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Bionic Commando

Biônico Comando
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O protagonista dessa joça
Gênero Plataforma
Desenvolvedor Capcom
Publicador Nintendo
Plataforma de origem Arcade
Primeiro lançamento Bionic Commando 1 (1987)
Último lançamento Bionic Commando Rearmed 2 (2011)

Bionic Commando é uma série de jogos de ação no estilo plataforma, criada pela Capcom e distribuída no ocidente pela Nintendo. É uma das franquias mais enganadoras e enchedoras de linguiça da história dos videogames, pois os quatro primeiros jogos lançados (de um total de sete) são praticamente todos iguais, contendo apenas leves alterações no design dos gráficos.

Super JoeEditar

A versão protótipo do primeiro jogo, lançado originalmente para Arcade, era bem diferente daquela que você provavelmente jogou e conhece. Nela, o protagonista era Super Joe, um velho conhecido dos gamers mais veteranos por ter protagonizado o jogo de navinha tosco Commando, lançado dois anos antes.

A ideia da Capcom era de que Bionic Commando fosse uma continuação deste, e sua premissa era bem simples: Joe simplesmente precisava vencer os inimigos atirando neles com uma arma. Mesmo sendo um jogo de plataforma, não era possível dar saltos, apenas se movimentar em linha reta pelo chão. A grande novidade ficou por conta de terem adicionado a Joe um braço biônico atirador que ela não tinha em Commando, mas não houve qualquer explicação para isso. Para escrotizar ainda mais, o tal braço disparava apenas tiros de curta distância, que muitas vezes acabavam acertando também o próprio herói e resultava em um game over frustrante.

Com esse conjunto de merdas, obviamente esta versão de Bionic Commando fracassou em seu primeiro lançamento no Japão, o que rendeu um puta de um prejuízo financeiro para a Capcom e quase faliu a empresa. Mesmo assim, os produtores estavam decididos a emplacar o jogo, então apelaram e foram pedir ajuda da rival Nintendo para reformular a bagaça por completo.

 
O sucesso da série garantiu o lançamento de produtos à parte, como este bonequinho feio do Spencer.

Rad SpencerEditar

A segunda versão, lançada mundialmente e considerada a oficial, mudou o protagonista e adicionou elementos nazistas ao enredo, que antes mal existia direito. Super Joe foi simplesmente modificado de um cara loiro de roupa azul para um cara ruivo de roupa verde, e rebatizaram-no para Rad Spencer. Porém, como havia muitas menções a Joe ao longo do jogo e ficaria caro demais reeditar tudo, foi inventada uma historinha de que ele teria sido sequestrado por um grupo de soldados neonazistas que pretendiam utilizar seu corpo para ressuscitar Hitler e trazer um novo holocausto à Terra.

O novo protagonista Spencer era um ciborgue contratado para salvar Joe e destruir a base de operações dos inimigos. Ao contrário do que foi proposto na premissa anterior, o braço biônico do herói agora permite tiros de longa distância. O armamento também foi atualizado, e ao invés de apenas uma mísera arminha de bosta, Spencer agora tinha cinco armas de fogo diferentes, além de cinco ferramentas extra e três armaduras. Ainda foram adicionados quatro comunicadores eletrônicos, o que permitiu a introdução de diálogos entre os personagens de Bionic Commando, coisa que na versão original não existia. As fases, que antes eram apenas cinco, tornaram-se doze.

A Capcom pensou em lançar esta versão remasterizada com o título Hitler's Resurrection: Top Secret, como se fosse um spin-off, mas a Nintendo sugeriu que o nome Bionic Commando fosse mantido para dar origem a uma franquia de jogos à parte, que não tivesse nenhuma ligação direta com Commando. A sugestão foi acatada e novos jogos foram lançados depois, sendo praticamente idênticos entre si. A única diferença realmente notável foi o fato de que Super Joe não participou mais da série e foi completamente engolido e substituído por Rad Spencer, que fez tanto sucesso entre o público a ponto de ser adicionado mais tarde aos jogos da Marvel vs. Capcom.

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