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Brás de Pina

Rioband.jpg Coé, merhmão, eshte arhtchigo eh CARIOCA!

Não vandalize, senão a chapa vai ficarh quentche, cara. Agora deixa eu irh na praia pegarh um bronze nesse sol de 50 graush, comendo unsh bishcoitosh.


Cquote1.png Você quis dizer: Cordovil Cquote2.png
Google sobre Brás de Pina
Cquote1.png Vou construir minha casinha do lado dessa estação! Cquote2.png
Mais de oito mil pessoas sobre morar em Brás de pina

Brás de Pina é um bairro da Zona Norte carioca que surgiu de pessoas expulsas do trem entre as estações de Penha Circular e Cordovil, provavelmente porque estavam vendendo Balas Soft dentro do trem e assim matando todos que estavam no vagão, ou então cantando músicas evangélicas sem a autorização da Supervia, que deixa isso passar limpo se metade do dízimo faturado com novos fiéis convertidos no trem for para ela.

O bairroEditar

 
Sinta toda a animação das pessoas em morar no bairro!

Quando um grupo de pessoas achou interessante ficar do lado da linha do trem, pra torcer que sua casa fosse acertada por uma dessas lotações e ganhasse uma indenização gorda para assim poder ir se mudar para um bairro decente como Barra da Tijuca ou ao menos um onde as ruas são asfaltadas como Bonsucesso, pode-se dizer que surgiu Brás de Pina. Bom, essas pessoas vinham normalmente de lugares ainda piores do que Brás de Pina como, por exemplo, o bairro do Éden em São João de Meriti ou Meir, ou seja, estavam vivendo do lado do Capeta.

Brás de Pina foi o cara que organizou essa bagunça toda. Como ele era dono de terras, ninguém ligou, até porque a terra era dele, mas ele decidiu fazer isso até para ir em busca de um emprego para seus partentes, vide, os empregar como advogados nesses casos e assim fazer com que eles não fossem vagabundos. A Supervia até hoje odeia esse povo, e quer construir o trem bala porque com a velocidade que ele atinge seria capaz de derrubar todas as casas em volta da linha do trem de forma mais rápida.

Dizem as más línguas que o resto do bairro que não fica grudado na linha do trem e que não se concentra no azar sortudo (?) de um trem bater ali, vive de pouco comércio, na verdade deixa tudo alí quietinho fechadinho para ir trabalhar em outros lugares, rezando para que caia um temporal e apareça que um poste caiu em cima da casa e arrebentou tudo, para processar a Light e ganhar dinheiro dela.

Ou ainda, estacionam o carro velho em cima de um bueiro rezando para que ele exploda e a CEDAE seja responsabilizada em dar um carro novo, ou uma quantia em dinheiro gordo. Ou mesmo rezam para uma árvore cair em cima da própria casa e assim poderem mandar a Parques & Jardins os ressarcir de alguma maneira, pois perderam tudo o que tinham, mesmo reclamando que não tinham nada e tendo mais de 15 cartões do Bolsa Família.

ResultadoEditar

Até hoje o bairro se sustenta nisso, mas indiretamente. Boa parte das casas tem o mesmo aspecto que impressiona, com o design natualista, que deija os tijolos à mostra, parte de uma arquitetura contemporânea conhecida como no money no revestment (sic) ou, quando ainda passam uma cobertura de cimento em cima, adaptam para uma ainda mais modernista, no money no painting. Usam isso de desculpa pra não pagar IPTU dizendo que a casa está em obras.