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Aparecida do Rio Doce

Aparecida do Rio Doce é uma cidadezinha qualquer largada no interior de Goiás que ninguém conhece porque ninguém se importa mesmo.

Índice

HistóriaEditar

 
A deprimente BR-364 que liga Aparecida do Rio Doce à civilização.

O lugar surgiu de forma planejada, quando a prefeitura de Jataí em 1963 decidiu lotear uma terra distante para mandar os caipiras miseráveis e desempregados da cidade, além de um grande aterro sanitário para lixo radioativo e nuclear.

Aquele povo passou anos capindo, arando e colhendo, e assim a cidade cresceu (ou não). Uma cidade de 2000 habitantes não dá para chamar de coisa crescida.

Em 1991 evolui para município, na falta de um bom nome, usaram a tradicional ideia goiana de homenagear Nossa Senhora da Aparecida, e o Rio Doce estava por ali e essa foi a ideia. Em 1993 o prefeito Darci Moreira de Lima orgulha-se por não registrou um único homicídio em 4 anos, isso porque não existiam delegacias para registrar as ocorrências.

Atualmente não passa de um ponto de parada na BR-364 que liga o Mordor à Terra do Metal.

GeografiaEditar

A cidade é divida por dois lados (de acordo com a rodovia que corta a cidade), e devido à falta de estudo do povo, ainda chamam um lado de "centro".

Vegetação predominantemente formada pelo cerrado, ou seja, é mais uma cidade do interior quente pra caralho.

É cortado pelo Rio Doce, mas e daí?

EconomiaEditar

Economia baseada no comércio de milho, soja e gado de corte (nossa! Mais que novidade! Por isso o estado de Goiás é tão fudido).

A BR-364 contribui bastante para a economia da pequena cidade. Caminhoneiros de todas partes do Brasil acabam parando por ali para usufruir dos cabarés e prostíbulos da beira da estrada.

E uns dos poucos restaurantes da cidade (que são apenas 2) fecha para o almoço.

PopulaçãoEditar

Há mais cachorro que gente. Cidade de pouco mais de 2000 caipiras, todo mundo sabe quem é todo mundo, e o passatempo predileto é tocar viola enquanto jogam baralho bebendo pinga.

Quem é velho na cidade, é ídolo. E quem é acaba de chegar, apanha. A pessoa só é conhecida pelos parentescos. Exemplo: filho de fulano, neto de fulano, sobrinho de fulano.

CulturaEditar

Pouco pode se dizer da cultura dessa cidade, apenas que acham que ser estuprado é normal e que chama geladinho de "laranjinha" mesmo nem sendo necessariamente sabor de laranja.

A População é sempre divida por dois partidos políticos. Duas pessoas de partidos diferentes não podem ser amigas.

Ninguém bate na casa de ninguém nem liga avisando que vai chegar. Apenas chega entrando.

E por último: todo mundo fala mal da cidade, mas ninguém sai de lá, porque não tem pra onde ir...

SegurançaEditar

Durante quatro anos consecutivos não foi registrado nenhum homicídio. Isso porque não há delegacia para registrar. Durante quatro anos consecutivos não foi registrado nenhum homicídio também porque a população não mata, suicida.