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Amy Jo Johnson

ESTE ARTIGO É SOBRE UMA GOSTOSA!!

Ela provavelmente não sabe atuar, dançar, cantar, desfilar, praticar esportes, fazer cálculos matemáticos ou qualquer coisa de útil para a humanidade. Mas quem liga? Todo mundo a conhece apenas porque ela é uma baita duma

GOSTOSA

Loira tatuada.jpg

Amy Jo Johnson é uma premiada atriz, diretora, roteirista, cineasta, compositora, cantora, multi-instrumentista e ginasta estadunidense. Porém, de nada adianta ela fazer todas essas porras, pois sempre será lembrada única e exclusivamente por ter interpretado a personagem Kimberly Ann Hart, a primeiríssima ranger rosa da franquia weeaboo Power Rangers, cópia tosca e malfeita dos não menos toscos e malfeitos Super Sentai japoneses.

Amy Rose Kimberly Ann Hart Pink Power Ranger Jo Soares Johnson & Johnson
Amy jo johnson gemini awards.jpg
Amy Jo Johnson feliz (sorriso forçado)
Nascimento 6 de Outubro de 1970
Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Ocupação Cantriz

Cquote1.png Já comi! Cquote2.png
Power Ranger Vermelho sobre Amy Jo Johnson
Cquote1.png Será que a buceta é rosa também? Cquote2.png
Pervertido sobre Amy Jo Johnson
Cquote1.png Não estou impressionada. Cquote2.png
McKayla Maroney sobre Amy Jo Johnson

InfânciaEditar

 
Amy em seus tempos juvenis.

Nasceu em Massachusetts, filha de um casal de vendedores de carros (pai) e roupas (mãe). Tem dois irmãos mais velhos, o que faz dela a filha caçula. Sendo a mais novinha da prole, é natural que Amy tenha sido a mais mimada dos três, sempre incentivada a fazer muita merda por aí sem nunca ser repreendida. Foi uma criança hiperativa e com déficit de atenção, então não conseguia se concentrar durante as aulas na escola e ao invés de estudar ficava correndo pela sala, ajudando a distrair também seus colegas. Após levar muitas advertências e ter seus pais chamados inúmeras vezes pela direção escolar por causa de seu mau comportamento, Amy finalmente foi expulsa. Sua fama de péssima aluna espalhou-se pelas escolas de todo o país, então ela nunca mais conseguiu ser matriculada em nenhuma. Sua família acabou se mudando de mala e cuia para o Canadá, por isso Amy tem dupla nacionalidade e também é oficialmente uma cidadã canadense. O fato de terem atravessado a fronteira não adiantou de porra nenhuma e Amy continuou sendo a mesma guria retardada de sempre. Seus pais então desistiram de tentar enfiá-la na escola e optaram por inscrevê-la em um curso de ginástica artística, assim ela poderia extrapolar sua falta de educação, digo, hiperatividade, descontando tudo em seus instrutores. No fundo, torciam mesmo é para que ela sofresse alguma contusão grave, se esborrachasse no chão e tivesse um traumatismo craniano severo, assim ficaria inválida e não encheria mais o saco de ninguém. Mas para a surpresa de todos, Amy pegou gosto pela ginástica e em pouco tempo virou a melhor atleta da turma. Ela passou a se apresentar profissionalmente em competições realizadas por toda a América e a Europa, o que obviamente passou a lhe render muita folhinha verde e foi enriquecendo sua família, já que ela ainda era menor de idade e portanto não podia administrar seu próprio dinheiro.

Aos dezessete anos de idade, começou a namorar o diretor e produtor Christopher Jaymes, por quem abandonou a carreira de ginasta para trabalhar com atuação. Foi morar em Nova York com o fulano e começou a fazer aulas de teatro em uma comunidade de mendigos.

CarreiraEditar

 
Tentando se passar por nerd.

Aos sete anos de idade, Amy Jo Johnson começou a treinar na ginástica artística, por livre e espontânea pressão. Como a maioria de suas colegas eram obesas mirins de tanto se empanturrarem de McLanche Feliz, Amy naturalmente era a mais ágil, portanto era também quem melhor conseguia realizar os exercícios. Não que ela fosse uma atleta espetacular, mas se comparada às demais alunas, era de fato a menos pior. Na falta de parâmetros decentes para avaliar suas habilidades, ela passou a acreditar que tinha futuro competindo profissionalmente e saiu mundo afora participando de vários campeonatos. Por ser bonita e se exibir usando aqueles maiôs colados que evidenciam as curvas femininas, os juízes mal prestavam atenção em seu desempenho e davam sempre a nota mais alta, como se estivessem julgando um concurso de beleza e não de esporte. O fato de Amy ser especialista na modalidade das paralelas assimétricas só ajudava a incentivar ainda mais sua erotização, já que ficava esfregando e manuseando aquelas barras de formato sugestivamente fálico. Paralelamente à carreira de ginasta, Amy também fazia aulas de teatro, pois como seu talento na ginástica era nulo, ela precisava ao menos aprender a fingir.

 
Amy do jeitinho que você gosta (bata com moderação).

Em 1993, Amy brigou com o namorado, com quem dividia uma espelunca em Nova York, e se mudou para Los Angeles. Tirando proveito do que aprendeu na ginástica, passou a se apresentar nas sinaleiras fazendo malabarismo e contorcionismo para conseguir esmola. Durante uma dessas apresentações, teve como espectador o produtor Haim Saban, que estava à procura de jovens anônimos e sem amor próprio para formar o elenco da primeira temporada de Power Rangers, e conseguiu impressionar o sujeito. Por sua agilidade e flexibilidade, ele logo pensou que Amy seria uma excelente contratação, já que dispensaria o uso de dublês e isso contabilizaria um gasto a menos. Saban então deu a ela o papel de Kimberly Hart, a ranger rosa, mas no final das contas sua experiência como ginasta nem teve utilidade, pois as cenas de luta foram descaradamente reaproveitadas da série original, Zyuranger. Amy e os outros atores nem precisavam vestir aquelas fantasias coloridas ridículas e só gravavam as cenas em que os personagens estavam destransformados.

O papel de Kimberly trouxe a Amy fama instantânea, já que era a mais gostosa do seriado. Sua companheira de cena, a vietnamita Thuy Trang, não atraía tanto o interesse dos punheteiros porque o ranger amarelo original japonês era homem, então nas cenas em que sua personagem Trini Kwan se transformava, ela automaticamente ganhava uma saliência entre as pernas. Tudo bem que era uma saliência pequena, afinal de contas, todo mundo sabe que os japoneses não são lá muito pirocudos, mas mesmo assim era notória a diferença corporal entre ambas, até porque a ranger rosa tinha uma sainha e mesmo que também fosse travesti, o figurino ajudaria a dar uma disfarçada. Mas enfim, Amy virou a queridinha dos adolescentes e aparecia em tudo quanto era capa de revista destinada a essa faixa etária. Era chamada para gravar vários comerciais e entrevistas e sua cara ficava exposta em tudo quanto era outdoor. Chegou um momento em que a atriz começou a ter crises de identidade e não sabia mais se era Amy ou Kimberly. Ela não podia mais usar relógio de pulso, pois toda vez que ia ver as horas, acabava gritando que era hora de morfar. Por causa dessa loucura iminente, seu afastamento da série foi inevitável, e em 1995 ela foi substituída por Catherine Sutherland.

 
Seu ar de felicidade por ainda ser lembrada pelos fãs de Power Rangers é notório.

Após passar um tempo internada em uma clínica psiquiátrica para tratar sua powerangerfobia, Amy decidiu retomar a carreira. Fez várias participações toscas como figurante em filmes e séries que ninguém assistia, até finalmente voltar a ganhar um papel decente em 1998 no dramalhão Felicity. Sua nova personagem era uma puta metida a roqueira, então Amy aprendeu a ler e escrever cantar e tocar guitarra para ter uma interpretação mais convincente. A trilha sonora de Felicity era tão ruim que os momentos em que Amy aparecia cantando na série eram considerados um alívio para os ouvidos dos telespectadores, não porque sua voz fosse linda, mas porque as músicas de outros artistas eram horríveis demais. A partir de então, Amy se convenceu de que tinha algum talento musical e decidiu investir nisso. Montou com alguns amigos uma banda chamada Valhalla, da qual era vocalista e guitarrista, e entrou em estúdio para gravar três álbuns próprios. Sua primeira música de trabalho, Puddle of Grace, foi incluída na trilha de Felicity e virou a música-tema de sua personagem. Na canção, Amy choramingava sobre sentir saudade de sua mãe, já que na série interpretava uma órfã. E não é que pouco tempo após o lançamento da bagaça sua mãe biológica morreu de verdade? Para uma pessoa normal, isso seria uma tragédia, mas Amy tirou proveito disso para se vitimizar e alavancar a carreira, sendo então indicada a vários prêmios por pura compaixão da mídia. Mas mesmo com tudo isso acontecendo, o público continuou associando a imagem de Amy à da ranger rosa.

 
Amy Jo Johnson nos dias de gravação do seu novo álbum.

Em 2008, ela voltou para o Canadá e conseguiu o papel de protagonista na série policial Flashpoint. O trabalho tinha tudo para se o maior sucesso de sua carreira e finalmente afastá-la do estigma de Power Rangers, mas ela caiu na asneira de ficar prenha antes do término das gravações. Quer dizer, nem tão asneira assim, porque dessa forma ela conseguiu dar o golpe da barriga em um empresário podre de rico, Olivier Giner, com quem acabou se casando depois. Só que seu desejo de ser desassociada da ranger Kimberly foi por água abaixo. Após parir sua até agora única filha, Amy entrou em depressão pós-parto e se recusou a amamentar o bebê. Sobrou então ao pai da criança a tarefa de fazer isso, embora seu leite fosse um pouco diferente do que saía da teta de sua esposa. Como deu uma embarangada com a gravidez, Amy parou de ser convidada para atuar, e foi ficando puta com isso. Deu a louca nela e a mulher resolveu que passaria a roteirizar e dirigir seus próprios filmes. Por incrível que pareça, essa ideia de merda deu realmente certo e atualmente tem sido seu principal ganha-pão. Mas sua aparência estragada também rendeu frutos, e ela interpretou a cantora baranga Janis Joplin em um espetáculo teatral. Felizmente, Amy conseguiu recuperar a beleza depois, e hoje em dia é uma bela de uma MILF.

Ver tambémEditar

  • Folk, o estilo musical que ela canta.
  • Toronto, local onde vive atualmente.