Abrir menu principal

Desciclopédia β

Holland-1.jpg
Dit artikel is van Nederland!!
Este artigo legalizou o casamento gay, a eutanásia, o aborto, a prostituição, a putaria, a maconha e o cheiramento de gatinhos. O autor abastece seu carro num posto Shell, tem uma TV Philips, bebe Heineken e come queijo gouda com carne de cavalo.


Cquote1.png Você quis dizer: Amsterdamos Cquote2.png
Google sobre Amsterdã

Cquote1.png Você quis dizer: Carpe Diem Cquote2.png
Google sobre Amsterdã

Cquote1.png Na União Soviética, as ruas fazer sexo em VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Amsterdã

Amsterdã (Amesterdão para os portugas) é uma das capitais da Holanda, conhecida mundialmente por ser um puteiro a céu aberto e, sobretudo por sua população ignorante e criminosa. Armas, drogas e bicicletas roubadas são geralmente comercializadas em floriculturas, supermercados e cafés, os quais concorrem violentamente ao monopólio nestes ramos lucrativos.

A bandeira da cidade. Os "xxx" simbolizam os moinhos de vento o sexo (algo essencial para a economia da cidade).

Além de tudo, Amsterdã é também o cantinho para os amantes. Sexo e infinitas drogas são garantidos 24 horas por dia, sete dias por semana.

A tradição diz que nesta pitoresca cidade existem gaiolas de vidro, nas quais putas mulheres nuas se mostram em público, esperando transar com americanos e japoneses de meia-idade e com ingleses bêbados.

Por consequência do fato de os diques serem, na verdade, esgotos a céu aberto, Amsterdã é recordista mundial como cidade com maior número de doenças. Existem tantas, que muitos habitantes as possuem em seus nomes. Teringlijder (tuberculoso) e pleurislijder (catarrento) são sobrenomes bastante populares, os quais podem ser ouvidos a qualquer hora na rua.

Índice

Pontos TurísticosEditar

História? Economia? Geografia? População? Esses dados se resumem a uma única coisa: MACONHA E PUTAS. Cacete, quanta coisa boa!

 
A Estação Central 60 anos antes de sua construção começar

De Bodemloze Geldput (o buraco negro de grana)Editar

Desde o final da década de 90, está sendo construído em Amsterdã um túnel de dinheiro. Este túnel deve levar dinheiro da zona norte à zona sul da cidade em apenas 20 minutos, de modo que os bancos possam ter um rápido abastecimento de grana. Este método é bem parecido com o túnel maior brasileiro, o qual conecta os traficantes investidores e produtores colombianos da indústria de relaxantes aos favelas centros de distribuição do Rio de Janeiro. Esta linha “norte-sul” na verdade já possui dezenas de milhões de euros engolidos, pela qual a prefeitura pode injetar mais alguns milhões na obra, tendo como responsável o engenheiro Paulus Maluvij. Por isso que o projeto faz amplamente jus ao seu nome, “o buraco negro de grana”.

De Wallen (os bancos)Editar

 
Os bancos, com suas lamparinas vermelhas e estranhos seres aquáticos

Este território com iluminação pública vermelha existe desde de que Amsterdã se tornou a capital nacional (mas não provincial). Aqui pode-se encontrar pessoas, sobretudo mulheres, que são sedentas por sexo, em troca de uma “pequena” compensação. A doidera toda é que se encontra nesta área no máximo 4 nativos por vez. Isto se deve provavelmente ao fato de os holandeses procurarem por sexo mais barato, necessariamente pelo preço que a tua mãe cobra, ou seja, o de uma tubaína.

De ZeedijkEditar

 
Olha só quantas bicicletas para serem roubadas!

O Zeedijk faz limite direto com os bancos (de Wallen). Aqui pode se encontrar todos os tipos de muambinhas chinesas que se possa imaginar. Para fazer com que os muambeiros comerciantes se sintam bem à vontade, a prefeitura cessou todos os direitos deles. Agora eles tem um dia isento de impostos uma vez por ano, igualzinho na China. Todo mundo que fala sobre democracia nesta área - incluindo os 6 moradores ilegais autônomos - são apagados (acordam com a boca cheia de formigas holandesas) e/ou são declarados fora-da-lei e/ou são deportados de volta para a China.

De Dam (a represa)Editar

O maior vibrador do mundo se encontra lá, na praça da represa (het Damplein). Este vibrador na verdade é uma homenagem a todos os mortos na Guerra dos Smurfs. Ele vibra de hora em hora no ritmo do Wilhelmus, o hino nacional da Holanda, fazendo com que os quatro leões de pedra simultaneamente rujam a canção dos Smurfs. À noite os leões dormem, e algumas mulheres bêbadas são deixadas atrás do monumento para cantar a canção dos Smurfs. Há quem diga que nosso deputado Clodovil entrou com um projeto na câmara, pedindo uma réplica deste, com algumas modificações. Entre as reivindicações estão a localização - na cidade de Pelotas, e o toque do badalo - Go West. Alguns operadores de telemarkenting também vão estar apoiando o projeto para que o mesmo esteja sendo aprovado. A razão disto tudo foi a decisão de uma francesa de 15 anos em usar este vibrador. Ela milagrosamente obteve êxito, porém foi levada imediatamente ao hospital após o uso, onde ela foi internada mais tarde com os lábios arregaçados.

Tudo atrás da represaEditar

 
Vista aérea de uma praça de Amsterdã. O melhor ponto para se adquirir maconha na cidade.

Em cada face do que fica atrás da represa, pode-se encontrar uma placa, sobre a qual está escrita “Coffeeshop”. Junto às várias placas com “Coffeeshop” escrito, encontram-se também os ingleses bêbados em seu habitat natural. Vários jovens também ficam vagando por lá, na esperança de pegar alguma ervinha, embora isto não seja permitido pelas leis recentes. Por isso eles pedem para cada transeunte que comprem para eles..

As nove ruazinhasEditar

As nove ruazinhas são as nove ruas entre os 3 canais de Amsterdã (Canal dos Príncipes, Canal dos Emperadores, Canal do Rei Canal dos Senhores). Aqui se encontram um monte de lojinhas desconhecidas, nas quais vendem-se principalmente tranqueiras dos anos setenta, pratos velhos e roupas de segunda mão em estado duvidoso. Próximo a estas xibocas, pode-se também sentar e relaxar nos terraços e apreciar torradas.

LeidsepleinEditar

Ao redor desta praça se situava antigamente a cidade de Leiden. Mais tarde, Leiden foi guinchada e colocada onde a cidade se situa atualmente. Caso algum meliante seja preso por bater carteiras nesta área, este tem a cabeça decepada sobre o palco do Teatro Municipal. Um espetáculo diário bem humorado, acompanhado de cuspidores de fogo, acrobatas e estátuas-vivas.

Elandsgracht e LijbaansgrachtEditar

Aqui pode-se estacionar o carro em uma enorme garagem e subir num ônibus no ponto. Depois de parar o carro, pode-se fazer compras no Elandsgracht, onde velharias, produtos naturais e sapatos muito caros podem ser adquiridos. De volta ao estacionamento, o proprietário do veículo se depara com uma das duas situações:

  1. Meu carro foi roubado
  2. Tenho cartão de crédito

Em ambos os casos, o proprietário poderá se dirigir ao prédio da delegacia de polícia, o qual foi construído no outro lado da rua especialmente para estes ocorridos.

MuseumkwartierEditar

Aqui os amantes das artes podem apreciar várias manifestações artísticas, para depois rolar na grama da Praça do Museu (het Museumplein), contanto que tenha havido um nivelamento no local, tendo em vista que após isto a grama fica mais grossa depois de 3 semanas. Além disto, há também uma pista de skate e uma quadra de basquete. Alguns tapumes foram colocados a 3 metros do centro da praça, para que nenhuma bebida não-alcoólica seja utilizada.

Fatos curiososEditar

  1. Antes da adoção do Euro, a Maria Joana (Holanconha) era uma importante forma de pagamento utilizada (uma cervejinha também era aceita). Contudo, bicicletas ainda são até hoje uma moeda de troca bastante utilizada.
  2. Em Amsterdã podemos encontrar os mais diferentes grupos étnicos, especialmente hippies, proto-yuppies, muçulmanos e transsexuais.
  3. Cada cidadão de Amsterdã estaciona nos 21 anos e permanece com esta idade para sempre. A razão para este fato é desconhecida. Especula-se que Amsterdã faça parte de Neverland.
  4. Um esporte muito popular na cidade é fazer baderna. Os pais podem colocar seus filhos desde pequenos num clube de baderna. As contribuições feitas a estes clubes são reembolsadas pela prefeitura.

Ver TambémEditar