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Alseíde

Alseídes eram ninfas que viviam cantarolando e dançando nos bosques da Grécia Antiga (mais ou menos como a definição moderna de "rodar a bolsinha na madrugada"). Elas eram relacionadas às flores e aos bosques, mas no final das contas não passavam de um cruzamento entre fada num mundo de LSD.

Haviam dois tipos de alseídes, as que habitavam os canaviais e as que habitavam os bosques. As alseídes que viviam em canaviais eram boias-frias que passavam o dia cortando cana-de-açúcar para fabricarem o sagrado mer necessários para embriagar os viajantes e convencê-los de pagar por uma noite de sexo (porque não é todo muito que se sente atraído por mulheres de pele verde e azul). Enquanto as alseídes que viviam nos bosques eram apenas gurias retardadas que passavam o dia assustando viajantes colocando pó de mico em suas calças enquanto dormiam.

CitaçõesEditar

 
Duas alseídes entregando o precioso ópio para uma aprendiz, agora é só esperá-la ficar azul depois que fumar esse troço.

O primeiro e único homem que avistou uma alseíde foi Homero, que narrou seus encontros com essas entidades em seus compilados de contos eróticos:

  • "Não aguentava mais punheta, graças a Deus encontrei esse bando de amáveis ninfomaníacas (ἄλσεα - alsea) em bosques, nas nascentes dos rios (πηγαὶ ποταμῶν - pegai potamon) e no meio da selva (πίσεα ποιήεντα - pisea poiêenta)."[1]
  • "Elas [ninfomaníacas] brotaram das nascentes (krênai), elas vieram do bosque (alsea), vieram do rio sagrado (ποταμοί - potamoi) e me ofereceram essa belezinha que se chama ópio."[2]
  • "As ninfomaníacas [do Monte Ida] usavam galhos ao invés de consolos (alsea), era possível escutá-las por toda a montanha (oros), as nascentes dos rios (pegai potamon) e o mais interior das selvas (pisea), com certeza elas eram quentes."[3]

Alseídes conhecidasEditar

A alseíde mais famosa se chamava "Alseíde" (na falta de alguém saber o nome dela) que protegeu seu precioso campo de amapolas papoilas da fúria de Zeus depois que descobriu ser corno.

Logo após esse acesso de fúria, Zeus arrependido pela merda que quase fez, como recompensa pelo esforço da Alseíde, o deus olímpico a premiou com a fórmula secreta do ópio.

NotasEditar