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Alpestre

Gauchodanc.jpg Mas bah, tchê!

Este artigo buenaço e tri-legal é do mais puro humor gaudério dos pampas, vivente, então veste tua bombacha, recolhe teu pelego no galpão e toma um mate amargo com a gente, macanudo!

Chima.jpg
Cachaça à base de óleo de cozinha, azeite, álcool puro, leite de magnésia e cerveja - iguaria muito conhecida no município.

Alpestre é a cidade que pode ser considerada o "portal" do Rio Grande do Sul. Acha que isso traz fama para a cidade? Só para você ter uma ideia, aquilo cheira a merda e tenho certeza que se algum habitante vir aqui vai dizer que a cidade não cheira a merda, e sim a estrume... Isso se tiver algum habitante por lá.

A cidade teria sido considerada também uma das mais importantes para a corrida de Oiapoque a Chuí pois para sair do estado, Alpestre é vital (ou não).

A cidade é tão afundada a dogmas e histórias que grande parte das lendas de Alpestre parecem estar voltadas mais a um mundo privado, o qual se você dizer para qualquer outra pessoas sobre alguma lenda de Alpestre, pode acabar como um maluco.

HistóriaEditar

 
Alpestre e seu portal que na verdade é um tremendo plágio artístico.

A história de Alpestre se resume mais de novo na emancipação. Por ficarem insatisfeitos por serem um distrito tãoooo produtivo e acharem que estavam prontos para serem independentes e pagarem seus próprios impostos, eles se emanciparam junto com os outros 500 municípios do Rio Grande do Sul.

Além disso, Alpestre não se chamava Alpestre antigamente. Ela se chamava de Cthuloulol Vandeskay Toether It's Mine.

um político mais sensato antes de morrer pediu que a cidade mudasse de nome para que sua vergonha acabasse finalmente e ele pudesse descansar em paz (ou não). Então escolheram o nome de Alpestre pela vaga semelhança com os alpes suíços e também com o motivo de parecer chique com esse nome.

E a cidade segue com esse nome até hoje... Às vezes teria sido melhor Cthuloulol Vandeskay Toether It's Mine do que Alpestre.

LendasEditar

A primeira lenda vem do Bar da Dora, um suposto bar que o resto do Brasil desconhece que teria sido antigamente um prostíbulo. Lá tinha a dona que se chamava Dora. Dora acabou assassinada por alguém que a engasgou com um vibrador na garganta.

As hipóteses dizem que ou foi um amante dela que ficou revoltado por ele ter mais de oito mil galhos na cabeça (era corno) ou então de alguém que a comeu e não pagou.

Ver tambémEditar