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Desciclopédia β

Amerício
Amerício granulado.jpg
Achocolatado de amerício. Agora só dissolver em leite e oferecer ao desafeto
Símbolo, número Am, 95
Série Radioativídio
Principal isótopo 241Am
Propriedades atômicas
Massa atômica "243" cus
Dureza Desconhecida porque ninguém quis morrer testando ainda
Nível de radioatividade Altíssima, nível Hulk
Nível de toxicidade Desconhecida
Propriedades físicas
Comestível? Super Size Me não recomenda
Inalável? Não
Posso passar na pele? Só em Goiânia
Onde encontrar Ivy Mike, Chernobyl e similares
ponto de fudição Dado irrelevante
ponto de rebuliço Dado irrelevante
Coisas de quadrinhos
Probabilidade de te transformar num super-herói Alta; te transforma no Shazam



Amerício é um elemento químico da classe dos radioativídio, irmão do urânio e do plutônio, então já deu pra perceber que coisa boa não vem por aí, a não ser que considere a dizimação de Hiroshima e Nagasaki como algo bom ou necessário para terminar uma guerra da maneira mais chocante possível. O nome do elemento, evidentemente, é uma homenagem à América, um lugar insalubre e cheio de pessoas grotescas (incluindo Goiânia e seu estranho amor por césio) que combina bem com este elemento grotesco e estranho, não a toa é amplamente utilizado na culinária local devido a dependência química que causa nas pessoas, tanto que é um dos poucos elementos, junto ao sódio e ao cloro, que as pessoas na América consomem 24 horas por dia, 7 dias por semana.

CaracterísticasEditar

O amerício é um elemento radiativo que está aí na natureza apenas para te causar câncer ou realizar mutações em seu DNA (vide o Hulk e toda série de jogos Fallout). Em seu isótopo mais estável, o 241Am, o amerício raramente aparece em seu estado puro, mas misturado em pequenas quantidades com gorduras e outros elementos que fazem dele um tempero ideal para comidas originalmente sem sabor (culinária norte-americana). Os elementos mais comuns a companhar o amerício fabricado em usinas nucleares é o Mc (formado por restos de cartões de pagamento MasterCard), o Don (que vem dos pelos do gatinho do chefe da família da máfia) e o Ald (que são os ácidos graxos).

Quando combinados com esses três elementos Mc, Don e Ald, o amerício exerce sobre o corpo humano sede, fome, obesidade, excesso de estupidez em um raio de 50m, mal hálito, decadência cerebral devido ao decaimento de carbono que formam os neurônios e sua consequente extinção, além do desejo de apoiar abertamente o regime da Arábia Saudita. Organismos (como humanos) são altamente suscetíveis a este elemento, rapidamente tornando-se dependente químico do amerício caso exposto a uma alimentação com base no elemento, reduzindo assim sua expectativa de vida, que poderia ser de 120 anos, para apenas 45 anos.

HistóriaEditar

Elemento detectado pela primeira vez em 1492 por Cristóvão Colombo, no entanto, o explorador estava convencido de que descobrira apenas uma versão radical do elemento Índio, portanto o amerício permaneceu muitos séculos sem ser estudado, até que em 1944 o chef de cozinha Glenn T. Seaborg abre uma franquia de McDonald's na Califórnia e escraviza Ronald McDonald para produzir seus sanduíches, mas como a fabricação em massa de sanduíches não correspondia à demanda de bois disponíveis para o abate, foi então que despejaram amerício no atol Enewetak, um experimento secreto de uma operação de codinome Ivy Mike, que criou ali vacas radioativas com carne sabor de minhoca, capazes assim de suprir essa nova demanda de toneladas de hambúrgueres por dia.

AplicaçõesEditar

Embora seja majoritariamente utilizado na alimentação, o amerício como metal tem outras funções, como por exemplo, compor a estrutura de detectores de fumaça para que esses itens sejam acoplados ao teto de diversos prédios públicos para que assim disfarçadamente transmitam câncer para seus habitantes, exercendo um bom controle populacional.

Outra utilidade menos comum é fazer parte de declarações de amor nerds (pouco comum porque nerds normalmente morrem virgens), sendo o "am" utilizado na sentença "Eu Te Am O".