rodeados por montanhas, penhascos, matas fechadas, regiões áridas, depósitos de lixo, favelas, bailes funk, shows de Black Metal, enfim, regiões altamente perigosas e desvantajosas de todas as formas que você pode imaginar.

A única forma de sobreviver nesse tipo de terreno é estudando o lugar, buscando conhecer todos os perigos que te cercam, tais como animais selvagens, desfiladeiros, obstáculos fatais, arruaceiros, skinheads, traficantes, enfim qualquer coisa que represente algum perigo a sua vida e a de seus soldados.

  • Terrenos deteriorados

Terrenos deteriorados são aquelas regiões que encontram-se num verdadeiro bagaço. Costumam ser regiões indesejáveis, e em geral ficaram nesse estado naturalmente ou devido as alterações climáticas por conta da intensa atividade humana.

Barrancos erodidos, rios traiçoeiros, lamaçais, ruínas antigas, locais de enchentes, regiões devastadas pela poluição ou crateras formadas pela queda de cometas também encontram-se nessa classificação. Em geral, uma vez que um soldado seja pego por um desses obstáculos, nem adianta perder seu tempo e tentar ajudar o imbecil: esse já era. Na maioria das vezes, esse tipo de lugar só deve ser atravessado em pelotões, pois se ir todo o exército de uma vez, um passo em falso e tudo pode ir pelo ralo.

  • Terrenos mortíferos
 
Grupos de imbecis liderados por generais incompetentes travando uma batalha em meio a um terreno mortífero. Se eles não se matarem, com certeza os gases tóxicos os matam.

O nome já é autoexplicativo: são terrenos onde há uma chance de 90% de você não sair vivo para contar história. Em geral esse tipo de terreno é perigoso para ambos os lados, e apenas os generais retardados iniciam batalhas nessas condições. Dificilmente sobrará um caso uma luta seja travada nessas regiões.

Entre os terrenos mortíferos, podemos citar pântanos, bosques assombrados, cidades fantasmas, vulcões, desertos escaldantes, cabanas perdidas no meio do nada, indústrias nucleares, minas abandonadas, milharais, cemitérios indígenas, entre outras regiões.

Nesse tipo de lugar, você o tempo todo será assolado por plantas venenosas, maldições, eventos climáticos mortais, demônios, bruxas, seres aberrantes deformados, monstros devoradores de carne humana, vermes-da-mongólia, substâncias tóxicas, zumbis, mutantes, radioatividade, pragas, serial killers, pestilências, insetos transmissores de doenças incuráveis e criaturas de dimensões paralelas. Portanto, o seu foco aqui é fugir o quanto antes e garantir que você verá a luz do dia de amanhã.

Capítulo XII - Emprego de fogoEditar

 
Piromantes e dobradores de fogo são de grande ajuda num combate com o emprego de fogo.

Nesse capítulo, Sun Tzu fala de um tema até então inédito em seu livro, que é o combate com o fogo. Basicamente, existem cinco maneiras de se combater um inimigo com fogo.

A primeira delas e tocando fogo diretamente nas pessoas, uma maneira eficiente de colocar qualquer um fora de jogada. Entretanto, no meio de um campo de batalha, essa é a forma mais difícil, afinal de contas, ninguém é idiota de ficar parado enquanto você o tenta queimar vivo. Por isso, recomenda-se que o general tenha de magos elementais especializados em magia de fogo ou psicopatas piromaníacos munidos de lança-chamas entre seus soldados.

A segunda maneira consiste em queimar provisões. Essa é forma preferida dos generais baianos que estão com preguiça de lutar, já que basta você atear fogo na calada da noite nas plantações ou nas lanchonetes favoritas de seus inimigos. Assim que a fome começar a bater, eles provavelmente entrarão em desespero, e bastará ao general oferecer um sanduíche de presunto que eles se renderão facilmente, garantindo assim uma vitória sem maiores transtornos.

A terceira maneira é tocar fogo nas armas equipamentos inimigos, muto eficaz para deixar os inimigos encurralados feito coelhinhos indefesos, já que sem equipamentos os soldados não passam de homens comuns, sendo reduzidos a meros pesos-mortos. A quarta maneira segue a mesma linha, consistindo basicamente em utilizar uma C4 ou bomba-relógio para explodir depósitos e arsenais inimigos. Por fim, a quinta maneira consiste em atacar os inimigos com granadas incendiárias do Resident Evil.

Capítulo XIII - Agentes infiltradosEditar

 
Muitas vezes, um general sem espiões é como um cego sem muleta, mesmo esses espiões não valendo o prato que comem. Mas na guerra vale tudo, afinal de contas, quem é que gosta de perder?

O tão esperado capítulo final! Se você chegar até aqui sem desistir de ler, parabéns, você é um vencedor, e falta muito pouco até se tornar mestre em games de guerra! Basicamente, nesse capítulo Sun Tzu fala da importância de ter X9's sob seu comando em todas as partes. Como o exército praticamente terá esgotado os cofres do Estado para se manter, o ideal é empregar tudo em maneiras eficazes e métodos que lhe levarão a uma vitória incontestável. Logo, para honrar as famílias que tiveram de doar todos os lucros de suas plantações para o exército, o general não deve economizar na hora de contratar espiões por todas as partes.

Caso não seja possível encontrar espiões decentes ou especializados na arte de passar a perna no próximo, pode-se utilizar os próprios soldados do inimigo contra ele mesmo. Afinal de contas, o ser humano é corrupto e falho por natureza, por isso, é correto afirmar que todo homem tem seu preço. Muitas vezes corromper soldados rivais é até mais vantajoso, uma vez que nem todo general está psicologicamente preparado para ser apunhalado pelas costas pelos seus próprios homens.

Sejam espiões ou sejam soldados inimigos sacanas, o mais importante de tudo é sempre se manter informado e ficar por dentro de todas as fofocas do reino. Também é sempre bom contratar pessoas especializadas em semear a discórdia e prejudicar a estabilidade de qualquer comunidade. Por isso, contratar sogras ou vizinhas fuxiqueiras é sempre uma ótima jogada em uma guerra.

Existem cinco maneiras pelas quais as más línguas podem atuar para conjurar a desgraça dentro dos coletivos. Essas maneiras consistem em espalhar boatos infundados nas cidades e aldeias (onde a fofoca em geral se prolifera mais que uma peste); espalhar boatos entre os oficiais inimigos (que por serem fracos de mente, muitas vezes podem ser facilmente influenciados por mentiras); espalhar boatos entre inferiores e superiores (o que é naturalmente facilitado pela relação de hierarquia, já que o ser humano por natureza é rebelde e não gosta de respeitar regras); espalhar boatos sobre morte (o que pode gerar certo desconforto entre os inimigos, transformando-os muita vezes em galinhas assutadas com medo do paletó de madeira); e espalhar boatos sobre vida (na qual o espião inventa histórias tendenciosas para os inimigos sobre uma vida melhor, caso eles se vendam para o seu lado, subornando-os e induzindo-os a desertarem do exército inimigo).

Exércitos que convivem diariamente com brigas internas entre os soldados são o habitat natural de possíveis traidores, portanto, será muito fácil corromper parte deles. Uma vez implantados soldados traíras por todos os domínios inimigos, é vitória na certa. Se você conseguir colocar X9's e sogras dentro da própria corte, melhor ainda, pois com medo de possíveis traições, os governantes podem exigir que seus exércitos se recolham, e como os generais não passam de capachos dos mesmos, eles serão obrigados a tirar seu time de campo, facilitando assim a vitória.

Se você conseguir empregar sabiamente todos os ensinamentos do livro de Sun Tzu, você se tornará rapidamente o maior mestre gamer da história, e dessa forma, não precisará mais se frustar por não ter conseguido ganhar nenhum presente da empresa do seu jogo preferido nos finais de temporada ou partidas ranqueadas.