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Artur Nogueira

Carroca1.jpg Enxada-1.png Esti artigu é caipira, sô!! Enxada-2.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

Nogueirense em seu habitat natural!

Cquote1.png Você quis dizer "Artur Nojeira"? Cquote2.png
Google sobre Artur Nogueira
Cquote1.png Je detesté Artur Nogueirà! Cquote2.png
Claude Levi-Strauss sobre Artur Nogueira
Cquote1.png Essa cidadé foi baseada em mim !!! Cquote2.png
Rei Arthur sobre Artur Nogueira
Cquote1.png Artur Nogueira cidade benta. Chove quando esquenta. Fede quando venta. Oh cidade lazarenta! Cquote2.png
Celso Carrapato-Xerife da cidade sobre Artur Nogueira
Cquote1.png Puta falta de nome para dar para esse buraco aqui, Ô Anhanguera! Cquote2.png
Fernão Dias sobre Artur Nogueira
Cquote1.png A África tem macacos, a Europa tem franceses, São Paulo tem nogueirenses! Cquote2.png
Arthur Schopenhauer sobre Artur Nogueira
Cquote1.png Artur Nogueira cidade que reluz de dia falta água de noite falta luz Cquote2.png
Nogueirenses sobre Artur Nogueira
Cquote1.png Nosso subúrbio! Cquote2.png
Holambra sobre Artur Nogueira
Cquote1.png É ser bizarro, somos todos loucos, um de amor pelo outro! Cquote2.png
Padre Fáveri da Paróquia dos Odores sobre ser um nogueirense
Cquote1.png Nosso shopping! Cquote2.png
Portal Nogueirense sobre a Feirinha de Artur Nogueira


Artur Nogueira é uma pitoresca cidade do interior do interior de São Paulo, na região metropolitana de Campinas, se é que no interior pode se chamar algo de região metropolitana.

O principal produto de exportação de Artur Nogueira é o barro. Diariamente, seus cidadãos carregam toneladas de barro em seus calçados que enchem os corredores dos lugares mais civilizados (e asfaltados).

Os habitantes de Artur Nogueira têm o privilégio de poder contemplar o fenômeno da chuva negra, uma nuvem de fuligem da queima de cana-de-açúcar que cobre toda a cidade. Raridade ecológica, o fenômeno ocorre apenas doze meses por ano.

Artur Nogueira também é famosa por se pagar as contas de água na farmácia, não nos Bancos, numa clara negação do Capitalismo (ou de alguma relação suspeita da Prefeitura com o dono da farmácia).

Outra característica da cidade é a pequena quantidade de bairros, apenas cento e cinquenta, geralmente com nomes semelhantes. Cada bairro conta, ainda, com quatro lombadas. Para facilitar o trabalho dos agentes dos Correios, os bairros recebem nomes de ruas e estas recebem nomes quase idênticos a outras ruas, sempre em bairros diferentes. Além disso, todas as placas da cidade foram retiradas.

Índice

OrigensEditar

 
Estava me sentindo mesmo meio entediado...

A cidade foi fundada pelos vinte filhos do filósofo alemão Arthur Schopenhauer, com o nome do pai. O sotaque do interior, contudo, não sabia como pronunciar o nome do venerável patriarca, se se falá Xopenháeur ou Iscopenhauer.

Grande tumulto se seguiu na região quando finalmente os selvagens índios Guarani, depois de destruir a casa onde Ceci vivia com seu amante, o índio Peri (aha, leia José de Alencar - o escritor, não o vice-presidente!) no livro o Guarani (só na segunda divisão), subiram pela Ponte Preta e atacando a vila de Artur Schopenhauer e massacraram todos seus habitantes.

Séculos depois, latifundiários descobriram o lugar e iniciaram a grande plantação de cana de açúcar para alimentar suas sedentas usinas. Sabendo que a vila já se chamava Arthur alguma-coisa, batizaram de ´Artur (Nojeira) Nogueira´ em homenagem a um dos cães de caça do sinhozinho que na época governava com mão de ferro os engenhos da região.

Artur é vizinha de Cosmópolis, além de Paulínia, o que atualmente faz que seus cidadãos não se sintam tão infelizes por morar nela. Poderia ser pior!

A Guerra de Independência de HolambraEditar

 
Estado-Maior das forças nogueirenses contra Holambra

Esta vergonha nas páginas históricas nogueirenses nunca será esquecida. Como vingança à derrota na Batalha de Guararapes, quando foram expulsos de Pernambuco em 1640, os holandeses enviaram em segredo uma colônia de batavos (mais tarde fabricantes de iogurte) para espalhar o modo GLS de vida no Brasil plantando flores, numa fazenda perdida entre Artur Nogueira, Jaguariúna e Mogi Mirim. Esta fazenda mais tarde chamou-se de Holambra, um nome eternamente odiado por todos.

Mais tarde, cansados do modo de vida senhoril dos nogueirenses, os emos de Holambra tomaram em armas com o intuito de destruir a cultura local (coisas de macho de engenho, como cana e mandioca) para plantar tulipas e rosas na região.

Grande e sangrenta batalha se sucedeu às margens do Córrego Atibaia (naquela época o pólo petroquímico de Paulínia não jogava efluente químico nele, e era apenas um córrego, não um rio) entre os exércitos de Holambra e de Artur Nogueira. Os Nogueirenses eram liderados então pelos sábios membros da maçonaria que faziam sua cruzada civilizatória em meio a população boia-fria.

Contando com superioridade militar proveniente da maior tecnologia holandesa (Ie, moinhos de vento e tamancos!!!) emprestada da Alemanha nazista perante as sucatas dos brasileiros, os holandeses impuseram fragorosa derrota aos nogueirenses, e cerca de 23999 nogueirenses (nunca 24 mil!) e 100000 burros foram impiedosamente massacrados. Originalmente Picasso, esse campineiro, pintou o quadro Arturica retratando o desfecho da batalha. Mas, por influência do saguinário Franco, mudou o nome para Guernica.

Desde então os emos de Holambra vivem impunes, semeando (literalmente) seu modo de vida florido no seio de São Paulo... com todo apoio de Campinas, é claro.

Lista de PrefeitosEditar

Tão ilustre cidade deve ter alcaides a sua altura!

 
Algum prefeito de Artur Nogueira. Não se sabe qual, mas todos eles eram parecidos assim
  • 1848 - 1852 Arthur Schopenhauer
  • 1852 - 1856 Anarquia indígena - Pajé Papaxota
  • 1856 - 1860 Anarquia indígena - Pajé Papaku
  • 1860 - 1864 Anarquia indígena - Pajé Papapika

Dinastia dos Zé

  • 1864 - 1868 Coronel Zé Nogueira
  • 1868 - 1872 Coronel Zé Nogueira Filho
  • 1872 - 1876 Coronel Zé Nogueira Sobrinho
  • 1876 - 1880 Seu Zé
  • 1880 - 1884 Seu Zé (reeleito)
  • 1884 - 1888 Seu Zé (reeleito de novo)
  • 1888 - 1892 Seu Zé Maria
  • 1892 - 1896 Seu Zé do Chico
  • 1896 - 1900 Seu Zé da mandioca
  • 1900 - 1904 Seu Zé da mandioca Neto
  • 1904 - 1908 Seu Zézinho

Dinastia dos Chico

  • 1908 - 1912 Chico
  • 1912 - 1916 Chico do Zé
  • 1916 - 1920 Chico do Zézinho
  • 1920 - 1924 Chico das couves
  • 1924 - 1928 Chico do bar
  • 1928 - 1932 Chico das couves II (segundo mandato)
  • 1932 - 1936 Chiquinho das couves (Irmão do Chico das couves)
  • 1936 - 1940 Chicó
  • 1940 - 1944 Chiquinho (não é o das couves)
  • 1944 - 1948 Chico da Tonha
  • 1948 - 1952 Chico Pilantra

Dinastia dos Tonhos

  • 1952 - 1956 Tonho
  • 1956 - 1960 Tonho (reeleito)
  • 1960 - 1964 Tonho da Maria
  • 1964 - 1968 Tonho do Zé
  • 1968 - 1972 Tonho da Cidinha
  • 1972 - 1976 Tonho das Couves
  • 1976 - 1980 Tonho das Couves (reeleito)
  • 1980 - 1984 Tonho Filho
  • 1984 - 1988 Tonho Filho (reeleito)
  • 1988 - 1992 Tonho Neto
  • 1992 - 1996 Tonho das couves Neto
  • 1996 - 2000 Tonho da padaria
  • 2000 - 2004 Tonho da padaria (reeleito)
  • 2004 - 2008 Tonho Capetalini
  • 2008 - 2012 Tonho Capetalini (reeleito)
  • 2013 - 2014 Tonho Carrapato
  • 2017 - 2019 Tonho VaiTomaNoCusotti

TurismoEditar

Artur Nogueira era o nome do dono de um circo de aberrações, a cidade nasceu em volta de um bizarro Circo dos Horrores atolado na lama. Por isso o nome do dono do circo virou o nome da cidade, atualmente nesse local funciona uma Estação Ferroviária bizarra, tão bizarra que não tem nem trem e ainda cai neve em pleno verão, no mês de dezembro é possível avistar vários bonecos de neve (ou seriam turistas holambrenses?)

A cidade de Artur Nogueira é conhecida nacionalmente por causa de milhares de crianças com doenças raras que surgem todas as semanas pedindo doações no Faustão e fazem campanhas onde ficam famosas em todo o Brasil e arrecadam milhões, porém sempre acabam morrendo e depois vão pra Disney torrar o dinheiro arrecadado.

Para comemorar a fama bizarra da cidade construíram uma versão bizarra do Cristo Redentor, localizado na Lagoa dos Pássaros, o Cristo de Artur Nogueira é anão e tem um problema hormonal e por isso é conhecido como o primeiro Cristo Anão do Brasil que jorra água pelas áxilas.

Seu pai também é bizarro, trata-se de um Cristo Redentor gigante que tem a cabeça maior do que o corpo, ele é caipira e se esconde das pessoas, a prova disso é que ele fica em uma fazenda isolada que ninguém sabe onde é e muito menos como chegar lá, porém essas aberrações só servem de curral eleitoral para agradar os religiosos e não trazem dinheiro para o turismo de Artur Nogueira, a prova disso é que sua pobre coitada mãe só consegue ganhar dinheiro fazendo ponto na entrada do bairro Itamaraty, local onde passam muitos caminhoneiros.

 
Centro atual de Artur Nogueira


Se você tem interesse pelas "coisas do campo" e pelo caipira "way of life", seja bem vindo a Artur Nogueira: o Chico Bento morou aqui! Chegando em Artur Nogueira abra os braços e olhe para o céu, uma bizarra chuva negra proveniente das queimadas te espera!

Conheça os nossos bucólicos e bizarros sítios, para completar o tour "Circo dos Horrores" visite o Bar do Tim, local onde filmaram o filme "O Palhaço', visitar essa bizarrice de cidade é meter muito (oba, sexooo, uhuuu), meter muito e literalmente o pé no barro (nossa já mencionada marca registrada).

Na gastronomia impera os quitutes interioranos com influência italiana, portuguesa, holandesa (nossos vizinhos) e espanhola. As refeições preferidas dos nogueirenses são refinadas e a prova disso é que o que faz mais sucesso na cidade é a Pipoca do Pulguinha e o Lanchão do Tchê. Após a refeição todos arrotam, demonstrando assim que a comida estava satisfatória.