Alexânia

Alexânia é uma minúscula cidade pertencente ao Reino de Anápolis, localizado relativamente próximo ao Oceano Atlântico, é mais uma cidade brasileira que ninguém conhece ou tem a sensata vontade de não querer conhecer. As vezes fica desejando fazer parte do Entorno do Distrito Federal, mas nenhum candango conhece essa desgraça.

HistóriaEditar

 
Panorama da movimentada Alexânia. Um ótimo lugar para ir morrer de tédio.

Alexânia surgiu como alguns barracos de feirinhas na BR-060 (que liga Brasília a Corumbá), sendo uma importante rota do comércio de maconha e coca, principal atividade econômica do Centro-oeste do Brasil. Inicialmente com o criativo nome de Santo Antônio do Olho d'Água, os traficantes que ali reuniam-se negociavam a distribuição de drogas com os caminhoneiros que chegavam de Mato Grosso do Sul.

A cidade lutou em 1959 na guerra de independência contra Corumbá de Goiás, quando Alexandre, o Grande liderou os traficantes e vikings locais contra o povo corumbaense. Graças à bravura do comandante, a cidade foi renomeada para Alexânia e ganhou sua emancipação.

João Divino Alves foi eleito o primeiro prefeito de Alexânia, mas ele sumiu misteriosamente no dia da posse. Alguns dizem que ele se arrependeu quando soube que teria que ficar 4 anos na cidade. Outros dizem que ele foi assassinado por inconfidentes de Corumbá de Goiás. O que importa, é que esse fato não faz a mínima diferença.

EconomiaEditar

Alexânia nãos e decide se integra a Liga de Cidades Miseráveis Cheias de Marginais Parasitas do DF (Entorno do DF) ou a Liga das Cidades Dependentes de Anápolis. Nessa indecisão a sua economia, que deve ser dependente de um centro urbano maior, fica bem indecisa. A pseudoeconomia de Alexânia acaba então 100% baseada na prefeitura municipal que serve como cabide de empregos. Outro setor notável é o comércio de mesas e cadeiras de pés de manga passadas como madeiras rústicas que sub-existem por toda cidade, assim como todo tipo de produto genérico (pirata). Vale mencionar também a grande quantidade de bocas de fumo espalhadas por toda a cidade, abastecidas e coordenadas pelos principais bandidos do DF.

O setor de comércio destaca-se pelos inúmeros bares próximos à BR-060, todos sem nenhuma atração edificante, valem-se dos churrasquinhos e algumas pedritas que fazem a alegria dos caminhoneiros, contribuindo assim para o aumento da população e da variedades genética no município. Nas margens da BR consegue-se comprar freios até para discos voadores, pois mais parecem uma feira informal de barracas de lona velhas que vendem de tudo.

TurismoEditar

Mesmo com povoado de Olhos D'Águas ali por perto, um paraíso para os praticantes da maconhoterapia e da ripologia (arte de ser RIP), Alexânia oferece zero opções para os "turistas" que visitam a cidade quando seus GPS os confundem para achar o caminho de Brasília. A complexa rede moteleira é essencial na economia da cidade, e principalmente na contribuição para o crescimento da taxa de natalidade.

O Lago Corumbá 4 seria uma suposta atração, não passa de um motel a céu aberto, lugar ideal para os pobres sem dinheiro fornicarem, mas também um ambiente de paz para os cachaceiros e aqueles que desejam um morte dolorosa por afogamento nas puras águas turvas cheias de lodo do lago. Pistas de motocross (BR-060) também são outro bom atrativo da "cidade".