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A Moreninha

O autor de A Moreninha é Manoel Joaquim Macedo. Foi o primeiro romance do romantismo brasileiro. O título do livro foi dado ao próprio protagonista da história, Augusto; isso foi em homenagem a D. Carolina, que era a moreninha.

HistóriaEditar

A trama de A Moreninha se passa em torno de quatro estudantes de medicina da cidade do Rio de Janeiro. Augusto é o cara catador de latinha da história que não consegue parar de sapecar e de querer comer as garotinhas, por isso os colegas fazem a aposta dele ficar mais de duas semanas com uma mesma mina sem comer. Se ele não conseguir, terá que escrever um livro de contos contando das suas safadezas que são safadamentes safadas. Se ele vencer a aposta, Filipe arruma uma boia em uma espelunca um buffet para ele. Augusto garante aos colegas que não consegue se acomodar em uma mina por mais de três dias porque ele se acha o maior cafetão da cidade.

 
O escritor do romance Abraham Lincoln Manoel Joaquim Macedo

Filipe convida a galera para fazer uma suruba passar o final de semana na ilha da vó do mesmo. Essa veia coroca cheia de lepra é a dona Ana, reconhecida em toda a cidade por ter sido a maior puta de todos os tempos, que por sinal só sabe reclamar de dores que obteve durante a vida e ele dá o prontuário maldoso de estar com hemorroidas flamejantes por ter dado muito na noite anterior. O clímax do romance é quando dona Carolina bela puta que é a moreninha deixa cair um trapo véi..., ops! Quero dizer, um breve que tinha ganhado das mãos de um quase presunto junto com Augusto quando eles se encontraram na praia para brincar de casinha pelados feitos bambis flamejantes que pulam como as macacas mortíferas da Babilônia Seca. Na época, a moreninha tinha 7 "anús didad' e o Augusto tinha 13 (OBS.: na época isso era normal, sem maldade nenhuma!).

Vão também para a ilha duas primas e a irmã de Filipe para contemplar a putaria transante o passeio; uma é pálida, a outra é a loirinha clássica e a outra é a moreninha (sem racismo, pois ela era boa pakas!). Filipe diz a Augusto que se ele pegar uma única mina e comer ela por mais de 15 dias, deverá escrever um romance falando sobe o primeiro amor duradouro (ele desafiou a honra e a moral de Augusto, para ser mais claro).

Esses amigos colorados são Filipe, Fabrício e Leopoldo. Augusto garante estar fora de risco, mas no final do livro ele retira a licença de escrav..., quer dizer, estará com o casamento funeral marcado)... ops!, quero dizer, com o casamento agendado com a Dona Carolina, que é a moreninha. Os dois se casaram e viveram infelizes para sempre!