Cacoal é uma cidade fantasma localizada em Rondônia, inimiga mortal de outra cidade fantasma chamada Ji-Paraná pelo posto de qual é a cidade menos fantasma. Cacoal é conhecida mundialmente por causa de suas tentativas terroristas de destruir Ji-Paraná, e por ter se tornado menor que Vilhena.

HistóriaEditar

Em 1590 partiu da costa oeste de Angola um navio negreiro. Esse navio tinha como destino um porto baiano, porém um maremoto fez com que ele tomasse rumos diferentes e o navio acabou seguindo o caminho do Rio Machado. Na manhã seguinte, o capitão do navio bebeu a água daquele rio e teve um grave ataque de diarreia aguda, perdendo todos seus intestinos e falecendo. Os agora ex-escravos, desembarcaram na beira do rio e começaram uma pequena colônia ali. Eles sobreviveram durante dias somente de capoeira, peixe elétrico e churrasco de carne de seus senhorios.

Um belo dia, uma tribo de índios denominados de aidauanos, sentiram o cheiro da carne de branco queimando e resolveram seguir o misterioso odor. Os índios chegaram na pequena colônia e se surpreenderam com o que viram. Ao olharem para os escravos eles puderam notar que não havia semelhança nenhuma! Suas peles eram diferentes, seus cabelos, suas roupas e seus dialetos. O cheiro de carne humana queimando era tentador e delicioso! Conhecendo bem a floresta os índios resolveram trocar com os ex-escravos algumas frutas e legumes por espetinho humano. Os índios tentaram uma aproximação amigável, o que deu certo, eles passaram a se comunicar através de gestos. Então a tribo dos aidauanos passou a viver com a pequena colônia de ex-escravos. Os índios ficaram muito excitados com os grandes seios das africanas, pois suas índios só tinham peito murcho caído, e então começaram a acasalar com essa diferente espécie, perpetuando a espécie.

Por muitas décadas esse povo viveu em paz em seu isolamento. Até o dia em que os famigerados gaúchos descobriram esse pedacinho da Amazônia... Houve um confronto sangrento onde cabeças rolaram! Os gaúchos mataram todos os habitantes da pequena colônia (que já não era mais tão pequena assim após a reprodução entre os ex-escravos e nativos), exceto o Pajé e a Negra Zulmira (que se salvaram por que estavam copulando na beira do riacho). Esse simpático casal tiveram uma filha, e para salvá-la, eles a jogaram nas águas do Rio Machado para que Oxalá, Yemanjá, Ogum, Yansã, Oxum, Xangô, Tupã e Manioca (aquela da lenda do Aipim) protegesse seu espírito e o guardasse para que no momento certo ele pudesse retornar trazendo paz para seu povo.

Os gaúchos começaram uma plantação de cacau nas terras férteis que beiravam o rio e em pouco tempo enriqueceram exportando a fruta para o exterior. Mais tarde, atraídos pela ganância vários paranaenses começaram a migrar para esse terra, mas ao invés do cacau eles apostaram nos cocos e também obtiveram sucesso. Os acrianos ficaram se corroendo de inveja e decidiram que o lugar deles também era ali. Começaram uma plantação de algodão. Como seus focos eram para produtos diferentes nenhuma rixa foi criada, e ambos conviviam em paz. Mas como já havia muita gente ali, houve uma necessidade de criar um município e então gaúchos, paranaenses e acrianos decidiram se juntar e criar um nome que fosse único e extremamente feio e idiota.

Um padeiro gaúcho foi o primeiro a opinar. Sua especialidade era a produção de roscas. A tecnologia da época permitia apenas a utilização de fornos à lenha e como a cidadezinha era muito quente a temperatura era elevada nas alturas e as roscas do tal padeiro gaúcho sempre acabavam queimadas, mas no fundo seus compatriotas gostavam disso, então o sujeito resolveu indicar o nome Queimarroscalândia. Mas o nome só conviam à eles.. Os acrianos não se sentiram atraídos pelo nome indicado e resolveram fazer outra indicação. Além do trabalho com o algodão, a especialidade dos acrianos também era a pesca e com isso eles produziam iguarias na culinária local. Na época o peixe em abundância no Rio Machado era o pirarucu. Usando o mesmo como referência indicaram o nome Pirarucunopólis. Irritados, os paranaenses que se diziam frescos machos não gostaram nem um pouco de saber que seus filhos seriam naturalizados queimarroscanos ou pirarucuanus. Agora era chegada o hora deles fazerem uma indicação. Mas eles não eram criativos e indicaram Nova Ji-paraná. Foi o estopim para iniciar uma sanguinária discussão, afinal o nome era mais aviadado egoísta que todos, além de ser ridículo! No local da reunião crianças eram degoladas, jovens mutilados, velhinhas estupradas e gaúchos queimavam a rosca (eles se reuniram na casa do padeiro...). Atraído pelo cheiro da rosca, um Índio Boró que estava de passagem recebeu uma luz em sua mente e gritou:   CACOAL  . Sem entender nada, todos pararam e olharam para o índio (menos os gaúchos que estavam muito ocupados). O índio repetiu:   CACOAL (cacau, coco e algodão), usem a primeira sílaba de cada matéria prima que vocês exportam!   E assim, depois de matarem o Índio que não deveria estar ali, todos concordaram. Foi então que nasceu a cidade de Cacoal. Este índio, aliás, era o último dos aidauanos, aquele que foi salvo na época da fundação da cidade.

GeografiaEditar

 
Cotidiano de Cacoal, já apelida de de Cidade Anfíbio.

Passa pela cidade o Rio Machado, local onde todo o esgoto e lixo industrial e hospitalar da cidade é depositado. Graças a isso, em toda época de chuva, o rio completamente maltratado, assoreado, corroído, cheio de barro e lixo e desprovido de qualquer mata ciliar, fatalmente transborda e alaga a cidade inteira. O povo, besta, acha que é culpa da natureza e a humanidade e as autoridades não tem culpa daquela tragédia anual.

EconomiaEditar

Agricultura, pecuária agronegócio. Porém é a prostituição que mais movimenta a economia de Cacoal, mas infelizmente só se prostituem pra cumer xís burgui.

TransportesEditar

A cidade é cortada pela BR-364, a única rodovia existente em toda Rondônia, o que possibilita a aldeia ser pelo menos interligada à civilização.

Existe ainda o Aeroporto Municipal de Cacoal, com capacidade de realizar 1 voo de teco-teco por dia, sendo portanto considerado o maior e mais moderno do interior de Rondônia.