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Atração sexual genética

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3d model DNA w phosphate 1-1-.jpg Atração sexual genética é algo relacionado a genética

Antes de ler este artigo, cheque se o microscópio está funcionando e aproveite pra diminuir a temperatura. Qualquer coisa relacionada a Darwin ou Mendel não é coincidência.

Darwin te ama!


Forma em que o GSA é propagado geneticamente.
Momento em que o paciente de GSA descobre que a vagina da sua mãe também serve para o exercício de friccionamento peniano intenso, com possibilidade de atividade diária.

Cquote1.png Você quis dizer: Comer a própria mãe? Cquote2.png
Google sobre Atração sexual genética
Cquote1.png Você quis dizer: Tirar o cabaço em família? Cquote2.png
Google sobre Atração sexual genética
Cquote1.png Experimente também: Acalmar a bronha e ir lá ler umas Bíblia Cquote2.png
Sugestão do Google para Atração sexual genética
Cquote1.png Coma sua mãe, é normal... Cquote2.png
Sigmund Freud sobre Atração sexual genética
Cquote1.png Pelo menos, você pode trepar em casa o dia inteiro Cquote2.png
Você sobre Atração sexual genética
Cquote1.png Eu não sei o que dizer. Minha mãe pelada pegando no meu pau, me chupando, dizendo que quer trepar comigo todo dia. O que eu posso te falar? Cquote2.png
Homão da Porra sobre Atração sexual genética
Cquote1.png Poxa, mamãe precisa de você. Não precisa mudar sua vida, amor. Não custa nada me comer um pouquinho depois que eu chego do trabalho. Cquote2.png
Minha mãe sobre Atração sexual genética
Cquote1.png Não é porque uma gostosa é sua mãe que ela deixa de ser gostosa.. Cquote2.png
Eu sobre Minha Mãe
Cquote1.png Toda mãe, mesmo que inconscientemente, ao se dar conta da grandiosidade do pênis de seu filho, deseja-o. Cquote2.png
Sigmund Freud sobre Atração sexual genética
Cquote1.png Se você tem um pinto grande, até sua mãe quer te dar. Cquote2.png
Tradução sobre Frase anterior

NewBouncywikilogo.gif
Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Atração sexual genética.

Atração sexual genética (GSA - Genetic Sexual Atraction) é o fenômeno incontrolável em que um ser humano se sente sexualmente atraído por um familiar próximo ou distante. Em outras palavras, é a obsessão compulsiva em que o paciente tem em praticar incesto com um familiar. Essa característica de conduta é transmitida geneticamente, podendo o paciente sofrer de diárias e intensas sessões de masturbação excessiva em seu cotidiano.

O GSA é mais comum entre homens no período da puberdade, enquanto entre as mulheres é muito mais comum na idade adulta. Por motivos desconhecidos, a maioria das práticas incestuosas registradas provocadas pelo GSA são entre mães e filhos, e depois entre casais de irmãos.

Índice

Fatores contribuintesEditar

Vários fatores podem ser cientificamente apontados como responsáveis pela aparição do GSA no paciente, dentre eles é a falta de vergonha na cara, a falta de Deus no coração, o forte uso de pornografia, o satanismo, ou simplesmente o fato da mãe do paciente ser muito gostosa, ou mesmo o fato de a irmã dele também ter GSA (e/ou ser gostosa mesmo).

 
Exemplo prático de GSA.

Outro fator muito presente nos pacientes é o fato de muitos, por não terem comido ninguém na vida, pretendem descontar toda sua energia transando com a própria mãe. Assim, muitas mães, com objetivo de mimar seus filhos, acabam por praticar sexo oral em seus filhos para aliviar a tensão hormonal deles em troca de uma melhor evolução nas notas na escola ou um melhor comportamento. Nesse interim, a prática incestuosa acaba evoluindo, o filho passa a praticar sexo vaginal com a mãe com certa frequência até convencê-la a praticar sexo anal.

O GSA é muito frequente também em irmãos e primos que assistem pornografia juntos, durante o fenômeno conhecido como punheta e siririca. Os pacientes ao se masturbarem com frequência um na presença do outro, acabam por adotar uma rotina de sexo diário, às escondidas dos pais. Dessa forma, a prática incestuosa se torna em uma espécie de vício entre os pacientes que estão passando pelo período da puberdade.

Dessa forma, dentre os os principais fatores contribuintes também está o fato do paciente ter um pênis enorme. Pelo fato de seu membro ser avantajado, o paciente se sente tentado a usar seu pênis 24 horas por dia, e acaba descontando toda a ira da ereção de sua manjuba na própria mãe, nas suas primas, nas suas irmãs, nas suas tias, ou até mesmo na própria avó. Outra possibilidade é que o tamanho do pênis do paciente acaba despertando o interesse das mulheres da casa, principalmente de sua mãe, a senhora que sempre teve uma maior intimidade com a rola do filho.

Em suma, o GSA se manifesta quando os pensamentos pervertidos são tão ávidos nos pacientes a ponto de eles ignorarem preceitos morais pré-estabelecidos. Na média dos casos, não existe um sentimento puramente romântico entre os incestuosos com GSA, mas sim um impulso de luxúria muito intenso entre eles, ou seja, quando uma mãe transa com um filho, eles continuam psicologicamente sendo mãe e filho, no entanto, acabam por adotar o sexo no cotidiano familiar como um tipo de passatempo. Em outras palavras, os pacientes de GSA são familiares com "benefícios", pois transam entre si eliminando os bloqueios morais de seu cotidiano.

 
Caso famoso de GSA.
 
A família pode brincar, quando o papai ir trabalhar.

SintomasEditar

O principal sintoma é a masturbação excessiva. O paciente se masturba para objetos pertencentes a seus familiares ejaculando em sua superfície. O sintoma mais grave é quando a prática incestuosa se perfaz com a prática sexual, condenando ambas as almas para o inferno.

Apesar de Jesus reprovar, o sexo diário entre familiares reduz as chances de os pacientes sofrerem de câncer no esfincter subsariano do dorso inferior que se encontra na mandíbula saliente existente no pâncreas. Além disso, estudos comprovam que a adoção do sexo diário incestuoso reduziria a chance de profusão de doenças sexualmente transmissíveis, e provocaria a profilaxia do stress no cotidiano social, diminuindo os índicies de violência. Isto é, transando todo dia dentro de casa, o ser humano não teria mais tempo e interesse para criar guerras e miséria, pois estaria mais ocupado transando com sua mãe ou suas irmãs taradas.

Apesar dos benefícios que o GSA poderia ocasionar a sociedade, ele condena qualquer alma ao fogo eterno do inferno. É como a maça do Éden, ela é nutritiva e deliciosa, só que se você comer, vai amaldiçoar sua vida, por que Deus não vai aliviar na hora de te atirar no fogo amargo do inferno.

CuraEditar

A única cura cientificamente aceita para o GSA é o exorcismo, removendo o demônio do corpo, e pagando a taxa do dízimo para a Igreja.

Muitos pacientes que contém GSA nunca despertaram os sintomas, pelo fato de nunca ter tido a oportunidade de concretizar seu desejo. Para saber se você tem GSA, é preciso apenas responder a pergunta já consagrada internacionalmente por todas academias freudianas que se tem conhecimento: " Se sua mãe fosse a Jennifer Lopez, ainda comeria ela?" Se sua resposta for sim, procure a igreja mais próxima, e já deixe separado o dinheiro do dízimo, com o dinheiro da consulta das sessões de descarrego.

Após a expulsão do demônio por intermédio do exorcismo, o paciente deverá manter os pagamentos do carnê da salvação até depois de sua morte, pois atrasos condenariam a alma do mesmo jeito que o incesto, e dessa forma não adiantaria nada expulsar e entidade demoníaca. O paciente deve ficar longe de pornografia e da sua mãe, no caso de ela ser terrivelmente muito gostosa.

 
Luke e Leia se entendendo um pouco melhor.
 
Quando a tag vai longe demais.
 
Reprodução filmográfica da Tragédia de Édipo

Casos famosos de GSAEditar

Um dos casos mais famosos de GSA pode-se encontrar na Bíblia, no episódio em que Jesus Cristo teria sido a única Pessoa que foi capaz de tirar a virgindade da própria mãe durante seu próprio nascimento, rompendo o sagrado hímen utilizando a própria cabeça como instrumento de penetração reversa.

Ainda considerando a Bíblia, no começo da humanidade, Deus permitia e cultuava o incesto, promovendo grandes orgias de procriação e povoamento da terra. Deus promovia várias festas de orgias entre irmãos e primos para poder povoar todos os continentes da terra da qual ele criou, valendo-se da luxúria de suas criaturas como motor da evolução social. Porém, depois que a terra foi suficientemente povoada, Deus convencionou que daí em diante: a) ninguém era mais parente, então o sexo poderia continuar acontecendo, desde que depois do casamento e episodicamente para procriação; b) depois disso, indivíduos consanguíneos depois desse marco temporal não poderiam mais transar; e c) comer a mãe é vacilação, já que o lance de Jesus ter rompido o hímen de Maria ao nascer foi um acidente.

Segundo Deus, a sociedade estava muito bagunçada, porque no ato de o indivíduo transar com a própria mãe geraria um filho que ao mesmo tempo seria irmão dele, além do fato que a referida prole também seria neto de sua própria mãe. Considerando que os seres humanos já estavam confusos com sua origem e posição social, os humanos apenas transavam entre si para aliviar suas dúvidas e suas incertezas, pois o sexo era tão natural como dormir, descansar, peidar ou beber água. Para organizar, Deus estipulou uma data em que o incesto não seria mais admitido, o que acabou ocasionando conflitos sociais na Terra, pois a medida que o incesto parou de ser naturalizado, o sexo acabou não sendo tão natural quanto o ato de urinar ou bocejar. Com os humanos reprimindo seu desejo sexual por seus familiares, as guerras começaram a crescer, pois a ausência de sexo caseiro diário levava a falta do que fazer, e a falta do que fazer levava ao ódio e à inveja. Como Deus gostava de uma discórdia, comprou uma pipoca e foi assistir a humanidade se matar, punindo pesadamente quem ousasse a ficar o dia inteiro trepando em casa com familiares, tornando o incesto um pecado mortal.

No entanto, na história há quem se conformou com a ideia de ir para o inferno, e transformou o seio familiar em uma grande orgia. Cleopatra VII foi uma das personalidades históricas que mais cultuava o sexo na Idade Antiga, e ela tinha uma rotina muito lascívia com seus três filhos homens. Escritos históricos informam que ela praticava sexo com os três diariamente, inclusive em eventos públicos, sendo que na época era considerado um momento de muito prestígio no Egito presenciar os três jovens principies penetrarem as cavidades da própria mãe. Essas orgias públicas faziam parte de um contexto religioso ritualístico de louvor em que os deuses egípcios desciam a terra para se masturbar enquanto assistiam a nobre estadista ser penetrada de todas as formas por seus esfomeados e apaixonados filhos. Cleopatra tinha uma certa fixação pelos pênis de seus filhos, de forma que desde muito cedo ela salivava publicamente o falo de seus meninos como sinal de afeto e carinho, demonstrando a seus súditos a superioridade da dinastia ptolomaica. Seus filhos veneravam a mãe, de forma que cultuavam seu corpo quase todos os dias, e eles a protegiam com todas as forças de qualquer ameça externa que pudesse colocar essa rotina maravilhosa em risco.

Durante o período dos reinados absolutistas e impérios antigos era muito comum os estadistas transarem com quem quisessem, e como prova de sua hegemonia, às escondidas da Igreja, os reis praticavam sexo com suas irmãs, suas tias, suas primas e até suas mães. Muitos reis jovens, depois que seus pais faleciam em batalha, praticavam sexo com suas mães como sinal de acolhimento eterno, isto é, que daquele dia em diante iriam cuidar de sua mãe de todas as formas. Além disso, muitos principies entretinham sexualmente suas mães durante a ausência de seus maridos que viajavam constantemente em missões diplomáticas. Dessa forma, o incesto nunca parou de acontecer, mesmo quando precisava se esconder da ira social.

Um exemplo de conivência com incesto na realeza foi no Brasil. Para evitar que Dona Carlota Joaquina de Bourbon continuasse a traí-lo quase que diariamente com homens da plebe, Dom João VI ordenou aos seus filhos que saciassem o apetite sexual dela dentro da corte. Dom João VI foi incumbido de fazer isso durante sua puberdade para acalmar sua mãe Maria I "A Louca", e acabou transmitindo essa tradição para os filhos, já que ele não conseguia acompanhar o ímpeto sexual da esposa. Dona Carlota tinha certa obsessão pelo pênis de Dom Pedro I, e na casa real era comum a prática despudorada de sexo oral na frente da família, no entanto como Dom João VI já teria feito isso antes com a própria mãe, ele via com bons olhos a prática, e até chegava a fazer voyeurismo. Dom Pedro era viciado em sexo tanto quanto sua mãe, e depois de ter comido sua própria matriarca, ele teria comido até mesmo as próprias irmãs e primas. A família real portuguesa já era um antro infernal do pecado dentro do solo brasileiro.

Outra rainha que tinha uma fama sexual bem ecoante era Maria Antonieta da França. Em 6 de outubro, Luís Carlos, seu filho, assinou uma declaração em que acusava sua mãe de tê-lo iniciado em práticas masturbatórias e incestuosas. O documento mostrava que tanto Antonieta quanto sua cunhada, madame Elizabeth, submetiam o garoto a relações incestuosas com elas mesmas. Como os revolucionários franceses conseguiram obrigar ele ficar contra sua mãe, Maria Antonieta e Elizabeth foram guilhotinadas em 1793.

Apesar de Antonieta ter sido guilhotinada pelo fato de ter GSA, o incesto era algo quase unânime nas monarquias. Isto se explica porque era muito mais fácil esconder o incesto entre pessoas poderosas, e também porque as práticas incestuosas proporcionavam uma sensação de poder ilimitado, da qual incentivava a incidência do GSA. Dessa forma, quando o rei transava com sua mãe ou com suas irmãs, ou quando a rainha transava com seus filhos ou irmãos, eles se sentiam muito mais poderosos, de forma que nem mesmo Deus teria a chance de limitar o poder deles, mesmo tendo que, na prática, esconder essa rotina sexual como forma de fugir e se esconder da ira da Igreja e do povo. Dessa forma, é possível concluir que as famílias monárquicas eram os principais antros do incesto e das super orgias satânicas, isto é, como nas monarquias as vontades dos soberanos era ilimitáveis, eles tinham direito sagrado de não reprimir o interesse sexual pelos seus familiares. Não é a toa que todos os reis foram para o inferno (pelo menos foram felizes para lá, ao contrário de você que nem sua mãe quer te dar, apesar de você se masturbar com as calcinhas dela).

 
Mãe e filho batendo papo.

Alguns exemplos de GSA na história e na ficção:

A família pode brincar, quando o papai ir trabalharEditar

 
Exemplo de paciente com GSA que mora sozinho com sua bondosa mãe.

Em suma, Freud afirmava que a não existência de um pai na família abre caminho para o filho comer sua mãe, e conseguir uma uma rotina diária de sexo com ela. Cientificamente, comprova-se que rapazes no período da puberdade tem a disposição de transar até 23 horas por dia com suas mães, com pausas para lanchinhos e hora do almoço. No entanto, aproveitam o período de tempo em que seus devidos pais saem de casa, para transar com suas mães enquanto elas fazem seus afazeres domésticos, entretendo-as sexualmente enquanto elas limpam a casa, lavam a louça, ou cozinham, ajudando-as com os trabalhos.

Mães com GSA possuem uma fixação pelos órgãos sexuais de seus filhos. Em suma, elas costumam salivar o pênis dos filhos logo no começo do dia ao acordar-los, fazendo-os acordar com mais disposição depois da ejaculação. Assim, durante o dia, as pacientes com GSA costumam masturbar e salivar os filhos enquanto jogam video-game, ou enquanto estudam. Além disso, o sexo com selvageria acontece na maioria dos casos: a) no chão gelado da cozinha, b) no sofá da sala, assistindo novela c) na cama do papai otário, ou d) no carro da família. Mais tarde, a paciente transa com o filho no quarto dele normalmente no período da madrugada, momento em que seu marido dorme em casa.

 
Benefícios de ter uma mãe com GSA.
 
GSA nos desenhos.

Em casos de pacientes que moram sozinhas com seus filhos, o nudismo é naturalizado, situação em que as tetas da mamãe viram travesseiros para os filhos punheteiros. Nesse caso, o grau de intimidade entre os dois fica maior e mais livre, momento em que o paciente melhora seu comportamento social com o passar do tempo, tendo um relacionamento gostoso com sua mãe, do nível de ela fazer pão com manteiga para ele, depois do filho gozar. Por resultado, ambos pacientes quase não saem de casa, e além de transar com muita frequência, acabam por nutrir uma relação de amizade muito assustadoramente sóbria.

 
Principal forma de contágio de GSA ocorre com mães muito milfs demais.

Muitos especialistas freudianos dizem que o incesto entre mãe e filho é mais comum por uma vontade inconsciente do filho querer voltar a morar entre as paredes do seu útero, e por uma vontade inconsciente da mãe de que parte do seu corpo retorne a seu útero. Essa característica faz com que os pacientes de GSA imaginem a buceta da mamãe como o refúgio mais quentinho e confortável. Por outro lado, as pacientes de GSA imaginam o pênis de seus filhos como um símbolo de conexão entre seus corpos, substituindo a função do cordão umbilical. Assim, o sexo oral é uma forma de culto à conexão com seu filho, de forma a chupar o pau dele com todo amor disponível, veia por veia, detalhe por detalhe da carne de seu falo. Essa conexão, segundo os freudianos, faria com que a mãe desejasse praticar sexo anal com seu filho, mesmo sem ter aceitado fazer isso com outros homens, pois ela deseja seu filho fique conectado com ela por todas as cavidades possíveis de seu corpo, liberando o cú para o deleite de piroca de seu filho.

Freud afirmava que sem dúvidas o sexo anal era o símbolo mais puro da conexão incestuosa da maternidade, pois era a quebra definitiva com a moralidade em nome de uma rotina de luxúria. Depois de aceitar fazer sexo com um filho, a mãe acaba ficando mais aberta a outras possibilidades sexuais, de forma que uma boa parte das pacientes de GSA dizem ter praticado sexo anal pela primeira vez apenas com seus filhos, assimilando a prática em sua rotina sexual. Se sexo entre mãe e filho já condena as almas de qualquer um ao inferno, sodomizar a própria mãe era só um tempero a mais para o pecado já consumado, o que indica que os pacientes de GSA já estão no nível mais avançado de indiferença para com os valores morais.

No entanto, Freud deixava claro que o adolescente que na fase de crescimento pratica sexo diariamente com sua mãe tende a ser mais pacífico e tranquilo na vida social. Segundo o alemão, quando o adolescente faz sexo com disciplina e com uma certa frequência com a própria mãe, ele não vê motivos para entrar em conflito com os demais, a ponto de não apresentar grau significativo de agressividade e de machismo. Segundo Freud, os pais devem incentivar que suas esposas drenem a energia sexual de seus filhos como forma de esforço educativo, para além disso, melhorar a qualidade de vida da mulher, estabelecendo uma rotina sexual mais intensa com a presença quase que diária dos filhos.

Dessa forma, a retribuição sexual da mãe para o filho passa a ser um incentivo de modulação de comportamento dele, de modo que o filho passa a tentar contemplar melhores notas e se comportar melhor para poder praticar sexo com sempre grande frequência com sua mãe.

Situações comuns de manifestação do GSAEditar

 
Fala sério, desse jeito, até você comeria sua mãe.

Em suma, os cientistas afirmam as pessoas estatisticamente tendem a classificar rostos semelhantes aos seus próprios como mais atraentes, confiáveis do que a média. Desta forma, o GSA pode se manifestar entre pessoas que não estejam cientes de sua parentalidade, como irmãos que foram separados após o nascimento, ou pais e filhos que não se conheciam, despertando interesse sexual recíproco. Assim, muitas vezes, irmãos acabam constituindo uma família sem mesmo saber que são irmãos, ou quando descobrem já é tarde demais, devido ao fato de já terem filhos e bens em conjunto.

 
Raio X de um paciente de GSA vendo sua mãe descascar batata na cozinha.

Outra situação corriqueira é quando as mães usam o momento de visita intima com seus filhos dentro da cadeia, isto é, um momento em que inicialmente era só para ampliar o tempo de visitação acaba sendo usado para a mãe aliviar as tensões sexuais de seu filho em um momento de ampla abstinência, em que seu filho desconta todos seus momentos de solidão com o corpo de sua mãe, valendo-se de toda luxúria disponível no seu ser. Em prisões domiciliares, a mesma situação acaba acontecendo, a mãe acaba se instalando na residência do filho para compartilhar escusamente uma rotina sexual com ele.

 
Pacientes sofrendo no estágio terminal de GSA.

Filhos com GSA de mães solteiras que trabalham com prostituição ou com pornografia costumam ter muito interesse sexual pela mãe. Muitos desses casos acabam resultando em uma rotina sexual incestuosa, em que o filho mima a mãe de todas as formas possíveis com a intenção de conseguir sexo com ela. Muitas vezes, as mães sentem um conforto emocional em praticar o incesto com eles, devido a um alto sentimento de isolamento que elas sentem perante a família, amigos e outros setores da sociedade.

Bebidas alcoólicas também podem ser fatores de ativação do GSA. Irmãos que carregam essa caraterística, e acabam por se embriagar em conjunto, podem transar da forma mais depravada possível uma noite, e manterem posteriormente uma rotina sexual sóbria. O mesmo valeria para outros tipos de consanguinidade, como no exemplo do filho que chega bêbado em casa e transa com a própria mãe e vice versa. Muitas vezes, esse fenômeno ocorre sem que os dois entendam com quem exatamente estão fazendo sexo, ou que acordem no outro dia sem lembrar do que fez, se assustando com a situação de estar com sua mãe pelada na mesma cama. Mesmo nesse último exemplo, os pacientes de GSA escolhem por manter uma rotina familiar de sexo.

Uma situação em que o GSA muitas vezes também acontece é quando um dos pacientes se acidenta e precisa de uma atenção mais diferenciada de um dos familiares a ponto de que este não consiga nem tomar banho sozinho. Nesses casos, a tensão sexual entre os dois fica crítica, ocasionando ereções que acarretam a prática de sexo oral, e masturbação e já posteriormente penetração nas vias anais e vaginais da paciente envolvida. Nessa situação, os pacientes chegam a transar os dias inteiros dentro de casa.

Além disso, muitos pais malucos também incentivam que suas esposas iniciem sexualmente seus filhos, tanto quanto mantenham uma rotina de sexo pesado com eles, para ajudá-lo a deixa-la sempre satisfeita sexualmente. Durante o período de viagem, os pais pedem que seus filhos entretenham sexualmente suas mães, com o objetivo de que sua esposa com certo vício em sexo não procure um parceiro sexual estranho. Nesses casos, os dias de sexo são intensos, o filho se esforça para entreter o vicio da mãe transando quase o dia inteiro com ela. Dessa forma, os pais ficam despreocupados em manter o gás para transar com a esposa, por que na hora do cansaço, o filho pode ir para o segundo tempo de sexo, para o terceiro tempo e para daí em diante, enquanto seu pai pode dormir em paz.

 
Mamãe deixando o filho costrangido na frente dos amiguinhos.

Em situações de violência doméstica na família, é muito comum o filho querer que sua mãe se afaste de seu pai, como uma forma de proteção e até competição freudiana contra seu genitor. A mãe, em situação de vulnerabilidade, acaba confiando menos nos homens, que coincidentemente acaba confiando em apenas seu filho, o único capaz de imprimir sentimento de segurança e calma na intimidade doméstica. Depois de que a tensão sexual edipiana começa, a mãe vê na rotina sexual com seu filho uma forma confortável de satisfação, uma vez que ela vê no filho um refúgio de carinho e respeito para com ela. Já o filho imprime na mãe um sentimento de devoção, pois ele consola sua mãe nos seus momentos de desespero e depressão, acompanhando-a nos momentos muito difíceis. Seu desejo sexual pela mãe é justificado pelo seu desejo de substituir o lugar de seu péssimo pai, de forma a prover o carinho da qual sua mãe merecia. Dessa forma, o que acontece é que ou a rotina sexual começa depois do divórcio da mãe do paciente ou ainda durante o relacionamento abusivo de seu pai com ela.

 
GSA invertido.

A depressão é outro fator que pode desencadear a manifestação do GSA. Familiares que tentam acompanhar a rotina do depressivo de forma a apoiá-lo, costumam oferecer carinho para confortá-lo, ajudá-lo com banho e outras coisas. Muitas vezes, nesse interim, os familiares acabam por salivar a genitália do depressivo, como forma bem eficiente de relaxamento e escapismo, o que deixava o paciente com um ímpeto sexual muito acentuado, fazendo-o querer praticar sexo o dia inteiro. Na maioria das vezes, o sexo acabava por elevar os níveis de serotonina na rotina do paciente, fazendo com que ele reverta o quadro de depressão. Nessa situação, os pacientes de GSA não tem sentimento de culpa pelo comportamento incestuoso e sim guardavam um enorme reconhecimento da importância da prática de sexo e acabam por manter a rotina de luxúria.

Em seu livro Tutorial de como transar com a própria mãe, Sigmund Freud explica que é muito comum filhos que flagram suas mães em relacionamentos extraconjugais, chantagearem elas em troca de sexo. Desse modo, os filhos dizem que irão contar aos seus pais caso suas mães não mantenham uma rotina sexual com eles. Assim, a mãe, que já procurava aventuras extraconjugais, acaba transando com alguém mais novo, do qual convive diariamente com ela, e que possui uma energia sexual incansável, ficando, portanto, com um ganho maior de satisfação pessoal.

Outra grande incidência de incesto materno é nas situações que os pais vão para a guerra servir seu país, enquanto seu filho começa uma rotina sexual com sua esposa. Muitas dessas situações são propiciadas pelos próprios pais, que preferem ser corneados pelo filho do que por pessoas indetermináveis e desconhecidas. Dessa forma, o filho serve como aporte emocional e sexual pela ausência do pai na família.

Atração Sexual Genética InvertidaEditar

A Atração Sexual Genética Invertida acontece quando pessoas que pensam que são familiares, e descobrem que na realidade não são. São pessoas que sentem atração sexual uma pela outra, só que censuram seus desejos por pensarem que são parentes, no entanto quando descobrem a verdade descontam toda sua tensão sexual com um sexo aliviador e sem culpa. Um exemplo muito comum é o o filho que se masturbou a adolescência inteira pensando em praticar incesto com a mãe, e quando descobre ter sido adotado pela mãe, começa a se confessar com ela, e manifestar seu desejo.

 
Filme em que a atriz, milf para caralho, Sandra Bullock tem uma tensão sexual com seu filho adotivo de pênis exageradamente grande.

O mesmo acontece com irmãos de criação que descobrem que não são irmãos de sangue, e começam a manifestar interesse de se relacionar sexualmente com uma frequência muitas vezes diária. Muito similar ao fenômeno em que com o casamento dos pais, ao juntar seus filhos em uma mesma residência, seus filhos começam a transar com muita frequência, escondido da autoridade dos pais

Sexo com a madrasta também é uma demonstração edipiana de que os rapazes manifestam para sacanear seu pai, e comer a mulher gostosa dele, o mesmo valeria para a filha que decide se relacionar sexualmente com o padastro. Esses fenômenos, assim como o fenômeno de atração sexual de afilhados com suas madrinhas e seus padrinho, são as possibilidades de que os pacientes com Atração Sexual Genética Invertida sabem que não são parentes do foco de seu interesse sexual.

Filhos que sentem muito desejo sexual pelas mães adotivas são comuns no cotidiano, muitas vezes pelo fato de saberem que suas mães muito atraentes não são biológicas. Muitas vezes, esses filhos tentam indiretamente conquistá-las, e paparicá-las, criando muitas vezes um conflito tácito com seu pai adotivo. Quando GSA reverso acontece nessa situação, ela tem as mesmas motivações do incesto edipiano comum, isto é, os pacientes querem sempre sexo diário, caseiro, seguro, confortável, de qualidade e excitantemente proibido.

A Atração Sexual Genética Invertida não é pecado, pois trata-se de uma lacuna jurídica que Deus se esqueceu de mencionar na Bíblia, ou simplesmente deu o foda-se para escrever mais coisas e foi para seu descanso eterno. Dessa forma, se você come sua madrasta ou descobriu que a mãe que você se masturbava de madrugada desde a adolescência na verdade te adotou, parabéns você não está automaticamente no inferno, pois é só viver o bastante para pedir perdão um pouco antes de morrer como todos outros pecados. Até lá, sua mãe de criação pode desfrutar do seu pau a vontade, sem problemas com o Juízo Final, então aproveitem com sabedoria.

Atração Sexual Genética no JapãoEditar

 
Tarde depois do Faustão no Japão.

O sucesso escolar e universitário de um jovem é a conquista mais importante que existe para as famílias japonesas. Com isso, há uma crença na maioria das famílias de lá de que, no período da adolescência, os meninos serão distraídos de seu trabalho escolar pelo poderoso desejo, do qual se desenvolve nessa idade, de se masturbar para mulheres muito gostosas. À medida que a mãe percebe os impulsos sexuais em crescimento do seu filho, é comum que a matriarca durma com seu filho, de modo a fornecer alívio sexual para ele, para que o garoto, sabendo que sua mãe cuidará de seus desejos sexuais, possa trabalhar na escola sem desperdiçar seu tempo com namoradas ou com pornografia. A mãe usa uma mistura de técnicas sexuais muito experientes, algumas delas muito ousadas, para proporcionar melhor satisfação sexual e sessões mais longas do que uma estudante inexperiente poderia lhe proporcionar.

 
Tipo de entretenimento mais famoso no Japão
 
Mãe japonesa em processo de descabaçamento de seu filho

Essa prática, na verdade, se trata de um reflexo da própria cultura patriarcalista japonesa em que se exige muito da honra de um homem japonês. Em outras palavras, como o fracasso no vestibular é considerado uma boa razão para o suicídio de um homem, a mãe, como gesto de proteção, inicia sexualmente seu filho a ponto de tentar satisfaze-lo de seus desejos o quanto antes, de modo que ele não precise ter uma abstinência sexual que o distraia de seus objetivos. Assim como o filho ao sentir fome, ele recorre a mãe, no Japão quando o filho enrijece seu pênis ele também recorre aos cuidados de sua mãe, assim ele nem precisa sair de casa, podendo estudar quase o dia inteiro. De acordo com estudos, mães japonesas ensinam seus filhos a se masturbarem, ajudando-os a chegarem à primeira ejaculação, da mesma forma que os ensinaram a ir ao banheiro.

 
Mãe japonesa preparando o filho para o vestibular dos sayajin.

O caso do Japão pode nos levar a conclusão que apesar de a cultura japonesa tradicional censurar o incesto, ela pode provocar efeitos que estimulem a propagação do fenômeno de atração sexual genética nas gerações de várias famílias de tradição. Em outras palavras, as mães japonesas quebraram seu tabu interno para poder preservar a honra do seu filho em uma sociedade predominantemente permeada por valores tradicionais e machistas, tentando livrá-lo, assim, de pesamentos suicidas provindos de um fracasso futuro. Alimentadas pelo sentimento darwiniano incontrolável de atração sexual que sente pelo filho, aliado ao constante abandono sexual e traição conjugal que seu marido faz com ela, as mães japonesas transam furiosamente com seus filhos, trepando com ele sem limites no passar dos anos.

Em suma, o homem japonês médio não gosta de ter responsabilidade direta sobre sua vida. Ele sempre prefere ser controlado por outra pessoa, seja sua mãe, sua professora, ou sua chefe na empresa, em outras palavras ele procura ser protegido em uma bolsa materna todo tempo. Para se ter ideia, a escola japonesa é chamada de 'escola mãe', e os funcionários consideram sua empresa como algum tipo de figura materna. O complexo de édipo se estende até ao Estado, cujos órgãos de controle - polícia, fiscais, guardas ferroviários - tratam os cidadãos como preciosas crianças juvenis, em constante necessidade de vigilância e repreensão gentil. Assim, os filhos crescem com mães excessivamente indulgentes que os sufocam afetuosamente, impedindo-os de desenvolver independência emocional. Os filhos aceitam o poder que suas mães têm sobre eles e, quando começam a namorar, naturalmente procuram outra mulher para cuidar deles.

Desse modo, no Japão, mesmo que o incesto não ocorra, inconscientemente o padrão sexual que o japonês procura é alguém como sua mãe, isto é, uma mulher que canalize suas emoções e energias para com ele. Em outras palavras, o japonês reprime seu desejo sexual pela sua mãe, de tal maneira de que quando casa com alguém do mesmo padrão, acaba reprimindo seu desejo sexual por ela também, abandonando-a sexualmente para aproveitar outros relacionamentos extraconjugais. Não é a toa que a pornografia incestuosa no país é a que mais lucra no mundo, e que vários animes famosos façam referências a relações incestuosas com seus inúmeros personagens.

Quando o japonês come sua mãe, ironicamente ele tem menos problemas psicológicos que os outros que reprimiram seu desejo, pois ele desenvolve um comportamento menos misógino e até possui um melhor interação com suas esposas, pois, apesar de enxergá-las com reflexo de suas mães, ele não a abandona sexualmente e é completamente carinhoso e atencioso para com as necessidades dela. Percebe-se que a inversão de valores acaba trazendo um benefício social inesperado pelos motivos tradicionalmente escolhidos como errados. Dessa forma, identifica-se aí que a manifestação infestuosa do GSA no país revelou como a tradição japonesa entra em contradição a todo momento, tornando seus cidadão em mentes altamente pervertidas, cultivando fetiches exóticos secretos.

Os animes, e os mangas atuais chamam a atenção pela quantidade de conteúdo incestuoso presente em suas histórias. Não apenas em obras eróticas, mas também em obras infantis e juvenis, é possível encontrar uma paixão ou fetiche por parentes, como por exemplo por irmãs mais novas. O público-alvo das obras animadas de incesto costumam ser os otakus anti-sociais e solitários, dos quais provavelmente muitos deles tiveram uma irmã mais nova do qual já tiveram uma fantasia, e por isso acabam se identificando com essas obras. Nesses animes, as irmãs mais novas acabam agindo de uma maneira indecente e instigante, e como no Japão, os irmãos mais velhos são tradicionalmente muito admirados e procurados pelas suas irmãs mais novas, os meninos se interessam em fantasiar a hipótese de que suas irmãs possuíssem algum interesse secreto para com eles, e de que elas demonstrassem isso despudoramente com o tempo. Irmãs mais velhas também são fantasiadas como um símbolo materno de acolhimento e controle, e o interesse sexual delas pelo irmão seria marcado pelo sentimento de proteção aliado ao impulso que o ímpeto sexual proibido traz como efeito ao paciente de GSA.

Toda essa produção midiática incestuosa fermenta no ideário japonês uma propagação epidêmica de GSA na população. Geral se masturba pensando nos pais, nos avós, nos tios ou nos irmãos, mas fingem para o mundo que desprezam o incesto. O Japão é o país que melhor alia conservadorismo hipócrita com perversão sexual mais liberalmente estranha sem limites do planeta, em que a pornografia deles, mesmo com todas bizarrices envolvendo fezes, tentáculos, urina e vômito, precisam ter genitálias parcialmente censuradas.

Incidência de GSA em mães de Homões da PorraEditar

 
Jesus, logo após de tirar o cabaço de sua mãe com a própria cabeça na hora do nascimento, gerou um precedente constrangedor para a Bíblia, motivo pelo qual Deus antevendo isso, criou seu filho para ser um Homão da Porra. Desse modo, Jesus acompanhava a rotina de Sua Santa e Linda Mãe das melhores formas possíveis
 
Nascimento de um Homão da Porra

Uma mãe com GSA muitas vezes tem que se controlar muito na hipótese de quando seu filho ter um pau de grande porte desfilando na casa dela. Afinal elas limpam seus filhos desde pequenos, muitas vezes o flagram pelados se masturbando, e muitas vezes elas não se conformam de não ter a oportunidade de agasalhar a rola do seu filho dentro de seu ventre.

Muitos defendem que nessa hipótese, Deus teria que absolver de qualquer pecado as partes envolvidas nesse incesto, porque se trataria apenas de uma mãe tentando aproveitar melhor a companhia de um filho com poderes muito mais que especiais. No entanto, Deus no momento que cria os Homões da Porra, Ele os cria para serem tão fodas, que Ele os permite que comam até a própria mãe, criando uma brecha jurídica do incesto tão condenado. Em outras palavras, os Homões da Porra tem o privilégio divino de realizar sexo terapêutico com suas mães, pois eles são criaturas criadas para alegrar a rotina sexual de merda das mulheres.

Assim, o Homão da Porra tem a função de fazer as mulheres esquecerem que a maioria dos homens são um bando de pessoas infantis, mal educadas, egoístas, pau moles, e que simplesmente desconhecem como fazer a vida de uma mulher mais especial e feliz. Como Deus entendeu que vacilou com as mulheres do planeta, Ele resolveu dar um paliativo com a criação de uma criatura que simplesmente sabe tudo a respeito das mulheres, em forma de praticamente um bilhete premiado, devido a sua alta raridade. O Homão da Porra sabe tudo a respeito de qualquer assunto, tem um pau enorme, é educado, sabe artes marciais como ninguém, não faz comentários machistas, sabe cozinhar, e ajudam as mulheres a organizar a sua rotina.

Todas essas qualidades provocam que nem a mãe resista seu filho, e invada a privacidade dele para espiar seu voluptuoso pênis, até que o incesto simplesmente começa a acontecer, e a vida sexual dela nunca mais é a mesma. No entanto, o Homão da Porra é completamente democrático em suas convicções, e acaba comendo sua vó, suas irmãs, suas tias, as vizinhas, suas amigas, as amigas de sua namorada, ou melhor, ele come geral, motivo pelo qual mulheres ciumentas acabam se afastando.

No entanto, principalmente no período da adolescência, o Homão da Porra transa 90 porcento das vezes com sua mãe, virando uma necessidade sexual diária dela. Para não perder isso, a mãe deixa claro para o filho de que ele não precisa mudar sua vida, fazendo questão que ele tenha suas namoradas, comprometendo-se a nunca apresentar um comportamento ciumento, na intenção de sempre manter a intimidade sexual com ele, podendo então sempre passar um tempo de qualidade com o querido filho, como se sexo fosse aquele jogo de tabuleiro que você joga com sua mãe quando vai visitá-la de domingo.

Homões da porra amam suas mães como qualquer um de nós, só que eles demonstram isso por meio de um pau gigantesco pulsando na frente delas, motivo pelo qual eles transam com elas até o fim dos seus dias, como gesto do seu afeto. Especialistas dizem que pela dificuldade de casar com uma mulher liberal que aceite sua vocação sexual em satisfazer uma quantidade muito grande de mulheres, a maioria dos homões da porra nunca transaram tanto com a mesma mulher, como transam com a mãe deles. Como a mãe dos homões da porra aceitam o talento divino que Deus lhe proporcionou em distribuir a piroca deles na mulherada, elas aceitam o modo de vida dos seu filhos e acabam sendo a maior beneficiada desse próprio lifestyle. Por esse motivo que a grande maioria dos homões da porra transam com suas mães quase diariamente, e muito provavelmente são as mulheres que mais transaram na vida.

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