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Caramujo-gigante-africano

(Redirecionado de Achatina fulica)
Escargot-grandão-que-transmite-doenças
O tal desgracento
O tal desgracento
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Lula-Moluscos
Classe: Gastrointerite
Ordem: Heterossexuais
Euthyneurotico
Panplonata
Eupulonada
Stylohematoma
Sigmaurethra
Família: Achatadoae
Gênero: Achatinha
Espécie: Escargot-grandão-que-transmite-doenças
achatinha fuleco

Cquote1.png Tão nutritivo quanto carne, ovo e leite. O super caramujo que está sendo criado em Minas Gerais para revolucionar a alimentação dos brasileiros. Cquote2.png
Chamada do Fantástico em 1983 sobre o caramujo-gigante-africano

Caramujo-gigante-africano é um caracol-praga que se rasteja em ambientes imundos e sem higiene, atualmente proliferado pelo mundo com a intenção de conquistar o globo, afinal é imortal.

Índice

AnatomiaEditar

O caramujo-gigante-africano é um escargot grandão, de aproximadamente 20 centímetros de comprimento, por sua textura de chiclete é relativamente comestível, dependendo do seu grau de nojinho e tolerância à ânsia de vômito, sendo que o mesmo foi alvo de matéria no Fantástico tratando de seu potencial de comestibilidade lá pelos idos de 1983. A sua pele é de coloração acinzentada lembrando um pé de diabético, como forma de mimetismo para já repelir possíveis predadores. O caramujo-gigante-africano é especialista em causar nojo alheio, se esfregando sem pudor em fezes e fazendo caretas, assim sobrevivendo bem em ambientes que não sejam a França. A sua concha é de tons de castanho, sendo a casa do animal, que carrega nas costas.

Como todo gastrópode, esses animais tem imensa fraqueza a sal de cozinha, basta despejar uma colher de chá de sal sobre o animal que ele esturrica e agoniza até a morte.

Por ser um animal lento, retardado, fraco, devagar, gosmento e facilmente matável, o caramujo-gigante-africano precisou desenvolver um mecanismo singular de defesa. O seu organismo desenvolveu uma parceria com vermes de todos os tipos, de modo que se outro animal os tocar, contrairá alguma doença que o deixará retardado, tornando os lentos e estúpidos caramujos-gigantes-africanos em animais temidos, capazes de gerar ataques de pelanca e tirar do armário quem se faz de machão.

HabitatEditar

Apesar do nome "caramujo-gigante-africano", a única parte verdadeira desse nome é o "gigante", porque de africano ele não tem mais nada, sendo um caramujo-gigante-mundial encontrado em toda parte.

A história de sua chegada ao Brasil é bastante curiosa, quando em 1980 foi trazido como alternativa para o escargot, porém o dono do restaurante em questão, ao perceber que todos teus clientes haviam contraído caganeira, decidiu soltar tais caramujos na natureza, sem saber que eles se reproduzem feito loucos, e em menos de 6 meses já podiam ser encontrados no Acre, na Patagônia e em toda parte. A Portaria 102/98 do Ibama reconhece que o caramujo-gigante-africano é um animal nojento e inútil e que é liberado a sua erradicação.

ReproduçãoEditar

São hermafroditas, e portanto podem fazer sexo consigo mesmo e se auto-engravidarem, processo que resulta numa ninhada de até 400 ovos por gravidez, fato este que os configura como pragas e devem ser exterminados imediatamente ao serem avistados (lembrando que ao contato você pega esquistossomose e meningite, sendo recomendável que você utilize um lança-chamas como forma eficaz de extermínio do animal). Durante a reprodução o caramujo-gigante-africano procura por mamoeiros e procuram pelo seu fruto onde inserem seu pênis e injetam ali seus ovos, os quais são geralmente confundidos com sementes, por isso aquelas bolinhas pretas dentro do mamão não são recomendáveis ao consumo, por transmitir meningite.

DoençasEditar

 
Ser humano tentando contrair meningite.

O caramujo-gigante-africano é o principal transmissor da meningite, doença que deixa pessoas retardadas causadas pelo verme-do-pulmão-do-rato (que apesar do nome vive dentro do caramujo-gigante-africano. Pode transmitir também a esquistossomose, doença que deixa as pessoas esquisitas, mas o caracol mais responsável por isso é o caracol-gigante-da-Boracéia.

O caramujo-gigante-africano é tão filha-da-puta, que também ajuda na proliferação da febre amarela, dengue e zika, por muitas vezes ceder a sua casinha (a concha) para servir de criadouro para o mosquito-da-dengue.