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Bayeux

Bayeux (pronuncia-se "Baiê") é um distante e decadente bairro de João Pessoa, que já foi inclusive expulso e separado por ser tão ruim. Há quem diga que é uma cidade, onde todo homem é corno e toda mulher dá o cu para todo forasteiro e que ela está verdadeiramente no Acre ao invés da Paraíba, mas na verdade é apenas uma favela de grandes proporções.

Município de Baiê
"Cidade das Putas e dos Cornos"
Bandeira de Bayeux.png
Bandeira
Aniversário 15 de dezembro
Fundação Bayeux nunca foi reconhecida
Gentílico mundiça
Lema Deus salve os Goiamun
Localização
Localização de Baiê
Estado link={{{3}}} Paraíba
Mesorregião Mundiça Paraibana
Microrregião João Pessoa e seus Mangues
Região metropolitana Favelas de João Pessoa
Municípios limítrofes João Pessoa, Santa Rita
Distância até a capital 0 Km km
Características geográficas
Área 5 km²
População 1 milhão de goiamuns hab. 2016
Idioma analfabetês
Clima Não disponível
Fuso horário UTC +1

Cquote1.png Na União Soviética, o goiamum pega VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Bayeux
Cquote1.png Na União Soviética, o corno continua sendo VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Bayeux
Cquote1.png Na União Soviética, VOCÊ come a mulher de outro e o corno ainda é VOCÊ!!!!!!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Bayeux
Cquote1.png Pior é morar nas favela de João Pessoa! Cquote2.png
Morador sobre Bayeux
Cquote1.png Antes morar nas favelas de João Pessoa de que ser corno em Bayeux! Cquote2.png
morador de favela de João Pessoa sobre a citação acima

Índice

HistóriaEditar

No ano de 2007, um intrépido explorador e ex-radialista, o magnífico Jeca Jota Júnior, estava vagabundando por ai, quando decidiu pegar um pedaço de pau e enfiar no cu subir em cima dele para atravessar o misterioso rio Sanhauá nos arredores inexplorados de João Pessoa, na expectativa de achar um novo território para si. Depois que ele atravessou o mangue, se deparou com uma grande mata fechada, e ao adentrar nela e caminhar um pouco, Jota Júnior se deparou com vários caranguejos, siris e goiamuns juntos praticando um ato de canibalismo (todos sabiam falar pois viviam no mangue, e o mangue tinha água radioativa, o que lhes garantiu a habilidade de falar francês, o que explica o nome estrangeiro do vilarejo). Jota Júnior então atrapalhou a briga daqueles crustáceos e eles começam a se comunicar num diágolo histórico que foi registrado por Pero Vaz de Caminha:

Jota Júnior: Calma! Eu só estou aqui porque Deus quis. Minha vozinha que está com papai do céu lá no céu e está me protegendo, por isso...
Siri: Cala boca e fla como homem filho da puta! Que que tu faz aqui????
JJ:Estou aqui para ajudar todos vocês, irmãos. Eu só queria...
S: Queria nada viado! Goiamum! Leva o sujeito!
JJ: Vão me levar pra onde?
Goiamum: Não queira saber!

Os crustáceos levaram Jota Júnior (eles são radioativos, por isso conseguiram levar Jota Júnior) para a água radioativa do mangue. Ao tocar na água, Jota Júnior se transforma num ser radioativo e irritante. Depois disso, ele se rebelou e convocou os remanescentes da Turma da Borracha e mataram todos os goiamuns, siris e caranguejos. Essa "guerra de grandes proporções" foi chamada de Guerra da Colonização. Jota Júnior dá vários chutes e socos, porém nenhum deles pega algum goiamum. Cansado de ficar fazendo papel de palhaço, Jota Júnior faz um trato com os goiamums. Ele iria criar um sítio e chamaria ele de cidade, e essa cidade iria, aos poucos, fazer os goiamums radioativos dominarem o mundo. Os crustáceos aceitaram o acordo.

 
Um caranguejo radioativo de Bayeux. Vai encarar?

Depois disso, Jota Júnior volto para casa. Ele mandou os primeiros mendigos que viu na sua frente, e deu uma "super casa" situada no novo sítio. O Sítio Bayeux. A casa era feita de palha de coqueiro (inclusive as paredes), e tinha 19cm². Os novos moradores de Bayeux chamaram seus amigos, e foi aumentando a população da nova "cidade".

Como não tinha árvores frutíferas na cidade (os coqueiros não contam, porque só dão 1 coco por ano, e ele é usado pro futebol dos trombadinhas), a gentalha que morava em Bayeux comia só goiamum, siri e caranguejo, pois moravam na beira do mangue.

Depois de Jota Júnior comer o prefeito de Santa Rita, ele dá o território de Bayeux pra Jota Júnior. Jota Júnior cria uma prefeitura, duas empresas de ônibus, uma estátua pagã de um goiamum gigante (cumprindo o acordo com os goiamuns radioativos) e chama aquilo de cidade.

GeografiaEditar

 
Acredita-se que em algum lugar desse mangue nos fundos de João Pessoa está Bayeux.

Bayeux está localizada atrás da cidade de João Pessoa, basicamente aonde a capital paraibana despeja seu esgoto, criando uma paisagem de chorume e animais deformados e radioativos, uma área denominada pelos biólogos de "mangue". Devido a estas características, é impossível haver prédios e edifícios no município, sob o perigo deles afundarem, por isso todas casas são de pau-a-pique, para serem leves e não fundarem.

EconomiaEditar

Economia primária exclusivamente baseada na caça, captura e exportação de goiamuns. Como nem todos gostam de se cobrir de lama no mangue exercendo essa profissão, o resto da economia do município baseia-se na prostituição. A cidade é bastante conhecida por seus "pontos turísticos" (cabarés).

EducaçãoEditar

A educação em Bayeux é muito simples e se resume em dois princípios básicos: Os homens são ensinados desde a infância a serem cornos, educados para serem abobalhados, frescos e coniventes, características estas disfarçadas sob as palavras "respeito" e "tolerância". Essa formação não dá bons rendimentos mas dá status (isso vai depender das mulheres). Já as mulheres são ensinadas desde cedo a serem raparigas, putas safadas e vadias. Desde pequenas as mulheres de Bayeux aprendem ganhar a vida usando o dinheiro dos pais e dos outros, além de especializarem na arte de dar e rebolar andar e rodar a bolsinha. Não tem bons rendimentos mas também não passam fome.

PopulaçãoEditar

Com uma população de 1 milhão de siris, caranguejos e goiamuns, e quase 100 mil pessoas, dentre as quais 50 mil são cornos e 50 mil são piranhas. Um bayexense é facilmente reconhecido por sua características peculiares, como por exemplo: Ser mal educado; Sempre dizer que seu filho de 7 anos desnutrido tem 15, para não pagar passagem; Come goiamum, siri e "unha-de-véi"; Lota os shows de mundiça que acontecem no Parque do Caranguejo; É corno e nunca entra na própria casa sem bater, verificando pelas brechas da porta se o Geraldão ainda está lá dentro.

TransportesEditar

 Ver artigo principal: Transportes públicos de Bayeux

Os ônibus de Bayeux tem características que podem parecer estranhas , mas que para o bom povo de Bayeux é normal como: Motorista na cadeira de balanço, pintura de cal nas pistas, rodas de liga leve nos ônibus (plástico reciclado de bacias velhas), janelas com cortina, catraca de ripa, piso de cimento queimado, pedras espalhadas por todo o ônibus devido aos fretes, porque de noite quando não tem passageiros, eles fazem bicos carregando pedras ou areia dentro do busão, combustível desconhecido extremamente poluente, motor de lancha nos veículos, cadeiras de cimento roubada das praças, teto de lona furada amarrado em caibros cruzados pelo interior do ônibus e janelas basculhantes de resto de casas demolidas colados improvisadamente com durepox usada pra remendar a lataria.

Os ônibus de Bayeux acredita-se que eram o principal transporte dos índios nativos, antes da chegada dos portugueses, devido à sua antiguidade impossível de ser determinada por carbono-12, mas sabe-se que Tiradentes decepou sua cabeça acidentalmente enquanto andava nesse ônibus, pois segundo testemunhas ele estava trabalhando de cobrador, abaixado, pegando o troco na caixa de sapato, daí o ônibus freou e ele perdeu a cabeça na catraca feita de ripa de madeira.

Na cidade localiza-se o Aeroporto Internacional de João Pessoa, que ali foi feito por falta de espaço ocioso na capital, sendo talvez a única coisa moderna existente por ali. Exatamente por ser a única coisa de bom, toda mundo acha que é de João Pessoa, e quem usa esse aeroporto francamente quer é visitar João Pessoa, nunca Bayeux.

CulturaEditar

 
Estátua Gigante do Deus Goiamum, decorando uma das praças mais abandonadas do Brasil.

Bayeux se destaca nas artes de amansar corno e na formação de putas das mais vadias. É muito comum na cidade a presença de quadrilhas e sucatão aonde são ensinados aos meninos e meninas da cidade a roubar se virarem com o dinheiro que o mangue dá e o que o lixo pode oferecer.

CulináriaEditar

Pelo fato de toda Bayeux estar situada dentro de um mangue, a culinária local é 100% composta de pratos derivados dos frutos do mangue.

Pratos de entrada

Cu;
Tutu de unha-de-véi;
Chama-maré à la seu Apolônio (versão Dercy Gonçalves em modelo masculino);
Mussum "álio" e óio;
Piaba "acaçalorada";
Siri mole no dendê;
Escondidinho de "aramim" (prato rústico, pois o Aramim é um caragueijinho que vive trepando nos paus do mangue);
Cassulet de Guimum = Goiamum (homenamgem ao pai do mangue Jota Junior que é francês com toda certeza)

Pratos que dificultam a saída

Cu;
Farofa de Goiamum (o símbolo de Bayeux);
"Xilapinha" à milaneza com farinha de rosca;
Siri flambado na Pitu;
Goiamum no leite da copaíba;
Unha-de-véi com "abroba" e pimentão vermelho;
Papa-areia (peixe de água doce)na margarina primor;
Pirão de carangayjo;
Salada de frutos do mangue regada a 51 (cachaça da boa ideia).