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Desciclopédia β

Aquileia

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

World Heritage Site logo.png

Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Cquote1.png Você quis dizer: Terra do Aquiles Cquote2.png
Google sobre Aquileia
Cquote1.png Experimente também: Aqui Cquote2.png
Sugestão do Google para Aquileia

Arte encontrada em Aquileia, o desenho de um bode.

Aquileia é mais uma das diversas comunas italianas que ninguém jamais ouviu falar, sendo essa colada na Eslovênia um país da antiga Iugoslávia e que provavelmente sofreu muito na crise econômica de 2009 assim como todos os países do velho continente que se cagaram nessa época.

LocalEditar

Aquileia devia ter sido o nome da cidade natal do guerreiro viadinho grego Aquiles e onde ele provavelmente passaria a sua lua-de-mel com o Pátroclo, isso se ele não tivesse levado uma flechada no calcanhar, coitado... Mas essa cidade não é a terra do Aquiles, esse local não é porra nenhuma, nunca foi de grande importância para ninguém, nem os habitantes gostam da cidade, por eles todos migrariam para a República Checa.

A cidade teve uma utilidade durante o império romano, na fase highlander do pessoal da bota, serviu de porto seguro enquanto eles arregaçavam mediterrâneo afora. Depois desse tempo áureo a cidade virou uma aldeia medieval com uma igrejinha gótica no meio, algo supercomum na região, mas que a UNESCO ADORA.

 
Construções de Aquileia, se bate um ventinho já era.

PatrimônioEditar

O local foi nominado patrimônio mundial da humanidade humana do mundo, isso graças às suas ruínas com 2000 anos de idade sob constante risco de desabamento e sua basílica em estilo gótico-românico, coisa muito comum na península itálica, já que por lá igrejas gigantes tendem a brotar do árido chão.

Apesar das ruínas e da basílica, Aquileia não atrai muitos turistas, tudo que atrai são bósnios sujos fugindo da fome e afim de um lugar para se encostar. As ruínas, a cada dia estão piores pois ninguém mais tem saco de deixar as colunas em pé, fato que contribui para o pouco fluxo turístico.

Ver tambémEditar