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Caçador (Santa Catarina)

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Caçador (Santa Catarina).

Cquote1.png Você quis dizer Buraco do Fim do Mundo? Cquote2.png
Google sobre Caçador
Cquote1.png Aooooooooooow, chegue aqui mulherada, no meu rancho... aonde tem festa do aperto e festa da bike, as vezes reclamam que falta mulher, mas é pq elas estão todas cmgo, aooooooooooooooooooooow, um beijo pra vc MORENA Cquote2.png
Veio Gostoso sobre Caçador
Cquote1.png eu so Cangue bão manow, meu róbi preferido é ir aos domingos na frente da dona benta, ligo o som do meu chevva e pega umas gatinha la na frente, ce ta ligado? Cquote2.png
Morador do jung sobre Caçador
Cquote1.png OixX, HoJi eu Fui com minhaxx amiguxxas no parque central e tiramuxx variaxx foteeeeenhaxxx Cquote2.png
Garotas maravilhadas com o parque central em sobre Caçador
Cquote1.png Caçador é um rio pequenino Cquote2.png
Hino de Caçador sobre Caçador
Cquote1.png Caçador é uma cidade de primeira, quando eu engato a segunda já passei por ela Cquote2.png
Rubens Barrichello
Cquote1.png Vou passar u feriadu em CaçaCity, com minhas miguxas! Cquote2.png
Típica patricinha caçadorense, filhinha de papai, que estuda em uma faculdade particular de Curitiba, Joinville ou Florianópolis
Cquote1.png Cortei as mola do meu chevette, tá socado no chão! A muierada vai ficá doida agora! Cquote2.png
Caçadorense sobre seu carro
Cquote1.png E quem nasce lá, caça o quê? Cquote2.png
Você, tentando ser engraçado sobre Caçador
Cquote1.png Ah, Caçador! Sei! Fica lá no oeste né? Do ladinho de Chapecó! Cquote2.png
Pessoa oriunda do litoral catarinense sobre Caçador

Bandeira de Caçador, ilustrando o fato da cidade ser uma floresta cheia de morros e animais, onde se planta tomate.

Cquote1.png Nunca ouvi falar Cquote2.png
Pessoa não nascida em Santa Catarina sobre Caçador
Cquote1.png Nem eu Cquote2.png
Surdo sobre a citação acima
Cquote1.png Caçador é como estar em um duelo: ou MATO, ou MORRO! Cquote2.png
Billy The Kid sobre Caçador
Cquote1.png Isso non ecziste! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre coisas boas para se fazer em Caçador
Cquote1.png Essa cidade desprezível e sanguinária é uma vergonha para humanidade! Cquote2.png
Membro da Sociedade Protetora dos Animais sobre Caçador
Cquote1.png Comprei para transformar em mais um templo de adoração ao senhor Cquote2.png
Bispo Edir Macedo sobre o cinema de Caçador
Cquote1.png Na União Soviética, a caça é quem caça você! Cquote2.png
Reversal russa sobre Caçador


Caçador é um buraco uma cidade pequena e desconhecida localizada no Velho Oeste de Santa Catarina, nas proximidades de Lebon Régis, Videira, Fraiburgo, Joaçaba, Rio das Antas, Calmon, Macieira, entre outras cidades das quais você nunca ouviu falar.

Índice

História

Caçador era habitada pré-historicamente por índios da tribo Aquidaoanus, chefiados pelo cacique Onélio MENTA Sentado. O primeiro habitante não-índio da cidade, considerado desbravador e primeiro morador da cidade, Seu Chico, entediado com a falta do que fazer no meio do mato, resolveu pegar sua espingarda, sair no lombo do cavalo desbravando novas áreas com ainda mais mato. Ao se deparar com a tribo nativa da região, ele resolveu caçar todos os índios, ficando conhecido como o Caçador. Seu Chico matou o cacique Onélio MENTA e fez o primeiro xixo (ver seção gastronomia) da cidade. O sangue derramado pelos índios foi tanto que deu origem a um rio, que passou a ser chamado de Rio Caçador. Após dizimar toda a tribo, ele achou que o lugar seria interessante para plantar tomate e resolveu chamar sua mulher para morar com ele no novo vilarejo que ele acabara de fundar. Sua mulher ficou feliz por poder viver em um lugar onde poderia falar mal de todo mundo pelas costas sem ser repreendida. Mas, com o tempo, ela começou a se sentir sozinha e resolveu chamar suas amigas para poder meter o nariz na vida alheia. Contando para suas amigas fofoqueiras que o lugar era o Paraíso, a notícia se espalhou rápido, e logo começaram a surgir imigrantes de vários lugares do mundo, principalmente italianos, alemães batata, polacos, turcos sírio-libaneses, gaúchos e paranaenses.

Antes ainda de proclamar sua independência, Caçador foi o palco da guerra do Contestado, uma guerra tão importante para o Brasil que ninguém fora dessa região ouviu falar. Nessa guerra, os caboclos pés-rapados moradores da região recusaram-se a continuar levando ferro do governo para construiur a ferrovia campinas-pelotas SP-RS e resolveram se rebelar através da resistência pacífica implantada pelo monge Maria João, seguidor do índio Ghandi. No final, os caçadores viraram a caça, todos eles acabaram levando chumbo e a guerra foi inútil, pois a ferrovia nunca serviu pra nada.

No início de sua colonização, as terras foram justamente divididas entre os recentes moradores usando a técnica da carabina no peito, escritura na mão, e assim, 10% da população detém propriedade de 90% do município, e 90% da população detém os outros 10%, respeitando a proporcionalidade já existente no Brasil.

Geografia

 
Vista panorâmica de Caçador.

Relevo

O relevo de Caçador é formada por montes, morros e montes de morros cercados por morros amontoados. A altitude da cidade varia entre 500 e 2500 metros acima do nível do mar.

Hidrografia

A bacia hidrográfica Caçadorense, onde Judas lavou os pés depois de ter perdido as duas botas, é composta por dois rios: o Rio do Peixe e o Rio Caçador. Esses rios cortam a cidade por todos os cantos e por eles passam todos os tipos de ponte bizarras. Algumas dessas pontes até chegam a ser consideradas atrações turísticas.

Clima

 
Gráfico da temperatura de um dia normal em Caçador

A principal característica do clima de Caçador é elevada amplitude térmica. Caçador possui a temperatura mais baixa já registrada no Brasil e também a maior amplitude térmica do país. Isso quer dizer que no inverno faz um frio do cacete, mesmo assim você não verá neve e terá que se contentar brincando na geada. Por outro lado, o verão na cidade é muito quente, mas como a cidade não tem praia, você também não poderá fazer nada além de tomar banho de mangueira. Por sua grande amplitude térmica, as temperaturas na cidade variam radicamente no tempo e no espaço. Em um dia típico na cidade, em um local fixo, a temperatura amanhece ao redor de -40°C, vai aumentando até o meio dia quando atinge algo em torno de 55°C e começa a diminuir até a meia noite quando volta aos -40°C iniciais. Por outro lado, no mesmo instante a temperatura pode ter uma variação de 20°C do alto dos morros para os pontos mais baixos da cidade.

Idioma

O idioma falado em Caçador é um dialeto da língua portuguesa, que mistura o caipira de R puxado do interioRRR, o paranaense do leitE quentE, o gauchês, entre outros. As principais diferenças desse dialeto para o português tradicional são as conjugações verbais. Para exemplificar, veja a seguinte frase escrita no dialeto caçadorense: "Hôme do céu, nóis fumo pa chacra onte e vortemo hoje, mais quase se perdimo quando se pinchemo no meio dos mato e tivemo que vortá degavazote" (Tradução: Cara, nós fomos para a chácara ontem e voltamos hoje, mas quase nos perdemos quando entramos no meio do mato e tivemos que voltar devagarzinho).

Em seu vocabulário, o dialeto caçadorense possui termos ainda não difundidos no restante do Brasil, o mais importante deles, o "tchô", sinônimo de cara, guri, rapaz, homem, ser, figura, pessoa, piá, moleque e toda e qualquer substantivo semelhante. Exemplo de uma frase normal traduzida ao dialeto.:

- E aí cara, aquele piá disse que tem um rapaz te procurando, mas cuidado que tem mais três homens armados junto!

Na tradução:

- E aí tchô, aquele tchô disse que tem um tchô te procurando, mas cuidado que tem mais três tchô armado junto!

População

A população total de Caçador é um número que ninguém sabe. Devido à grande maioria da cidade localizar-se em mata fechada de difícil acesso, nenhum censo até hoje conseguiu estimar com precisão o número total de habitantes da cidade.

Sociedade

Devido à influência da época em que a cidade era habitada por índios, a sociedade caçadorense segue tradições da Índia e é dividida em castas. Os indivíduos de uma casta não se misturam com indivíduos de outras castas, seguindo a filosofia conhecida como "nego bão não se mistura".

A seguir são listadas as principais castas da cidade:

  • Classe F, de fodidos ferrados, também conhecida como "Negada do Jung", apesar de não ser composta apenas por moradores desse bairro. Melhor não falar muito dessa classe, para que meus familiares não sofram ameaças.
  • Classe E, de economicamente desfavorecidos. Também chamados de pedreiros ou peões de obra. Pessoas que trabalham duro para ganhar seu suado dinheiro que mal dá para comprar a cachacinha do mês inteiro.
  • Classe D, de desconhecidos. Pessoas anônimas com empregos simples, mas honestos que não fazem diferença na cidade.
  • Classe C, de colonos. Pessoas com negócios próprios, geralmente envolvendo agricultura. Vivem isolados em suas pequenas propriedades rurais, saindo apenas para vender os tomates colhidos e comprar sementes.
  • Classe B, de bem meia boca. Pessoas com bons empregos, bem sucedidas, mas que não possuem o poder político das oligarquias, sendo esnobadas por elas.
  • Classe A, de autocentristas. Composta de pessoas pertecentes às oligarquias que governam a cidade. Gente cujo passatempo é esnobar as outras classes e esbanjar seu dinheiro em coisas fúteis para mostrar o quando são ricos.

Etnias

As principais etnias existentes em caçador são: caboclos, colonos descendentes de europeus, cor-de-cuia, polacos, japoneses mulatos (sim, indivíduos que são ao mesmo tempo japoneses e mulatos), bugres e gaúchos pilchados.

Transporte

As principais formas de locomoção em Caçador são cavalos, carroças e burros de dois andares (um burro em cima de outro). Outro meio de transporte popular para quem consegue economizar uns troquinhos ao invés de gastar em pinga é a lotação, popular cata-jeca. Outra forma de transporte abundante na cidade são os chevettes. Caçador conta com a maior frota de chevettes do mundo, onde você pode encontrar todos os tipos de chevettes, de todas as cores, rebaixados, tunados e com todos os acessórios possíveis e caixas de som de todas as potências. O que faz pessoas sãs pensarem "por que diabos esse sujeito não compra um carro de verdade ao invés de botar tanto dinheiro num chevette??". Tirando proveito do relevo particular de Caçador, o alpinismo e o rapel também são usados para subir e descer os morros. Apesar da cidade possuir uma estação de trem e ter trilhos percorrendo a cidade inteira, o transporte ferroviário é inexistente, e serve apenas para atrair turistas otários descupados. O transporte intermunicipal é quase inexistente em Caçador, pois a cidade é um monte de mato isolado da civilização. Ironicamente, uma das principais causas desse isolamento é o fato de uma das maiores empresas de transporte do estado ser caçadorense e cobrar preços astronomicamente absurdos nas passagens de ônibus. Devido ao seu monopólio na cidade, outras empresas de transporte são praticamente impedidas de entrarem na cidade, deixando os caçadorenses pobres isolados do resto do mundo. Esse fato se comprova com a recente licitação do serviço de transporte público em Caçador, onde o prefeito atual (Saulo Speroto, vulgo "Cebolinha") revelou em uma reportagem que recorreria aos meios legais para escolher uma empresa de sua preferência. Caçador também conta com um aeroporto para decolagem e aterrissagem de mosquitos, passarinhos e aviõezinhos de papel, cuja manutenção caríssima feita com o dinheiro dos pobres é revertida em favor dos ricos numa espécie de Robin Wood às avessas. Sem contar as Saveiros turbinadas (na realidade o "turbo" é uma ventuinha barulhenta que é colocada no escapamento) que andam menos que fiat 147.

Economia

 
Centro da cidade de Caçador

  É Caçador capital da indústria, das parreiras e dos pinheirais  
Propaganda enganosa no Hino de Caçador

Como o próprio nome sugere, a atividade econômica mais praticada em Caçador foi a caça,no inicio da sua colonização. Em primeiro lugar estava a caça. Em segundo lugar está a pesca no Rio do Peixe e nos "Pesque e Pague"s. Em terceiro lugar está o cultivo de tomate feita pelos colonos. Porém, a atividade de que gera maior rendimento são as madeireiras, apesar de existirem poucas. O sucesso das madeireiras em Caçador se explica ao fato da cidade ser um monte de mato. As empresas nem precisam se preocupar com reflorestamentos e renovação de matéria-prima. Outra ramo de destaque em Caçador é o curtume de couro. Como muitos animais são caçados, a carne é usada como alimento, mas alguma coisa deve ser feita com o couro. Por isso, os funcionários dos curtumes passam o dia lá olhando para o couro, "curtindo" o couro e dando no couro. Outras atividades econômicas de destaque na cidade foram: vendas de animais (gado, porcos, ovelhas), açougues, comércio de equipamentos para caça, revendas de chevettes, lojas de acessórios para chevettes, entre outras. hoje em dia a atividades são variadas com fabricas que inovaram as atividades economicas.. uma cidade em crescimento constante..

Esportes

Além do tradicional futebol, as modalidades esportivas de maior destaque em caçador são: bocha, futebol de botão, peteca, bulica na subida, truco, canastra, "carreira" de cavalos, rodeios e fórmula chevette.

Futebol Profissional

  Pede pra sair! Pede pra sair!  
Capitão Nascimento imitando um torcedor caçadorense aos 15 minutos do primeiro tempo de um jogo que está 0 a 0


O futebol profissional em Caçador começou com a Associação Caçadorense de Desportos, que em algum momento chegou a ganhar alguns jogos na divisão principal do campeonato catarinense e até chegou a jogar um jogo da Copa do Brasil com algum time grande. Depois do time ter acabado por "ter crescido demais", voltou uma década depois com o nome de Sociedade Esportiva Kindermann, que também chegou à primeira divisão do campeonato catarinense. Depois de ser rebaixado em 2002, o time resolveu passar por uma operação de mudança de sexo', dando início a uma jornada vitoriosa no futebol e futsal feminino, incluindo um título em um campeonato mundial GLS universitário. Em 2008 surgiu o Caçador Atlético Clube, que começou disputando o catarinense da segunda divisão, não foi rebaixado mas terá que disputar a terceira divisão em 2009. Os torcedores que vão aos estádios ver jogos de futebol "profissional" são em sua maioria velhos pinguços, que trocam a bodega pelo estádio no domingo para poderem beber enquanto xingam os jogadores do time adversário, o juiz, os bandeirinhas e, se aos 15 minutos do primeiro tempo o jogo ainda estiver 0 a 0, xingam também os jogadores do próprio time da cidade.

Futebol Amador

Como os times de futebol masculino profissionais de Caçador não conseguem disputar de igual pra igual com times de outras cidades, a cidade tem sua própria liga de futebol amador. Nessa liga, qualquer um pode participar, é só chegar com uma chuteira na mão, escolher um time e entrar no campo. A maioria dos times tem nomes roubados de grandes equipes do futebol brasileiro e mundial (Flamengo, Grêmio, Avaí, Boca Júniors, Real Madrid, Napoli). Outros times possuem nomes de empresas e são basicamente formados por seus peões empregados. E ainda existem os times que levam nomes de bairros da cidade. Entre esses times vale a pena destacar o maior clássico do futebol amador da cidade, um evento a parte.

Clássico: Cará vs Bugre

O jogo Cará vs Bugre é o maior (e mais violento) clássico da cidade, considerado um campeonato à parte tem até suas próprias regras, diferentes das regras do futebol tradicional. Como raramente os times acertam chutes no gol, ganha quem sair do campo com o maior número de jogadores inteiros, ou com menos lesões. Existe também um prêmio para o destaque da partida, o troféu São João, entregue ao jogador que conseguir mandar a bola o mais longe possível do estádio.

Lazer

Como quase nunca tem nada para se fazer nessa cidade. A principal atividade entre as crianças é jogar bulica na subida, um esporte muito comum na cidade, já que os morros são abundantes nela. Para os interessados em esportes radicais, as práticas comuns são: descer o morro do Parque de patins, skate ou carrinho de rolimã, alpinismo, rapel e dar ponta nas cachoeiras. Ou pode-se simplesmente ficar em casa batendo a cabeça na parede e olhando para o teto pensando "por que eu não nasci em outro lugar??" (assume-se que toda pessoa que mora em Caçador é um nativo, pois ninguém em sã consciência se mudaria para lá). Caçador também já teve uma sala de cinema que foi comprada pela Igreja Universal do Reino de Deus. Existe também um grupo de jovens que se divertem se vestindo de preto e indo em praças da cidade, dizem eles louvando o deus metal, pra eles tanto faz o clima, pode estar um calor do cacete você vai ver eles se divertindo com um garrafão de vinho e se sentindo superior a qualquer outro colono da aldeia cidade, estes são responsáveis pelo maior evento da cidade, o Hunts Rock, que reúne metaleiros de toda a região (leia-se Videira e Joaçaba). Muitos tentam imitar tal evento devido a grandiosidade mas nunca têm coragem (nem dinheiro) para contratar bandas melhores que as "nativas" da região. Graças ao Hunts Rock é possível fazer a contagem anual de turistas em Caçador. Ps: Hunts Rock é um lixo, ainda bem que não existe mais, metaleiros fracassados de merda!

Educação

Possuía uma Universidade, meio miada é claro, mas possuía. Agora não existe mais. A ex-UNC virou Uniarp (Universidade do Alto Vale do Rio do Peixe). Muitos alunos protestaram pela continuação da UNC, mas seu único argumento era que deixaria de ser uma universidade (sem saber ao certo a diferença entre uma universidade e uma faculdade). Como o Caçadorenses sabem que as pessoas cultas não vem morar aqui, concluem que as instituições de ensino não possuem bons professores, o que é parcialmente verídico. Por isso preferem estudar "fora", geralmente em Curitiba, Florianópolis, Joinville, Videira ou Joaçaba.

Noite

A vida noturna em caçador não existe oferece muitas opções. A grande onda do momento são as pizzarias-baladas. Como todas as boates da cidade faliram, as pizzarias resolveram inovar agregando a função de danceteria e casa de shows para aumentar a renda. Você pode comer aquela pizza caprichada de alho e óleo e depois beijar alguém com seu hálito refrescante. Algumas festas temáticas também vem surgindo, geralmente em sítios no meio do mato, ou seja, no centro da cidade. Sertanejos universitários, batidões de funk, raves toscas e outros eventos musicais atraem muitas pessoas, até as que odeiam os estilos em questão, simplesmente por falta do que fazer. Outros lugares badalados da cidade são os postos de gasolina, onde o povo vai encher o tanque de álcool, tentando sair da depressão de não ter o que fazer. Nesta categoria destaca-se o único posto 24h da cidade, que se torna o maior agito em noites em que ninguém esteja fazendo um churrasco na própria casa. Uma boa opção para os homens solteiros é centro de entretenimento localizado no km 6, ou simplesmente, o Seis. Lá podem-se conhecer muitas belas damas e garotas de família com muito amor para dar. Já os casais apaixonados podem passear pelo Morro do Amor e contemplar a linda visão romântica da cidade à noite. Nas noites de domingo, as pessoas costumam ir ao bobódromo municipal, que mudou de localização da avenida principal para a avenida Beira-Rio, onde muitas pessoas caminham se oferecendo ao sexo oposto no ritual de acasalamento ou então desfilam na rua com seus chevettes turbinados, mostrando o quanto são melhores que os concorrentes do mesmo sexo. Mas a principal atração são os chevettes estacionados com som alto ligado, geralmente tocando música sertaneja, competindo para mostrar quem possui o som mais potente. Durante esse evento, ocorre um fenômeno muito raro e particular da cidade: o congestionamento em uma cidade deserta.

Eventos

Os principais eventos da cidade, para pessoas em geral, são realizados no Parque de Exposições Ovéio Menta. Os eventos mais comuns na cidade são: rodeios, feiras de gado, shows de duplas sertanejas desconhecidas, exposições de tratores, competições de som automotivo e tuning de chevettes, entre outros. O principal evento da cidade é a Festa do Município, que engloba todas as atividades citadas acima. Diferentemente de todas as festas temáticas de Santa Catarina, que homenageiam bebidas ou comidas típicas e servem-nas em abundância durante as comemorações, a festa do Município de Caçador homenageia a Araucária, a árvore símbolo da cidade. Já se você curtir um som mais pesado poderá ir no Hunts Rock.

Hunts Rock

Se você curte metal, lhe é oferecida a chance de participar do maior show de Heavy Metal (rock pauleira, para os otários não-simpatizantes) do centro-oeste de Santa Catarina, o Hunts Rock, que agrega a comunidade metaleira de Caçador, Videira e Joaçaba. Bandas de variados tipos são convidadas para tocar, seguindo esta regra: uma cover, uma nativa, uma que está em todos os Hunts Rock's, e uma de melhor qualidade (geralmente a mais esperada). Se você tiver mais de 2 metros de altura ou estiver muito empolgado pode participar do Mosh (empurra-empurra para os emos menos chegados). O Hunts Rock acontece geralmente a cada 6 ou 7 meses, para que dê tempo de recuperar de ressacas, fraturas, próteses soltas, pinos caídos e pontos abertos que ocasionalmente ocorram durante o festival. Vale lembrar que nesse festival a presença de pessoas de cabelos longos se resume a um monte de homens fedorentos, com suas camisetas pretas de bandas, suados e maltratados. Mulheres são artigo raro. Se você for ao Hunts Rock só para encontrar mulher você, infelizmente, acabará perdendo a viagem.

Central Park Parque Central

A principal (e única) obra pública que trouxe algum reconhecimento para a cidade, o Parque Central José Rola Rossi Adami é o novo local de encontro dos emos, punks, patricinhas, tiozões e jecas jovens de Caçador. Com uma estrutura bem acabada projetada atrae visitantes de cidades próximas entre elas : Lebon Régis, Rio das Antas e Calmon. A área possui campo de futebol de areia (que vira piscina olímpica quando chove) assim como um campo de futebol (plantação de arroz durante as chuvas). Para as pestes crianças há uma infinita variedade de dois únicos brinquedos, entre as quais se destacam o parquinho e a parede de escalada. Para os meninões da terceira idade há uma academia a céu aberto, que também é usada por adultos sedentários e adolescentes retardados para postar suas fotos no orkut e mostrar aos miguxos no colégio. A cancha de bocha também é um atrativo para os desocupados aposentados que procuram algo para passar o tempo.

Turismo

 
Ponte de madeira: cartão postal da cidade, localizada no centro de Caçador

O turismo em Caçador possui uma excelente dinâmica, ou seja em 5 minutos você já viu tudo que interessa na cidade e já pode ir embora. A principal atração é o Museu do Contestado, com utensílios pré-históricos da época da guerra, uma ótima opção se você for um nerd descupado que está passando pela cidade pela primeira e última vez na vida. Ao lado do museu, você pode contemplar uma linda Maria Fumaça caindo aos pedaços, que só serve para olhar mesmo, e não adianta insistir por que ela está mesmo desativada para passeios. O outro cartão postal da cidade é a ponte de madeira, que como o próprio nome diz, é uma simples ponte de madeira sem nada de especial. Uma comissão da prefeitura estuda a construção do museu nacional do Chevette, que teria como carro chefe a exposição permanente de diversos exemplares de Chevette Junior.

Gastronomia

Como o comércio e a indústria são pouco desenvolvidos em Caçador, e como seus habitantes são caçadores, a maioria das famílias tem que caçar sua própria comida. A comida típica da cidade é o tradicional xixo, sempre presente em todas as festas entre amigos. Os pratos servidos são quase sempre carnívoros, compostos por carnes de animais caçados ou peixes do Rio do Peixe. O pinhão que cai dos pinheirais e o tomate plantado por colonos também estão sempre nas mesas dos caçadorenses.

Celebridades

A única principal celebridade de caçador é a jornalista (e escritora!) da Globo Sônia Bridi. Isso se você considerar que jornalistas podem ser celebridades também. Porém o local de nascimento da supracitada celebridade, hoje pertence ao município de Macieira, desmembrado da mega-metropóle Caçador.

Tem também o brutamontes lutador de UFC (uma espécie de WWE onde eles batem de verdade um esporte que o povo indígena da cidade jamais tinha ouvido falar, mas com a acensão de seu conterrâneo passou a apreciar como se fossem grandes fãs) atual campeão dos pesos pesados desse esporte carnificincio Junior Cigano dos Santos, um Caçadorense criado em um bairro violente muito famoso da cidade chamado de Jung ou se preferir vulgo "vila da morte" onde ele aprendeu a destruir a cara de quem cruzasse a sua frente, mas por falta de oportunidade e apoio aos esporte ele teve que fujir de Caçador e tentar a vida em outro lugar.


Fora isso muitas patricinhas acham que abalam a cidade, como se fossem verdadeiras celebridades, e quando os pais mandam-as para fora da cidade (normalmelte Curitiba ou Florianópolis) percebem que elas não são o gás da coca.