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Alphaville

Disambug.png
Este artigo é a mais perfeita desambiguação.
Será que você estava procurando ou não por Alphaville, a banda?

Bandeira do Estado de São Paulo.svg.jpg Eaew, jhow! Este artigo é paulista: não gosta de gaúcho nem de carioca e se acha um puta trabalhador, né, meu! E não tá completo, pois o vacilão foi tomar um chôps e dois pastel, meu!

Cquote1.png Uma elite branca muito perversa. Cquote2.png
Cláudio Lembo sobre Alphaville

Cquote1.png E eu?... Ninguém lembra de mim? Eu tenho um mega shopping! Cquote2.png
Tamboré sobre Alphaville

Cquote1.png So mais minha quebrada , acho ruim pega eu , comédia Cquote2.png
Morador de carapicuiba sobre Alphaville

Cquote1.png Playboys filhos da puta!! Cquote2.png
Morador de itapevi sobre Alphaville

Cquote1.png Eu moro em São Paulo! Cquote2.png
Típico morador complexado de Alphaville, jurando que não mora na Grande São Paulo

Cquote1.png Moro em Alfavela! Cquote2.png
Morador de Carapicuiba Mostrando sua inveja sobre Alphaville

Alphaville é um condomínio residencial upper class (no curioso dialeto dos arquitetos locais, o boiolês) que inicialmente se restringia à Grande São Paulo e a Barueri. Com o enorme sucesso do “conceito urbanístico” alphavillense (na verdade uma cópia desavergonhada dos subúrbios cinematográficas dos EUA), vários Alphavilles vem sendo construídos em todo o Brasil, de modo que há um condomínio da grife em todas as capitais do país – exceto no Rio de Janeiro, cuja tradicional elite é avessa a tais paga-pausismos americanos, preferindo a paisagem urbana favelística e a aventura na fuga contra balas perdidas. A expansão também atingiu diversos cantos do mundo: Canadá, França, Suíça, Japão, Alemanha, Noruega, Rússia, Albânia, Macedônia, Indonésia, Congo, Mongólia, Camarões, Angola, Cazaquistão, Djibuti, Chade e até mesmo Portugal.

Típica moradia alphavillense.

Índice

HistóriaEditar

Alphaville (“Alpha”, para os íntimos) surgiu na década de 70, na tentativa de saciar os anseios da classe média paulistana metida à besta. Não tendo condições de morar nos Jardins ou em Higienópolis – redutos da zelite quatrocentona de São Paulo –, a autointitulada “classe-média-alta” teve de se contentar em construir mansões no meio do matagal e se submeter às mais humilhantes condições, como demorar 4 horas e meia para ir ao trabalho em São Paulo, ter de fazer transfusões de sangue periódicas devido aos enxames de pernilongos, aguentar o cheiro do saudoso rio Tietê (que cruza o bairro) e – o horror! – morar oficialmente fora do município de São Paulo. Esta última agrura causa um transtorno mental comum na região: o “complexo de periferia”. Há, inclusive, na região, psicólogos especializados em seu tratamento. Atualmente, Alphaville tornou-se a região mais cara e mais almejada pelos paulista como moradia. Sua segurança é evidente e sua area verde conquista qualquer um. Hoje temos mais de 10 escolas(9 são uma bosta), 4 faculdades(Que também são outra bosta), 3 shoppings e 1 Iguatemi(Provando que o complexo de perifeira é real).

CulturaEditar

Os alphavillenses compensam essa posição desprivilegiada em relação à elite paulistana genuína imitando fielmente o estilo de vida americano, mais especificamente o da costa nordeste dos EUA. Por este motivo, a maioria dos moradores é frequentemente acometida por outro desvio de comportamento: o “complexo de Massachusetts”, que os leva a plantar pinheiros, criar esquilos, ter ônibus escolares amarelos, comer waffles no café da manhã, comemorar o Dia de Ação de Graças, o Halloween, dia de São Patrício, 04 de Julho, vestir sobretudos durante o inverno (de +30 °C) e, depois do ano de 1999 criaram uma escola chamada Escola Internaconal de Alphaville (Alphaville International School, em inglês), que é exatamente o modelo americano (já que a escola é bilíngue), onde tudo, absolutamente é americano, inclusive as aulas de culinária, informática, física, geografia e inglês (evidencialmente), são ministradas no idioma Norte Americano, além de falar, escrever, ler, entender e "serem" americanos os alunos, cujos os pais (playboys) desembolsam cerca de R$ 2.464,86 (mensalidade acima da FGV-Fundação Getúlio Vargas), para o filho ser um "Americano nato", pois os alunos da escola tem um currículo internacional (americano), e depois de ficar se americanizando estudando o dia inteiro, pois o colégio é integral, depois de formar-se na escola vão para as melhores faculdades que o dinheiro pode comprar, geralmente vão cursar uma das várias opções de cursos de graduação disponíveis e as vastas opções de faculdades que os pais os obrigam a cursar: Unip (Administração, Direito e medicina) ou a FGV (Administração, Direito ou economia), assim os Playboys vão estarem prontos para seren Chefes. A lambeção de cu em relação ao American Way of Life é tamanha que a maioria das publicações da região é praticamente bilíngue, contendo boiolices termos como personal baby (= babá), cake designer (=confeiteiro), lighting designer (= eletricista), hair stylist (=cabeleireiro) etc. Ressalte-se, ainda, que Alphaville é o único lugar no hemisfério sul em que neva na noite de Natal. Dentre os eventos culturais famosos para os alphavillenses, podemos destacar a festa junina no ATC (clube localizado na Liberty City entrada de alphaville. seus frequentadores são de playboys, vagabundas,atletas etc. é um clube cujo o preço para ser um associado é de mais ou menos R$70.000), em que casais de adultos vão dar uma volta, tomar quentão e exibir os seus recentemente adquiridos artigos de luxo falsificados e seus novos sobretudos de inverno, enquanto seus filhos adolescentes vão fazer um "social" na fogueira, fofocar, rir alto, pagar de malandros, fumar, cagar, beber, entre outros costumes típicos da região.

ArquiteturaEditar

Alphaville se encontra em sua pior melhor faze econômica e possuem prédios velhos e ultrapassados, perdendo pra Osasco prédios lindos, dando um banho em Osasco

O estilo arquitetônico de Alphaville é inconfundível: uma versão tupiniquim dos pacatos subúrbios norte-americanos. Por este motivo, todas as casas do bairro, sem exceção, tem uma lareira, sendo necessário o uso de um potente ar-condicionado para se chegar a temperaturas suficientemente frias para acendê-la.

Alphaville tem inveja da cultura de Osasco dó de osasco ,agora osasco se encontra mais rico que Alphaville

Carapicuibanos,Alphavillienses e Osasquenses vivem em guerra com muitos tiros bombas e bananas

SegurançaEditar

Como é cercado por regiões em perene estado de guerra, como Carapicuíba e Itapevi, Alphaville tem a polícia mais bem preparada do mundo, além de um sistema de vigilância implacável. Há um muro de concreto isolando Alphaville do resto do país, e todos os não-alphavillenses que trabalham em Alphaville devem ter consigo um passaporte e passar por uma triagem para entrar no condomínio, além de frequentarem espaços públicos diversos daqueles frequentados pelos cidadãos de Alphaville. ra Alphaville só perde para Osasco a 10ª cidade mais desenvolvida do brasil os osasquences estao preocupados com os alphavilliences pobres migrando para la mas osasco tem que se preocupar mesmo com os osasquences

EntretenimentoEditar

Atualmente uma das áreas mais carentes para os cidadãos alphavilhenses, já que os mesmos contam apenas com um shopping o shooping tamboré na região onde os mesmos tem que se misturar com os flagelados de Carapicuiba e Itapevi, para resolver o problema medidas estão sendo tomadas, como a construção do seu próprio shopping iguatemi e kinoplex, evitando dessa forma qualquer risco de contaminação.

DivisõesEditar

Alphaville se divide basicamente em 5 regiões:

Residenciais 0 a 2Editar

região mais tradicional de alphaville, onde se encontrão de casas grandes a mansões. onde se tem o metro quadrado mais caro de alphaville e que vale mais que a vida de qualquer morador de Carapicuíba. os moradores geralmente são velhos milionários com problemas de impotencia como o dono da Amil, dono das casas Bahia, dono da Fast,dono da Redetv... ou famosos como Fabio Junior, Fiuk, Luciana Gimenes, Rodrigo Faro, Wanessa, Zezé de Camargo e toda esa bosta ai.

Residenciais 3 a 12Editar

Região onde se encontram os típicos sobrados americanos. Repleta de pinheirinhos, esquilinhos, playboys maconheiros, pitboys, crianças jogando beisebol e donas-de-casa desocupadas, a região é bombardeada periodicamente pelos favelados de Itapevi e Carapicuíba

 
Vista aérea do Residencial 2

TamborésEditar

Reduto dos novos ricos paulistanos. Nos condomínios do Tamboré, encontram-se megamansões porem geralmente não chegam a passar os preços dos residenciais 0, 1, 2 mas mesmo assim são nos estilos mais modernos e variados. Há castelos romenos, palacetes árabes, casas de cristal, mansões em formato de pênis etc.

 
O original estilo arquitetônico da região de Tamboré, em Alphaville.

"Prédios"Editar

Região conhecida como "cracolândia alphavillense". À noite, bêbados, viciados em crack, cheiradores de gatinhos, tarados e fudidos em geral circulam pelas ruas da região, que é próxima à fronteira com a temida Carapicuíba.

Centro ComercialEditar

Foi construído visando a abastecer os moradores de Alphaville, mas é explicitamente ignorado pelos mesmos, que preferem se abastecer na Daslu e no Shopping Iguatemi – isso, invariavelmente, faz surgir conflitos com a elite paulistana oficial, que reivindica tais territórios. 90% dos estabelecimentos do Centro Comercial é composto por consultórios de dentistas, e, os outros 10%, por pequenos comércios que só resistem por atender empregados e porteiros da região.

Centro EmpresarialEditar

É a maior concentração de gráficas do mundo, responsável pela impressão de 50% dos livros do planeta. Isso é um paradoxo patente, pois os alphavillenses leem, em média, 1 livro (de autoajuda, evidentemente) por década. É no Centro Empresarial que a exploração dos proletários carapicuibenses pela burguesia genocida de Alphaville torna-se mais evidente.

Problemas atuaisEditar

Na última década, várias levas de migrantes vindos de Osasco e da Zona Leste da Capital invadiu o bairro. Isso só foi possível graças aos, em média, 50 edifícios residenciais e 190 casas pré-fabricadas que são lançados diariamente na região, o que fez ocorrer um processo de favelização de Alphaville. A chegada dos migrantes osasquences e zonalestenses desagradou enormemente a pseudoelite aphavillense tradicional, pois a região passou a ser habitada não apenas pela classe-média-alta, mas também pela classe-média-média. O choque cultural foi inevitável. Além da apariçao exagerada de BAIANOS no Shopping Tamboré. Os neoalphavillenses, oriundos das regiões menos privilegiadas, se distinguem dos moradores tradicionais por adicionarem o artigo “o” ao se referirem a Alphaville. Assim, quando se ouve “eu moro no Alphaville”, tem-se certeza que se trata de um neoalphavillense; por outro lado, um tradicional comedor de waffle matinal fala “eu moro em Alphaville”.

Problema Psicologico Transital Agora os jovens de Alphaville estão preferindo cursar Psicologia nas faculdades, pois eles teram varios clientes com algum troço psicologico, devido o enorme transito que vai do Café Pelé, seguindo a Gruta, seguindo até a Ponte de Carapicuiba. Uma vez seguindo do Shopping tamboré até chegar no Starbucks, chegando lá o Starbucks ja havia falido. quem conhece entende Esse transito é devido aos trabalhadores de alphaville . Pois NINGUEM que mora em Alphaville, mora em Alphaville; Geralmente quem trabalha naquela região, são moradores de Carapicuiba e outras cidades vizinhas.

Problema Playboylogico No estacionamento do Pão de Açucar, em certos dias de noite (trocadilho) aquilo LOTA de playboyzinho bebendo encostados nos carros. A maioria são todos de alphaville, e quando chega algum carro abaixo do ano 99, tocando funk, todos ja ficam com muito medo, trancando o anus.

Acho que deveriam tacar uma bomba naquele estacionamento !


Veja tambémEditar