Brasão de Armas da Lituânia

Brasão de Armas da Lituânia, em lituano: Lietuvos Herbas Sativa (eu sou o perseguidor de vocês seus povos de merda, eu não tô de brincadeira, essa é a minha honra de vos castigar pelo que fizerem de errado) é mais um desses brasões cheios de penduricalhos do leste europeu, criado no intuito de dar um pouco de orgulho pra esse paisinho fodido pela Guerra Fria.

Lituânia
Escudolituania.png

DescriçãoEditar

O brasão de armas da Lituânia, um dos mais antigos dos Estados Bálticos, surgiu lá pra 1230 e guaraná de rolha com o Grão-Ducado da Lituânia, um desses estados extintos da Idade Média que mais serviam de saco de pancada das tribos germânicas e dos russos (desde sempre), o escudo consistia em simplesmente um fundo vermelho em forma de tampa de toalete inabitado por um cavaleiro medieval em armadura completa, empunhando uma longsword e um escudo e montado num cavalo empinado igual o Beto Carrero, o escudo começou a ser usado pelos lituanos como símbolo nacional na tentativa de impressionar um pouco os reinos vizinhos e mostrar que eles não tavam de brincadeira.

Logo ao lado desse cavaleiro solitário e destemido podemos ver dois unicórnios alados representando as criaturas fantásticas que viviam nas florestas mal-assombradas na Lituânia, essas duas criaturas ficam eternamente segurando o escudo pra não deixar ele cair.

Com a conquista pela União Soviética nos anos 30 o cavaleiro de armadura lituano (que vamos chamar de Joãozinho) teve que tirar umas férias sendo substituído pelos onipresentes símbolos marxistas-leninistas que já tinham virado moda, os unicórnios sendo substituídos por um par de ramos de folha de capim que os lituanos foram forçados a comer pra não morrer de fome nas mãos de Josef Stalin, mais quatro ramos de trigo que só a alta cúpula do partidão PCUS tinha direito a desfrutar. No fundo o sol raiando pra lembrar os cidadãos de acordar cedo nos campos de trabalho forçado pra garantir a janta dos políticos sendo fornecida na hora, e a resplandecente foice e martelo pra castigar o escravo que não fizer o serviço direito.

Em 1991 com o colapso da URSS (graças ao bom Deus) o Joãozinho voltou a cena mais uma vez pra representar a população da Lituânia que é lituana e não desiste nunca. Dessa vez, pra fazer uma propaganda da seleção de nacional de basquete (a melhor da Europa) Joãozinho teve que se contentar em ficar no fundo, obscurecido por um zé qualquer astro da seleção que eu não faço a menor ideia de quem seja. Os animais mitológicos continuam segurando o escudo, mas agora ficam lá atrás perdendo espaço pra duas mãos empunhando bolas de basquete, o esporte nacional. Para concluir, embaixo algumas fitinhas de decoração, dos lados a palavra BASKET na diagonal em estilo dadaista e no centro, a frase Lietuvos Mepika (Pega na minha pica na Lituânia).

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