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Arame (Maranhão)

Arame é apenas mais uma daquelas cidadezinhas roceiras e sem graça, em que o tempo parece que demora mais para passar. Localizada em algum lugar do Maranhão, Arame apenas é visitada por doidos e por criminosos que estão fugindo da polícia.

Índice

HistóriaEditar

 
A moderna e bem estruturada estrada que liga Arame (também conhecido como "o cu do mundo") ao resto do mundo, a MA-008. Boa sorte para atravessá-la. Você vai precisar...

Por incrível que pareça, esse buraco (Um buraco mesmo pois ao olhar pros lados você só avistará montanhas) tem sim uma história! Sei que é difícil de acreditar, mas... Bem, se até mesmo o seu banheiro tem uma história, porque Arame não pode ter?

Nos primórdios, Arame era apenas um latifúndio inútil, que os moradores de Santa Luzia usavam para jogar os corpos dos inimigos que matavam na base do tiro de carabina - E essa era uma ótima tática, pois o último lugar em que a polícia maranhense ia procurar pelo desaparecido seria em Arame.

Após alguns anos de uso contínuo do terreno de Arame como depósito de presuntos, alguns doidos que tinham fugido de um hospício de Barreirinhas chegaram lá, e, como não tinham noção de que o terreno de Arame era uma grande droga, resolveram montar os seus barracos por lá mesmo, pois pelo menos assim eles tinham certeza que os funcionários do hospício nunca os achariam - Bem, na verdade, nem mesmo os GPS's os achariam.

Com o tempo, esses doidos foram tendo filhos com algumas putas pagas de Santa Luzia, o que ocasionou um grande crescimento de Arame. Está certo que metade dessas crianças morria de fome e de sede após alguns dias de vida, porém, isso não é importante. O que importa é que as crianças guerreiras que ficaram vivas prometeram para os seus pais que iriam continuar procriando, até o dia em que Arame se tornasse algo melhor do que um terreninho isolado do mundo e submisso ao governo de Santa Luzia. Infelizmente, eles não conseguiram cumprir a promessa, pois morreram de fome após um comum período de seca na região. Porém, como diz o velho deitado, a esperança é a última que morre, e os (poucos) moradores de Arame até os dias de hoje acreditam que, algum dia, a sua cidadezinha irá conseguir se tornar uma metrópole tão grande e influente quanto Sertãozinho.

Mas qual a origem do nome? Antigamente havia uma grande fazenda cercada por arame onde se criava boi e galinha. Os ladrões de galinha tinham um código secreto para se comunicarem e roubarem as aves da fazenda que era "Arame", todos que roubavam galinhas diziam que iam para o "Arame". Com o tempo o nome passou a ser comum, até mesmo quem não era ladrão de galinha sabia o significado. Dessa forma a cidade recebeu o nome de Arame e as galinhas entraram em extinção.

EconomiaEditar

 
Uma rua trafegável para os padrões de buracos avistados em Arame (note a moto ali estacionada na maior normalidade).

Apesar de constar no papel que Arame é um município independente, na verdade, esse buraco nunca deixou de ser apenas um bairro totalmente dependente de Santa Luzia.

Apesar do nome, a economia de Arame não é baseada na exportação de arame. Na verdade, toda a economia desse buraco é baseada no tráfico de drogas, que é fortemente apoiado pela prefeitura local.

SegurançaEditar

Arame é o município mais perigoso do Maranhão, possui cerca de 30 mil habitantes segundo os nerds chatos da Wikipédia, mas isso é por pouco tempo pois estima-se que a população em 2040 vai ser composta apenas por calangos, já que o índice de homicídios é mais de 50 vezes maior do que o da Faixa de Gaza e chega a ser de 666 habitantes por minuto.

Um dos homicídios que mais repercutiu na cidade e passou até no Jornal Nacional foi da morte de um menino de 10 anos por ter matado um Calango da vizinha no povoado Calumbi. O garoto chamado de Matango gostava de matar esses bichinhos por que sempre que os via eles balançavam a cabeça com um sinal de negação. Assim, no dia 6 de junho de 2006, numa manhã às 6 horas o menino matou um calango da vizinha chamado Milango, era o calango de número 100 do menino. A vizinha chamada Carla Ango ficou tão indignada que cortou o menino em 999 partes e deu para os seus 999 calangos de criação comerem os pedaços. No entanto, por ter perdido seu calango de número mil e sua coleção ficar incompleta, a mulher entrou em depressão e se matou, mas até hoje ela puxa o pé de quem mata calango no Arame.

EducaçãoEditar

A educação em Arame é muito boa. Todos os dias, os adolescentes da cidade treinam suas aptidões artísticas desenhando pirocas no muro dos vizinhos.

Vale lembrar que em Arame, a cada 10 pessoas, 11 falam da vida alheia, o que faz parecer que na cidade tem cursos gratuitos para o ramo de fofoca.

TransportesEditar

Muito bons, com certeza. Todos os dias, sai de Arame um pau-de-arara carregado de gente, com destino à São Paulo.