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Ariano Suassuna

ReaperlogoDare.gif Ariano Suassuna já morreu!

Não era corredor, mas esticou as canelas!

Clique aqui pra ver quem te espera no inferno


Ariano abençoando você que sabe a diferença entre "agente" e "a gente".

Cquote1.png Você quis dizer: Arriando Sua Sunga Cquote2.png
Google sobre Ariano Suassuna
Cquote1.png Você quis dizer: Raça Ariana Cquote2.png
Google sobre Ariano Suassuna
Cquote1.png AEEEEE É o Ariando Sua Bunda, Lombardi! Cquote2.png
Silvio Santos sobre Ariano Suassuna
Cquote1.png Rutherford...Bohr! Cquote2.png
Ariano Suassuna sobre mostrando seus dotes musicais
Cquote1.png Você traiu a literatura paraibana, véio! Cquote2.png
Dado Dollabella sobre Ariano de Compadecida
Cquote1.png Eu tenho medo! Cquote2.png
Regina Duarte sobre livros de Ariano de Compadecida
Cquote1.png Não é aquele escritor de ficção sientificus? Cquote2.png
Carla Perez sobre Ariano de Compadecida
Cquote1.png Assino em baixo! Cquote2.png
Alex Filho sobre o comentário acima

BiografiaEditar

Ariano Cordel de Suassuna e Lisboa foi um brasileiro das antigas, nascido de parto normal em cima de uma carroça no interior da Paraíba, num local tão miserável que a parteira foi a sua própria mãe. Sussú, como ficou conhecido no círculo de amizades, além de trabalhar no circo como trapezista, foi benzedor e amansador de jumentos. Na adolescência, entre atos fornicatórios com uma cabritinha e outra, apesar de mal saber o português, lia livros em russo, chinês e alemão, tornando-se uma das pessoas mais sábias da sua rua, que tinha dois moradores, ele e Zequinha, o autista. Já adulto, após passar anos como recruta no exército brasileiro, onde foi rancheiro (cozinheiro) e punha sujeiras na comida dos oficiais, Sussú mudou-se para o Rio de Janeiro onde assumiu seu lado escritor, tendo relatado o affair do Marechal Deodoro da Fonseca com a prima do General Pinochet no livro "Auto da Compadecida", um livro extenso e monótono, o qual lhe rendeu um certificado de "honra ao mérito". Em 2013, Sussú ganhou o Prêmio Nobel de Literatura, mas acabou perdendo a cerimônia porque dormiu no saguão do aeroporto só de meias e cueca. Em 1971, lançou A Pimenta Empedrada do Reino, que vinha escrevendo desde 1327, fornecendo argumento para críticos e jornalistas brasileiros ávidos por comunicar alguma descoberta e que, impressionados com o calhamaço cheirando a alfarrábio, classificaram a atrocidade como o maior livro brasileiro de todos os tempos e dos séculos futuros. O livro é a cara de Suassuna, um monumento à chatice, sempre preocupado com definições ideológicas e religiosas sob o disfarce de uma obra autêntica sobre o povo, como se J.J.Veiga juntasse todos os seus livrinhos alegóricos num só, sob uma inspiração doentia após uma doença grave e fumando uma erva das boas. "Não faça biscoitos, faça Pirâmides" , disse Guimarães Rosa, e Suassuna, seguindo a receita à risca, cometeu um calhamaço mais chato que a contemplação das pirâmides do Egito por 3 meses seguidos. Até que no dia 23 de julho de 2014, aos 123 anos, Deus virou a última página do livro da vida de Sussú, convocando-o para ser chato do lado de lá, pois aqui ele havia saturado a todos.

Frases célebresEditar

"Um cavalo morto é um animal sem vida."

"Sempre que fico sonolento tenho vontade de dormir."

"Quando tenho sede bate uma vontade inexplicável de tomar água. Se tomo, passa!"

"Pobre é quem vive na pobreza. Miserável vive é na miséria!"

"Eu corria atrás de helicóptero quando era criança, mas nunca fui doido."

Obras selecionadasEditar