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Atelier

Atelier
Atelier costura.png
logo da série
Gênero RPG; alquimia
Desenvolvedor Gust
Publicador Tecmo Koei
Plataforma de origem PlayStation 2
Primeiro lançamento Atelier Marie: The Alchemist of Salburg (1997)
Último lançamento Atelier Ryza: Ever Darkness & the Secret Hideout (2019)

Atelier é só uma série de jogos desses RPGs japoneses para público otaku que nenhuma pessoa normal tem paciência de jogar, e somente seu público alvo, os otakus derrotados na vida social, que acham alguma coisa desse tipo de jogo. A série nos traz jogos entediantes, sem graça e focados numa mecânica que obriga os jogadores a decorar elementos e golpes de modo a ocupar a mente com estas inutilidades ao invés de decorar algo realmente relevante, como a tabuada do 8.

Todos jogos da série seguem um padrão de história, a começar pelos personagens que são sempre clichês, pois sempre há uma guria retardada, um virjão, uma piriguete, um viado, uma sapata, uma milf, um tiozão tarado e algum ser que não é humano. As histórias são as mais rasas possíveis e mesmo assim os produtores desses jogos conseguem tirar leite de pedra e produzir longos enredos por mais chatos que sejam.

Índice

JogabilidadeEditar

A série Atelier nos traz diversos jogos com a mecânica clássica de combates por turnos dos RPGs, mas o que chama atenção é o sistema de alquimia. Sempre há um enorme caldeirão para os jogadores ficarem perdendo horas preciosas de suas vidas para ficarem misturando coisas aleatórias para produzir coisas mais aleatórias ainda. 99% dos itens produzidos nestes caldeirões são absolutamente inúteis e nunca são utilizados, mesmo assim é viciante produzi-los.

GráficosEditar

Como todo jogo japonês de RPG, a preocupação com gráficos é nula, sendo que todos bonecos não passam de pixels serrilhados desde sempre, e mesmo assim há alguns hentais disso, pois a taradice japonesa não encontra limites. Como otakus são seres de grande imaginação, pois só assim eles podem sentir tesão por desenhos animados e acharem absolutamente normal se masturbarem para isso. Portanto os gráficos dos jogos dessa série são deliberadamente horríveis justamente para instigar a imaginação desse público alvo e torná-los bons fãs.

JogosEditar

Série IrisEditar

Atelier Iris: Eternal Mana, Atelier Iris 2: The Azoth of Destiny e Atelier Iris 3: Grand Phantasm foram os três primeiros jogos da série, e todos clichês possíveis e imagináveis são encontrados nessa série. Os jogos são impossíveis de zerar, não devido a alguma dificuldade, mas porque os jogos são tão chatos que qualquer um desiste no meio.

Seria Mana KhemiaEditar

Percebendo que apenas gurias retardadas e menininhas jogavam esta série, a Gust decidiu passar a utilizar garotinhas como protagonistas, criando a série Mana Khemia dos jogos Mana Khemia: Alchemists of Al-Revis e Mana Khemia 2: Fall of Alchemy. Se já não bastasse todos clichês imagináveis de animes, devido à modinha Harry Potter da época, o jogo ainda decide explorar isso, criando um colégio de McGuiver onde estudantes misturam ingredientes aleatórias em caldeirões para criar coisas ainda mais aleatórias.

Série ArlandEditar

Quanto mais o tempo foi passando, mais a série Atelier foi se aproximando do público otome (otaku mulher), e a série Arland foi criada para sanar as necessidades de garotas adolescentes que fantasiavam sobre casais gays, lotando os jogos de prováveis casais gays e lésbicos para que estas meninas pudessem se molhar todas enquanto escrevessem alguma fanfic sobre o tema.

Série DuskEditar

Após anos de desenvolvimento desses jogos, a Gust atinge o ápice da viadagem para um jogo de videogame, criando a série Dusk, uma série de jogos protagonizados por gurias absurdamente retardadas, todas criadas a leite com pera, especialmente a protagonista de Atelier Ayesha: The Alchemist of Dusk que no lugar de seu cérebro possui um espaço vazio para guardar seus itens inúteis.

Série MysteriousEditar

Quando você acha que jogos para gurias retardadas já estão saindo de moda, a série Atelier continua lançando seus repetitivos RPGs anuais. Agora, os jogos da série Mysterious se focam em procurar porcarias, como por exemplo, em Mysterious Book o objeto é juntar 200 Revistas Capricho, enquanto em Mysterious Paintings a ideia é reunir capítulos de mangás da Sakura Card Captor. Todos esses jogos, sempre sem exceção, com um par de gurias retardadas como protagonistas, uma toda bobalhona e outra metida a gótica.

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