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BS The Legend of Zelda: Ancient Stone Tablets

Virtualgame.jpg BS The Legend of Zelda: Ancient Stone Tablets é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Lara Croft consegue mais uma relíquia.


Butt Suckers The Legend of Zelda
BS The Legend of Zelda Ancient Stone Tablets.jpg

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Nintendo
Publicador TIM do Japão
Ano 1997
Gênero Zelda feito por fax
Plataformas fax Satellaview
Avaliação Indefinido
Idade para jogar Indefinido

BS The Legend of Zelda: Ancient Stone Tablets é um jogo absolutamente desconhecido da série The Legend of Zelda, tão ruim que nem pra fazer meme serviu (coisas que pelo menos Faces of Evil e Wand of Gamelon foram mais úteis pra série. Depois de BS The Legend of Zelda, é o segundo jogo da série lançado para um fax (de nome Satellaview), numa época em que a internet ainda não existia e os episódios dos 6 capítulos que formam o jogo eram enviados via cabo telefônico de fax, em código morse, obrigando o jogador a ter um verdadeiro aparato em casa pra jogar essa bosta, coisa que ninguém tinha e por isso é um jogo altamente desconhecido, quase que um hoax.

JogabilidadeEditar

Este jogo é um Ctrl+C/Ctrl+V descarado de The Legend of Zelda: A Link to the Past, visivelmente inspirado no que fizeram em The Legend of Pervert, ou seja, aproveitando os cenários, sprites, inimigos, itens e tudo, e apenas reescrevendo as falas na cara dura para fingir que é outro jogo completamente diferente.

Sendo assim, controlamos o Hero of Time (Link estava de férias) um gnomo que se parece com o Link, se veste como o Link, usa os itens do Link, mata chefões como o Link, NÃO pega a Princesa Zelda como o Link, tem um gorro como o Link, vandaliza casas e jardins como o Link, mas nãoz é o Link, mas sim um personagem customizável, podendo ser um gnomo normal ou um gnomo travesti, indo isso da orientação do jogador.

Em pleno 1997, com todo mundo só com uma internet discada horrível, este jogo tentou ousar sendo um MMO sem multiplayer de Zelda online, que duraria 4 finais de semanas. A cada domingo a Nintendo enviaria via fax um pacote com atualizações de novas dungeons para os jogadores solucionarem em menos de 50 minutos. Uma vez findados os 50 minutos, o jogo acabava e seria necessário esperar o próximo domingo. Tudo isso que foi descrito nesse parágrafo é meramente especulativo, pois ninguém nunca jogou essa porra por não possuir um fax em 1997 pra jogar isso, então isso é o que teoricamente foi o que aconteceu.

EnredoEditar

 
Sósia de Link e Princesa Zelda precisando derrotar uma piroca gigante.

O jogo se passa 6 anos após concluído The Legend of Zelda: A Link to the Past, quando Link, exausto da friendzone que a Princesa Zelda impõe sobre ele, decidiu viajar para Tuvalu (ver The Legend of Zelda: Link's Awakening) para curar sua impotência sexual (daí o nome do jogo "Link's Awakening") e assim agradar a princesa. Mas foi justo em sua ausência que hordas de monstros passaram a atacar Hyrule, porque a princesa Zelda, piranha do jeito que ela é, estava na floresta cuidando de um gnomo muito parecido com o Link, só mais um trouxa que ela achou para iludir com falsas promessas de sexo e assim conseguir que seu reino fosse salvo mais uma vez.

O pobre sósia do Link deve então, como um bom capacho da princesa mimada, partir numa jornada em busca de oito tabletes de chocolate Garoto para saciar a dependência química da princesa por chocolate, e assim acalmar sua TPM, enquanto ela lê sua revista Nova (Book of Mudora).

Uma vez recuperados os tabletes e saciado a fome de Zelda, ela diz que a sua revista Nova mencionou algo sobre um Dildo de Prata sagrado que fica numa sex shop na Death Mountain, e convence o sósia do Link a ir buscá-lo para ela, mas chegando lá Link descobre que o vendedor da sex shop é o espírito de Ganon, que sobreviveu mesmo que seu corpo tenha sido exterminado no jogo anterior, precisando Link exterminá-lo