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Bezerros

Bezerros é mais uma cidade brasileira, situada em algum lugar de Pernambuco. Acredite se quiser, quem nasce nessa cidade é chamado de bezerrense, e não sei mais o que parece. O que é Bonito, feio lhe parece!

Índice

HistóriaEditar

Bezerros era nada mais, nada menos que um entreposto a caminho de Bonito. Antigo aglomerado de fazendas cortadas pelo rio Ipojuca, que mais tarde teve café e atualmente tem habitantes que servem de mão-de-obra barata em Caruaru ou têm uma bodega há mais de uma geração no Centro, estes últimos querendo destruir qualquer concorrência que ouse, que se atreva a surgir por ali.

o que se sabe é que possui esse insólito nome em homenagem à família fundadora do vilarejo, que tinha uma filha dona do melhor boquete da região, o que a garantiu o apelido de "bezerra", logo, todos os matutos da região, sempre quando queriam se divertir, falavam   Vamos lá visitar a bezerra  , e logo o nome pegou e foi adotado como nome de município dessa joça. Conta-se que essa filha se perdeu, o que gerou enorme comoção, afinal ela era a principal atração da fazenda, tanto é que, após ser encontrada na casa de um peão, foi construída uma capela em agradecimento a São José, não que ele tivesse algo a ver com as libertinagens da filha do fazendeiro. E assim, como já tinha igreja e alguém queria ser prefeito, Bezerros se emancipou em 1870.

EconomiaEditar

Cidade de economia paupérrima humilde, tem como principais produtos de exportação bolo, doce, papangu e eleições de 2 em 2 anos. Comércio à parte, há quem sobreviva de Carnaval, bolo, doces e artesanato.

LazerEditar

 
Se conforme, é somente a praça de uma cidade, nada demais.

Difícil... parece que a única fonte de lazer da cidade é beber milkshake na praça... Ou quem sabe levar a 10/10 para a prefeitura

TurismoEditar

Por incresça que parível, há turismo em Bezerros! E o carnaval é um desses trativos. Os recifenses e olindenses que não aguentam mais os trombadinhas, batedores de carteiras, se perder, a multidão, as brigas, o calor e todos os inconvenientes inerentes a um carnaval recifense/olindense costumam visitar Bezerros no domingo de Carnaval, ajudando a lotar ainda mais toda aquela massa que se aperta ladeira abaixo ufa da Praça São Sebastião até a Rua da Matriz, em busca de papangus. Muito embora, visto de cima, aquele carnaval não pareça uma ladeira. No domingo, você que é turista, que se resolva sobre as suas preferências de palco. Antes de ir tomar todas aquelas latinhas e se perder pelas ruas adjacentes procurando a longínqua rodoviária, por favor faça um esforço antes de vir e procure no mínimo como encontrar um ponto de táxi quando quiser ir embora, tá bom? Não nos leve a mal, mas não leve um perdido. Caso contrário, você vai andar por muitas e muitas ruas e perguntar a muitas pessoas, completamente ou semi-bêbado, onde fica a rodoviária. Acontece que o papangu tem virado uma espécie de avis rara na região, só perambula em peso pelas ruas no domingo de manhã e está quase extinto nos demais dias. Há de existir papangu nos outros dias, eu mesmo não acredito que um papangu seja aquilo vestido de cosplay de rico, por exemplo, você fingindo que é turista na cidade onde mora!

Dizem que é uma boa visitar a Serra Negra, mas visitaria uma cidade só para ver um monte de mato e rochas? A Serra Negra, todavia, conforme os locais não é esta baboseira completa, recebendo no São João os refugiados de Caruaru em seu humilde forró, pasme, pé-de-serra. Os refugiados são sempre os mesmos: das brigas, das mundiças eu sei que é imundícies, não importa, dos assaltantes e também dos bebuns mais agressivos. Além disso, a Serra também tem parques, cavernas e sítios com vestígios de Mata Atlântica, e alguns moradores relatam o aparecimento eventual de lobos-guarás, OVNIs e papangus assassinos.

Há ainda centros de artesanato, memoriais de xilogravura e oficinas de máscaras, que se são tombados ainda não sabemos, mas definitivamente são pontos turísticos, pois os conterrâneos não ligam.