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Desciclopédia β

Babilônia (telenovela)

TV pós-Globo.

Este artigo é sobre mais um programa de tortura televisiva. Salve-se mudando para o Canal do Boi, ou leia sobre mais essa desgraça da TV.

Favela-bresil2.JPG Essi artigu é faveladu!

Nem por isso tá involvida cum droga, putaria ou ladruagi!

Não vandalize, senão num vai poder morar aqui na cumunidadi!

Um dos 857315 logos que essa novela já teve.

Cquote1.png Você quis dizer: Lixo disfarçado de novela Cquote2.png
Google sobre Babilônia (telenovela)
Cquote1.png A pior novela de todos os tempos da Globo, com média final de apenas 25 pontos no IBOPE. Cquote2.png
Qualquer pessoa sobre Babilônia
Cquote1.png "Pra que chorar, se o sol já vai raiar, se o dia vai amanhecer..." Cquote2.png
Mart'nália tentando consolar a equipe da novela
Cquote1.png A volta da Adriana Esteves nem foi tão boa assim. Cquote2.png
Você ao ver o que o papel da eterna Carminha é muito fuleiro
Cquote1.png Eu disse que era melhor você ter feito a minha novela. Não quis esperar... deu no que deu! Cquote2.png
João Emanuel Carneiro sobre Adriana Esteves
Cquote1.png É a Carminha, mas tá parecendo a Nina com essa mania de vingança! Cquote2.png
Telespectador retardado sobre o papel de Adriana Esteves em Babilônia
Cquote1.png Prefiro ver Carrossel, me traz mais cultura! Cquote2.png
Uma guria retardada fazendo um comentário brilhante
Cquote1.png Três autores escrevendo uma só novela! Imperdível!!! Cquote2.png
Comerciante sobre Babilônia
Cquote1.png Só do nome da novela ser Babilônia e ter o famoso beijo gay, já desanimei! Cquote2.png
telespectador evangélico e homofóbico sobre Babilônia
Cquote1.png Chay Suede, ator de um enoooooooooooooorme talento! Cquote2.png
Diretor que fez teste do sofá com ator citado
Cquote1.png Será a novela do 50º aniversário, ou seja, fará sucesso! Cquote2.png
Gilberto Braga tentando convencer os atores a participar dessa roubada novela
Cquote1.png Como foi que eu me meti nessa??? Deveria ter escutado o meu pai de santo... Cquote2.png
Atores do elenco da novela, depois de ver que Babilônia era uma grande furada
Cquote1.png Uma pena que o Marcelo Melo é gay Cquote2.png
Dona de casa desocupada sobre Babilônia
Cquote1.png Novela exagerada, porém consumível. Cquote2.png
Poliana Abritta sobre Babilônia
Cquote1.png Parece que a Globo tá fazendo uma novela boa e uma ruim, seguindo uma sequência das 21h Cquote2.png
Alguém sensato sobre Babilônia
Cquote1.png E o boicote, sai ou não sai? Cquote2.png
Edir Macedo sobre Babilônia
Cquote1.png Não só saiu como está fazendo muito sucesso!!! Cquote2.png
Silas Malafaia sobre a frase acima
Cquote1.png Não estou disposta! Cquote2.png
Beatriz sobre emprestar um vestido novinho para a Inês
Cquote1.png Não estamos dispostos! Cquote2.png
Telespectadores brasileiros sobre Babilônia
Cquote1.png Dá Mais que Babilônia Cquote2.png
Hashtag de 2015 sobre qualquer outro programa da TV brasileira
Cquote1.png Dá Menos que Babilônia Cquote2.png
Hashtag de 2016 sobre Velho Chico

Babilônia é uma novela das 21h exibida pela Rede Globo de Manipulação. É escrita por William Bonner Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, este último sendo um dos autores do sucessão só que não Lado a Lado, de 2012/13.

Índice

ManualEditar

 
As grandes estrelas desse grande fracasso.

A protagonista da história é Bebel Regina (Camila Pitanga), mais uma favelada em busca de justiça. O destino dela se cruza com o da putinha ninfomaníaca Maria de Fátima Beatriz (Glória Pires), que não pode ver um homem que se atira em seus... enfim, vamos voltar à trama! Carminha Inês (Adriana Esteves) era a melhor inimiga amiga de Bia na infância, tendo uma falsa amizade, já que inveja(va) tudo o que a amiga possui(ía): beleza, peguetes, brinquedos, grana, corpo, duas mães lésbicas... mas, nem tudo eram flores na vida de Beatriz. Ela já tinha torrado toda a grana que ganhou de herança daquele conde italiano baitola com quem ela se casou em uma outra novela e estava vivendo de presenças vips em festinhas do high society. Pra recuperar a bufunfa perdida, ela conquista um homem casado que está esperando a mulher morrer: o milionário carente Afonso Evandro (Cássio Gabus Mendes). A veia morre, os dois se casam e eles mandam o enteado playboy Guto (Bruno Gissoni) prum internato na Suíça. Porém, seu golpe é ameaçado por seu maior ponto fraco: mais tarada que uma cadela no cio, Beatriz não resiste e dá uns pegas no motorista do noivo, que é o pai da... Regina!

Inês, que vive num apê todo bugado (cheio de goteira, infiltrações, rachaduras e uma belíssima vista para o morro da Babilônia), entra de penetra numa das festinhas em que sua BFF Bia está pra pedir dinheiro emprestado, leva um fora, mas descobre o caso da Beatriz com o motorista. Como toda vilãzinha fuleira de novela, ela trata logo de chantagear a outra, ameaçando revelar tudo pro Evandro se Beatriz não desse um jeito na vida dela. Todavia, para tentar se livrar da chantagem, Beatriz faz o que toda vilã de novelas faz: mata o motorista, que também a chantageava, forja um assalto e dá um jeito da culpa cair em cima da chantagista da Inês, passando a chantagear a rival (Entendeu? Não? Nem eu). As duas fazem um pacto de sangue e Beatriz dá um jeito de promover o marido da outra, despachando Inês para Dubai, com marido e filha. Porém, ele não suporta a chatice e o recalque da Inês, tem um aneurisma e morre, obrigando Inês e a flopada de sua filha Alice (Sophie Charlotte) a voltarem para o fodido Brasil. Aqui, Regina estava cheia de esperanças: ia fazer Medicina pelo FIES e ela tinha conhecido um cara que era bacana: Laerte Luís Fernando (Gabriel Braga Nunes)! Os dois tiveram um lance, e no dia seguinte ela descobriu que ele era casado com a Bruna Marquezine, já tinha 357 amantes, uns quinze rebentos nas costas e vários mandados e prisão por pensões alimentícias atrasadas. Mas aí ela teve uns enjoos, desmaios, e em novela isso é sintoma de... gravidez! Além de ter que cuidar da mãe doente e do irmão mala Diogo (Thiago Martins), ela ainda teria mais uma boca pra sustentar, além de aturar o mala do Luís Fernando pelo resto da sua vida. Além disso, o seu pai morreu e ela passou dez anos acreditando que foi por causa de um assalto. Por conta de tantas desgraças, Rê teve que abandonar o seu sonho de ser doutora e passou a rodar a bolsinha vender água de coco na praia do Leme para sobreviver.

Atualmente, Inês tenta cafetinar a sua filhinha Alice pra que ela se case com um milionário, ao mesmo tempo em que ela tenta agarrar o seu (tem gente que não se enxerga). Para isso, ela dá em cima do marido da amiga, Evandro, mas o plano dá errado e ele passa a paquerar a Alice, que namorava o psicopata Edu Murilo (Bruno Gagliasso), que tinha uma Dupla Identidade: Era um playboy carente e mimadinho pela mamãe adotiva de dia e um cafetão sem caráter e meio tarado à noite. Murilo é o irmão adotivo de carneirinho Vinícius (Thiago Fragoso), um advogado mané e sem noção que é meio masoquista, pois foi se apaixonar (e levar patadas) logo pela Regina, a mocinha mais bruta e carrancuda das novelas brazucas. Mas ele conseguiu amansar a fera com suas práticas de hipnose e agora eles formam o casal mais mala e sem sal da novela.

 
Nos finalmentes, Inês e Beatriz se revelaram lésbicas e resolveram fugir ao estilo Thelma e Louise.

Porém, como a estória da novela não estava sendo compreendida por 99% dos telespectadores (muito menos por mim), algumas coisinhas na trama foram modificadas. Beatriz, que deu uns golpes na construtora do marido junto com Pedro (André Bankoff), outro amante liiindo que ela arranjou, começou a brigar com Inês, que já estava se cansando das migalhas que a outra lhe dava e planejava destruir sua vida. Beatriz tentou matar Inês a afogando num copo de Coca-Cola, mas ela sobreviveu. Aí, apareceu a Tia Celina (Débora Duarte), única parente que consegue aturar Inês, e que revelou o porquê da vingança da Carminha, digo, da Inês: quando ela e Beatriz estudavam no jardim de infância, tinha dado uns pegas no pai da Inês, um veio tarado qualquer, mas Bia, obviamente, ainda era menor de idade, ele foi preso e lá morreu. Tentando botar um pouco de juízo na cabeça da sobrinha, Celina a aconselhou a desistir e tocar a vida, cuidando da filha Alice, que a essas alturas já estava rodando a bolsinha na praia do Leme. Mas, os conselhos tiveram efeito contrário e Inês decidiu fazer no capítulo 30 o que estava previsto lá pro final da novela: entregar à Regina indícios de que Beatriz tinha matado o seu pai. Ela e seu peguete e personal-advogado Vinícius juntaram 2 com 2 e chegaram à conclusão de que Beatriz era a assassina! Mas será que os dois pombinhos vão conseguir colocar a ricaça na cadeia? Para saber, teremos que aguardar os próximos capítulos (isso se a Globo não tomar uma atitude sensata e fizer o que deve ser feito: suspender a novela e colocar desenhos do Mickey no lugar enquanto a próxima não ficava pronta).

Trilha sonoraEditar

  • Teve dois CDs, o que foi muito, já que a novela carrega a infeliz pecha de pior fracasso teledramatúrgico da história da Vênus Platinada. Foi a primeira novela das 21 horas com duas trilhas mistas (com nacional e internacional no mesmo CD) lançadas, e com A Lei da Maldade, de 2016/17, esse estilo passaria a ser fielmente adotado (as de Velho Chico não são tão válidas, pois são dois álbuns nacionais), e A Regra do JooJ, sua substituta, foi a última a ter CDs nacional e internacional.
  • O primeirp repertório conjuga clássicos da MPB com alguns hits gringos, e o segundo segue a mesma cartilha fielmente. Para se ter uma ideia, temos Maria Bethânia, Gal Costa, Tim Maia e Ney Matogrosso no time brazuca e Coldplay, Sam Smith e Cymcolé no internacional, em 31 faixas; 16 no volume 1, 15 no volume 2. Dois repertórios de bom gosto em trilhas de uma das piores novelas de todos os tempos. -_-

Babilônia vol. 1Editar

Capa: Thiago Fragoso comendo e gozando em Camila Pitanga
Tiragem: 30 mil cópias

  1. Ink - Coldplay
  2. Eu Te Desejo Amor (Tema das velhas lésbicas que se beijaram no primeiro capítulo) - Maria Bethânia
  3. Ô azar Sorte - Mosquito - tema dos atores que foram dispensados da novela
  4. Ilusão à Toa - Gal Costa
  5. Splendor - Dan Torres
  6. Pra Que Chorar - Mart'nália (abertura, inclusa também na coletânea comemorativa Globo 50 anos)
  7. Deixa se Envolver vou te dar prazer- Melanina Carioca - tema dos homens bonitos da novela
  8. Like Nice Celso Fonte Seca Fonseca
  9. Azul da Cor do Mar O Síndico - tema da Praia do Leme, única coisa que presta na trama
  10. Pesadelos Sonhos - Caetano - tema do autor da novela, que sonhava com o dia em que Babilônia será um sucesso! (que pena que foi apenas um sonho impossível, que nunca se consumou de fato)
  11. Don't Wanna Touchdown - Johnny Glövez featuring Polina
  12. Não Diga Não - Nana Caymmi - tema da Globo, que obrigou os atores a participarem desse lixo
  13. Alvorada - Cartola
  14. Convicted - Alisha Pillay (quem é? Nunca vi, nem comi)
  15. Till I Forget You - Cymcolé - tema dos telespectadores, que após quatro anos já esqueceram essa porcaria
  16. A Presença (instrumental) - Roger Henri

Babilônia vol. 2Editar

Capa: Murilo (Bruno Gagliasso) e Alice (Sophie Charlotte)
Tiragem: 20 mil cópias

  1. I'm Not the Only One - Sam Smith (aquela que você ouviu centenas de vezes seguidas)
  2. Esperta - Ana Carolina (do álbum #AC, de 2014)
  3. Mania - Zizi Possi
  4. Estava Escrito - Ney Matogrosso
  5. All of Me - Karina Duque Estrada (uma que venceu o The Voice Brasil na época)
  6. Um Trem Para as Estrelas - Cazuza
  7. Amor Marginal - Johnny Hooker
  8. O Samba de Nós Dois - Daniel Chaudon e Mart'nália
  9. I'm Alive - Mister Jam feat. Francinne
  10. Tango do Mal - Simone Mazzer
  11. Sabe Você - Leila Pinheiro
  12. Love is on my Mind - Blushie
  13. Que Bandeira que você deu - Daúde
  14. Only U - Leo Von
  15. Amor, Meu Grande Amor - Lucas Santtana

Música da aberturaEditar

A abertura tenta ser fodástica e inovadora, mas só consegue ser confusa e nonsense. Mistura várias casas sendo construídas (afinal, Beatriz e Evandro são donos de uma construtora) com os rostos das atrizes principais: Camila Pitanga, Adriana Esteves e Glória Pires, ao som de um sambinha de uma nota só. Como ninguém gostou, eles tentaram umas variações de cores no Paint, porém, a cagada já foi feita e não tem mais conserto. A música, Pra Quê Chorar, é dos lendários Vinícius de Moraes e Baden Powell (não o Pai do Escotismo, toupeira!), cantada pela/o filha/o do mestre Martinho da Vila, Mart'nália! Confere a letra:

Pra quê chorar
Se o povo vai chegar
Sentar e ligar a têvê

Pra quê sofrer
Se o IBOPE vai crescer
E e só na Globo pôr

Pra que chorar
Se existe detrator
A solução é só mudar
A direção, o ator, o autor

Quem não chorou
Quem nunca fracassou
Não pode nunca mais dizer

Pra que chorar, pra que sofrer
Se há sempre telespectador
Que vê lixo na TV!

CuriosidadesEditar

  • A atriz Virgínia Rosa, que fez a mãe da Regina, era creditada como Revelação da novela. Isso quer dizer que uma atriz naquela idade nunca teve grande prestígio na TV, e, provavelmente, após o fim da novela, não voltaremos a ver facilmente seu rostinho lindo por lá;
  • Como os autores não conseguiram se conter e já despejaram um beijo gay logo no primeiro capítulo, a novela corria o risco de ser boicotada e sair do ar a qualquer momento graças a Edir Macedo e a Sílvio Santos, que, numa estratégia de gênio, colocou a reprise do Carrossel tupiniquim pra ser exibida no mesmo horário. Resultado: A novelinha da Professora Helena, da Maísa e do Cirilo ganhou de lavada!
  • A novela possuía personagens chatos e desnecessários, como a esposa mala do Luís Fernando, Karen, e os miguxos dele: o Marcos Veras, que aprendeu a cozinhar só pra novela, e aquele loirinho lá, que também não serviu pra nada. Críticos imploraram que os autores expulsassem os personagens citados dessa novela, mas os clamores não foram atendidos;
  • Como a novela tinha um casal da terceira idade feminino, também tinha que ter um masculino, que era formado no meio da novela por Marcelo Melo e Marcos Pasquim, mais um gay encubado. Porém, a Associação das Donas de Casa Desocupadas Sem Vida Sexual e Viciadas em Telenovela fizeram um abaixo-assinado, implorando que o personagem do Marcos Pasquim deixasse de ser gay e passasse a tirar a camisa na novela. Apenas o primeiro pedido foi atendido, porque o Marcos já tem mais de 50 anos nas costas e o seu abdômen não é mais aquele que fazia a mulherada suspirar nas novelas do Carlos Lombardi;
  • A novela possui o prefeito Aderbal (Marcos Palmeira), que se faz de santinho e respeita as "leis divinas", mas é um lobo com pele de cordeiro, conseguindo ser mais malandro que o Sérgio Mallandro enganando a todos, inclusive sua mulher (Laila Garin), que foi mais uma revelação da meia idade na novela.
  • Nossa querida Rogéria iria participar da novela, mas ninguém nunca viu sua presença no ar;
  • Frustrados com o fiasco da trama, os autores e atores iniciaram uma operação para tentar convencer o brasileiro a assistir àquela desgraça. Para isso, trataram logo de dizer o discurso orquestrado pelo marqueteiro da novela, Pinóquio: que a novela era legal, o texto era maravilhoso, as interpretações espetaculares e que a culpa do fracasso era do povo, que não tem cultura (essa última parte é verdade). É claro que nada disso deu certo e a trama continuou patinando no IBOPE.
  • Mas Babilônia não foi o único grande fiascão do horário nobre: autores de Ti Ti Ti (o remake de 2010) e Sangue Bom (2013), Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari levaram, entre 2016 e 2017 às 21 horas, A Lei do Amor (que de amorosa nada teve), que seguiu fielmente a triste cartilha de Fracassônia e fechou com 26 pontinhos. Recentemente, tivemos O Sétimo Guardião, de Aguinaldo Silva, exibida dois anos depois no mesmo horário, e derrubou 6 pontos de Segundo Sol, de Emanuel Carneiro (as duas fecharam com 28 e 34, respectivamente). Atualmente temos A Dona do Pedaço no horário nobre. Se será sucesso ou não, só o tempo dirá.