Abrir menu principal

Desciclopédia β

Sculpture samurai.jpg

Made in Japan
Este é um artigo com tecnologia do sol nascente né.
A mão de desenhar mangá chega a tremer.


Alberto Ajinomoto Fujimori
Fujimori.jpg
Japani ladronis
27.º Presidente de República do Peru
No cargo
20 de Novembro de 1990
20 de Novembro de 2000
Vice-presidente Evo Morales
Primeira-dama Yoko Ono
Antecessor Francisco Pizarro
Sucessor Álvaro Uribe
Pessoal
Nascimento 27 de Outubro de 1948
Xixinomuro, Japão
Profissão Agrônomo
Partido PT

Cquote1.png Você quis dizer: Monge Shaolin? Cquote2.png
Google sobre Alberto Fujimori
Cquote1.png Experimente também: Mestre Yoda Cquote2.png
Sugestão do Google para Alberto Fujimori
Cquote1.png Esse cara foi no Peru o que o Lula é no Brasil. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Alberto Fujimori
Cquote1.png Esse não é o cara do Cogumelo do Sol? Cquote2.png
Carla Perez sobre Alberto Fujimori
Cquote1.png É um filho da puta... mas eu gostei do governo dele. Cquote2.png
Peruano sobre Alberto Fujimori

Alberto Ajinomoto Fujimori (Xixinomuro, 27 de Outubro de 1948) é um nipo-peruano de ascendência coreana chinesa, foi presidente do Peru, além de ser o maior expoente da política lulista do país citado e o agrônomo responsável pelo desenvolvimento das maçãs variedade Fuji.

Índice

Infância e juventudeEditar

Nascido no Japão logo após o final da Segunda Guerra Mundial, Fujimori viu seu país estar totalmente fodido pelos armericanos e as oportunidades de crescimento na terra do sol nascente estarem esgotadas. Seus pais deixaram o Japão (com ele junto, claro) e rumaram para a América do Sul, a fim de conhecer as latinas gostosas, se embebdar com algo que não fosse sachê e viver com as pernas pro ar reconstruir uma nova vida e dar mais oportunidades a seu filho.

 
Foto da formatura do Ensino Médio de Fujimori. Perceba que ele sempre gostou de ficar atrás.

Ao chegarem à América, rumaram para o Peru e instalaram-se nas proximidades de Macchu Picchu. Alberto Fujimori tinha quarto anos. A alimentação típica peruana, que coloca o milho em qualquer prato, fez com que Alberto ficasse com o membro viril muito maior que a média japonesa, ficando praticamente igual à media latina. Esse é um dos fatos que ajudaram Alberto a ter uma vida sexual muito feliz, posto que era um motumbo japonês. Num dia de muito sexo muita felicidade, Alberto decidiu que iria contribuir para o crescimento do Peru como gratidão.

Com cinco anos, foi matriculado na escola Estadual de Machu Picchu, e era o único japa da sala. Na verdade, só haviam índios e filhos bastardos de conquistadores espanhóis com negras cavalonas. A duras penas conseguiu passar no ensino fundamental, com o espanhol terrível que aprendeu com o profesor paraguaio da escola.

Após completar o ensino fundamental, Fujimori iniciou o Ensino Técnico Agrícola (como todo o bom japonês que se preze) , formando-se pela Escola Estadual de Macchu Picchu. Na escola, era muito conhecido por ser um grande pegador, apesar de ser nerd. O fato de haver apenas ele de japa na região tornava-o um prato erótico exótico para as peruanas, que sempre davam um jeito de pegar no pau de Alberto para comer.

 
Fujimori, pegando no pau durante os trabalhos com as maças Fuji.

Carreira agronômicaEditar

Fujimori iniciou sua carreira universitária na Universidad Simón Bolívar, em limão Lima. Lá continuou com seu carisma e sua fama de pegador, tanto que era conhecido na universidade pelas origas que proporcionava na chácara de seus pais (os pais de Alberto adoravam participar). Após cinco árduos, longos e grossos anos, Alberto formou-se em agronomia.

Iniciou sua carreira de agrônomo como pesquisador em pomares de maçãs, onde estudava produtividade e outros aspectos da maçã. Como Fujimori entendia bem do fruto, era o cabaço cabeça da equipe. Efetuou diversos cruzamentos com as empregadas entre variedades de maçã e obteve diversos filhos frutos híbridos.

Após ficar anos cavocando na terra efetuando cruzamentos entrecruzados entre esses diversos híbridos, acabou por criar acidentalmente a variedade Fuji. Essa variedade era inicialmente conhecida por Fujimori, mas como a indústria hortifrutiranjeira peruana não gostou do nome, propôs a mudança para Fuji, já que Alberto não iria abrir mão nem fodendo de nomear com seu nome a planta que ele fez.

O grande sucesso em sua carreira como agrônomo o fez ser bem visto pela população e, principalmente, pela zelite peruana pensando que, em colocá-lo de quatro na presidência, faria uma grande merda coisa para o Peru...

Presidência e ladroagemEditar

 
Fujimori rindo ao se lembrar que deu o calote no povo peruano.

Durante a faculdade, Alberto demonstrou interesse e talento como enrolador para entrar na carreira política. Foi presidente do grêmio universitário por duas vezes seguidas e conseguiu desviar lucros de festas e eventos com uma facilidade impresionante (talvez porque os colegas dele estivessem se chapando enquanto ele roubava).

Candidatou-se a presidente, concorrendo com Evo Morales, o imperador Inca Montezuma e o demo. Sua popularidade foi decisiva para sua eleição, vencendo com 66,6% dos votos válidos de toda a população peruana (cerca de 3000 pessoas). Imediatamente sucedeu a Francisco Pizarro na presidência, sendo empossado em algum dia que ninguém lembra de 1990. Uma vez no comando do pinto Peru, Alberto tratou de fazer o que todo o bom político faz: roubar. Mal assumiu a presidência e já estava criando contas fantasma nas Brahmas Bahamas e na Suíça.

Acredita-se que o presidente desviou somas de dinheiro equivalentes ao dobro do peso da tua mãe (ou seja, bilhões de nuevos soles). Mas, como a moeda peruana nunca foi lá muito rentável, Fujimori teve de desviar muito dinheiro (muito dinheiro mesmo) para conseguir fazer seu pezinho de meia e ter uma aposentadora tranquila.

Mostrando que veio para tocar o terror, Alberto praticou uma manobra política extremamente arriscada, a mesma que fodeu com Jânio Quadros (o presidente louco da vasssourinha) e que Lula nunca teria coragem (ou inteligência) de praticar: o autogolpe. O presidente peruano se autogolpeou contra seu alter-ego bonzinho a fim de meter uma pica dura ditadura no povo peruano. E o pior é que ele fez tudo isso e ninguém se deu por conta. Só podia ser mesmo no Peru.

Uma vez com o poder todo nas mãos, fez o país andino de gato e sapato até largar o osso, em 2000. Só largou o cargo porque estava cansado de brincar de presidente, então nem se incomodou com o processo de cassação. Nas eleições que foram realizadas, Álvaro Uribe ganhou com folgada margem.

AtualidadeEditar

 
Fujimori, aproveitando a aposentadoria com sua mulher e o dinheiro peruano.

Após a presidência, Alberto ficou conhecido e chamado pelos peruanos por apelidos carinhosos, como corno, safado, FDP, #@+§&! e outros termos que não podemos publicar. Depois de criar seu gordo pé de meia e conseguir sacar todo o dinheiro roubado e depositado nos paraísos fiscais, o ex-presidente deixou Lima e passou a viver num latifúndio de 3500 hectares (cerca de 3% do território peruano), onde vive com sua puta esposa, sua amante e um monte de empregados.

Em sua propriedade, Fujimori planta maconha maçãs (tipo Fuji, é claro), que vende para exportação na Europa, América e para a zelite peruana, por preços bem acessíveis. Em 2002 recebeu o Prêmio Óleo de Peroba por sua gestão como presidente do Peru. Devido a pequenos problemas judiciais, Alberto viu-se obrigado a fugir para o Japão, mas, tal e qual um traficante preso o que não é muito diferente da sua realidade controla os seus negócios via celular, além de Twitter e Facebook, pois, como um nipônico que se preze, manja tudo sobre as tecnologias mas não usou isso em favor do povo peruano.

Condenado a 50 anos de xilindró (só) há trocentos anos, só teve bolas de voltar ao Peru recentemente, já todo mal acabado, tentando sensibilizar a população com aquele velho cinismo vitimista de aparecer só quando já está com os dois pés na cova, comum aos improbes brasileiros.

Perdão judicial de PPKEditar

Na noite de natal de 2017, o então presidente do Peru, o PPKão, concedeu um estranho perdão ao Fukushima Fujimori como forma de retribuição aos serviços prestados pela facção do ex-presidente na câmara, que acabou o livrando de ter o mesmo fim daqueles governantes ruins que não souberam nem roubar direito, aquilo que o jurista Arnaldo Cezar Coelho chama de lei do impedimento. No momento em que foi concedido o perdão, Fujimori estava numa UTI de última geração, coisa que aqueles pardos peruanos nunca poderão chegar nem perto.

A medida deixou porra louca parte dos habitantes do Peru, enquanto outros comemoraram o fato e com o fato puderam classificar o ano do país como o melhor de todos os tempos, já que a seleção nacional tivera se classificado para a copa meses antes.

Coincidentemente, após o fato, Fujimori ficou são e no dia seguinte já estava jogando até frescobol com sua esposa.

Precedido por
Alan García Pérez
 
Presidente do Meu Peru

1995 - 2000
Sucedido por
Valentín Paniagua Corazao