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All Hope Is Gone

Ozmaeleozelito.jpg Este artigo se trata de um álbum

E com certeza tem uma cópia pirata no camelô da esquina.

Conheça o resto da playlist clicando aqui.

Slipknot wants you!

Cquote1.png Realmente minha esperança neles se foi. Cquote2.png
Você ao ouvir o All Hope is Gone
Cquote1.png Tinha gente que achava que isso era Death Metal... Cquote2.png
Headbanger sobre o quarto álbum do Slipknot.
Cquote1.png Depois dessa eu saio. Cquote2.png
Paul Gray sobre deixar a banda.

All Hope is Gone é o quarto álbum da banda de New Metal menos underground e mais mascarada do início do século XXI, a adorável Slipknot, sendo esse álbum o último do baixista Paul Gray, morto pelas drogas que ele consumia para esquecer do lixo que ele fizera nesse CD.

Índice

Faça você mesmoEditar

 
Coisinha fofa da mamãe...

Depois de alguns anos do lançamento do comercialmente bem sucedido álbum Vol. 3: (The Subliminal Verses) o pessoal do Slipknot com a conta bancária gordinha e repletos das mais bizarras groupies, já que as fãs deles não são o que pode ser chamado de normal, os caras estavam entediados e queriam explorar novas fronteiras, após não terem sido muito bem sucedidos nas tentativas de escalar o Everest ou sair ileso de um clássico do West Ham United F.C. contra o Millwall F.C., os rapazes decidiram gravar um novo álbum.

 
Slipknot após ganhar uma medalha por algo irrelevante.

O álbum reuniu misturas de heavy metal com pop rock, axé e músicas imortalizadas pelos Bee Gees e o Abba, indicando influências provenientes do pagode e do reggae, atestando uma clara homenagem a bandas como Mayhem, Blondie e Chiclete com Banana. Resultado: o disco ficou estranho.

VendasEditar

Com a sólida base de gurias retardadas conquistadas no álbum anterior esse 4º álbum de estúdio vendeu aos litros, apesar da qualidade duvidosa todos os pré-adolescentes revoltadinhos sem causa compraram enchendo os cofrinhos dos integrantes da banda.

 
  Estou acabado hoje...  
Joey Jordison sobre si mesmo.

O sucesso comercial foi imenso e a crítica especializada malhou o álbum, assim como malharia qualquer outro álbum, afinal crítico de arte é um eterno "mal-comido" sempre e se não falarem mal e esculacharem a revista não vende.

FaixasEditar

  1. .execute. - 1:48
  2. Gematria (The Killing Name) - 6:02
  3. Sulfur - 4:38
  4. Psychosocial - 4:44
  5. Dead Memories - 4:28
  6. Vendetta - 5:15
  7. Butcher's Hook - 4:15
  8. Gehenna - 6:53
  9. This Cold Black - 4:40
  10. Wherein Lies Continue - 5:37
  11. Snuff - 4:37
  12. All Hope Is Gone - 4:46
  13. Child Of Burning Time (Bonus Track) - 5:09
  14. Vermilion, Pt. 2 (Bloodstone Mix) (Bonus Track) - 3:42
  15. 'Til We Die (Bonus Track) - 5:49


• OBS: Todas essas porras tem menos mais de 3 minutos.

Ver tambémEditar