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Arcoverde

Cquote1.png Houston, we have a problem Cquote2.png
Astronauta americano no espaço sobre Arcoverde
Cquote1.png Decadente até dizer chega Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Arcoverde
Cquote1.png A cidade é o pipôco, erva e música da melhor qualidade Cquote2.png
Hellcifense sobre Arcoverde
Cquote1.png Pensei que era uma vila de plantadores de ervas Cquote2.png
Buiquense sobre Arcoverde
Cquote1.png Coca-cola? Conheço não, aqui só ter erva e cachaça... Cquote2.png
Agricultor arcoverdense sobre Arcoverde

Arcoverde é uma decadente cidade de Pernambuco que queria ser do agreste mas foi abnegado a ser do sertão mesmo por ser quente, seco e podre demais. A cidade é conhecida por ter, historicamente, uma das maiores concentrações de mulher interesseira do estado. Mais recentemente, também é conhecida como tendo uma atuante comunidade emo e ponto de afluência de hipongas de todo o Brasil durante o São João, para ver o show de Cordel do Corno Encantado.

Índice

HistóriaEditar

 
Arcoverde, a única cidade do mundo que não tem favelas porque ela já é uma favela em si.

Arcoverde foi fundada lá pelos idos do século XIX por duas fazendas decadentes que não tinham mais nada o que fazer no meio de uma seca braba, formando uma vila chamada Olho D'Água dos Bredos. Olho D'Água, por sinal, é o nome de um decadente clube da cidade, tão pequeno que realmente parece um olho... um terceiro olho, pra ser mais preciso.

Nos anos 1920 é elevada à categoria de cidade com o nome de Rio Branco, antevendo a desgraça decadente que a capital acriana iria ser no futuro. Finalmente, nos anos 50, toma o nome de Arcoverde, sobrenome de uma decadente família cujo filho mais "ilustre" havia se tornado o primeiro cardeal da Igreja Católica na América Latina. A Igreja, por sinal, iria exercer importante influência nos anos seguintes da nova metrópole, através de seus agentes Darth Vader e Darth Maul.

Lá pela década de 70 Arcoverde ganha o seu mais importante e decadente símbolo: a praça da Bandeira e o cais do Bandeirante. Anteriormente local de uma feira de gado, continuou a servir de local de desfile de touros e vacas durante pelo menos mais 30 anos. O surgimento do movimento Boyzinho, nos anos 80, e o auge do mesmo na década de 90, possibilitou o surgimento de figuras memoráveis na história da cidade, conhecidos pelos seus importantes avanços na engenharia mecânica e design automotivo, a exemplo do famoso incidente do Carro de Circo, quando conseguem que um decadente Palio de primeira geração fique mais feio e lento do que já é. Acompanhando os boyzinhos, sempre estava alguma recatada moça lhe acompanhando em algum show de metal Cearense marketeado ad infinitum como sendo forró. (o governador de Pernambuco está processando o governador do Ceará por uso indevido da marca "Forró")

Como tudo nessa cidade, o movimento Boyzinho entra em decadência e é substituído pelo último grito da moda hippie: o MESC (Movimento Eu Sou Cultural), na verdade uma desculpa para não depilar os pelos pubianos, tomar cachaça impunemente, vagabundar e fumar maconha até dizer chega, durante todo o São João. Ao mesmo tempo, antenada com a moda mundial, Arcoverde estabelece sua decadente filial do movimento emo, na verdade uma desculpa pra dar o olho d'água. Resta saber quanto tempo falta para que estes movimentos entrem em decadência.

PolíticaEditar

Na política de Arcoverde há um acordo tácito e decadente no qual duas decadentes facções políticas, os vermelhos e os azuis, combinam de manter o poder político da cidade alternadamente e assim inibir qualquer desenvolvimento econômico. Os bares da cidade são todos frequentado por figurões da política, funcionários públicos, aposentados e empresários. Rola muita cachaça, torce-se muito por Náutico e Sport e também fazem muito barulho junto à acomodada classe médica da cidade. E claro, nenhum trabalho em política acontece.

Não esquecendo dos seus éticos políticos que fizeram e ainda fazem história na cidade: O ex-prefeito que deve menos, deve apenas R$400 mil reais aos cofres municipais.

Prefeito que faz sucesso é aquele que detesta abertamente a elite falida de Arcoverde, pois estes sem dúvida tem carisma e sabem cativar a população carente. Apesar dos políticos não residirem na cidade, sempre quando aparecem causam reboliço, parecendo estrela vip de televisão.

EconomiaEditar

Arcoverde é uma decadente cidade no agreste sertão pernambucano mas que tem uma economia tão forte que os habitantes locais dizem que Arcoverde é considerada a única cidade do nordeste que poderia ser do Rio Grande do Sul.

A principal indústria é aquela de estrume e fertilizantes, sendo o maior produtor mundial desta matéria. A agroindústria e sua produção de caninha também é forte, sendo uma cidade líder na indústria cachaceira, considerado o maior produtor mundial de cachaceiros do mundo (inclusive menores de idade, legalizada pela lei municipal de nº 666). Outra industria forte é a de mulheres interesseiras, não havendo uma que prefira amor a dinheiro. Pouco se sabe, mas há também toda uma indústria cinematográfica em Arcoverde, considerado o quarto maior centro produtor de filmes do mundo, perdendo apenas de Taperoá (1º lugar), Mumbai (2º) e Hollywood (3º).

Na feira da cidade vem se construindo um império comercial baseado na receptação e venda de mercadorias roubadas e/ou contrabandeadas do Paraguai. Possui a terceira maior feira ao ar livre do mundo, perdendo apenas para as feiras de Caruaru e de cavaleiro em Jaboatão dos Guararapes. Além disso ainda possui o segundo maior Shopping da América do Sul com -8.000.000 lojas e 1/2 pavimento(s) , sendo menor apenas que o shopping Center Recife.

LazerEditar

Atividades Principais dos habitantes da cidadezinha:

  • Réveillon - Acreditam ser o melhor réveillon do interior pernambucano, o que mesmo que fosse verdade não seria grandes, tal festejo é o maior motivo de brigas nas eleições municipais, porque não interessa discutir saúde, segurança pública ou transporte público:.
  • Campear - Muito chato, é decadente. Pula essa.
  • Carneiro - Decadente estância climática localizada a 10 km de Arcoverde onde boa parte dos arcoverdenses vão em fins de semana para tomar cachaça à sombra de um cajueiro.