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Desciclopédia β

Caju (Rio de Janeiro)

Rioband.jpg Coé, merhmão, eshte arhtchigo eh CARIOCA!

Não vandalize, senão a chapa vai ficarh quentche, cara. Agora deixa eu irh na praia pegarh um bronze nesse sol de 50 graush, comendo unsh bishcoitosh.


Cquote1.png Um maravilhoso bairro do Rio, zona portuária...Me disseram que tem um conhecido ponto de referência, qual é? Cquote2.png
Você sobre Bairro do Caju
Cquote1.png O cemitério. Cquote2.png
Eu sobre citação acima
Cquote1.png O_O Cquote2.png
Você sobre minha resposta
Cquote1.png Meu sonho é ir lá. Cquote2.png
Gótico sobre Cemitério do Caju

Caju é um bairro de classe média beirando-o-chão da Zona Norte. Era de São Cristóvão, mas depois que o Ronaldo Fenômeno foi para o Flamengo, o povo da área fez protestos e se separou do bairro, dizem eles que queriam se librar de qualquer lembrança daquele gordo inútil, e como foi no time (?) de futebol (?) de lá que ele começou a carreira...

O bairroEditar

 
Visão aérea do bairro e de sua adjacência.

A comunidade não existia, era um grande branco, um nada, era semelhante ao que há na sua cabeça no lugar do cérebro, caro descíclope. Mas assim como acontece na sua mente quando lê a Desciclopédia, a coisa começou a mudar quando misteriosamente caiu uma semente de cajueiro no centro daquela porcaria. Apesar de condições nada favoráveis, muitos especulam que o excesso de adubo na área, vide, monte de cocô no chão, provavelmente dos cavalos que cruzavam a região para ir para outros lugares, facilitou o crescimento daquela árvore.

Assim, conforme foi crescendo, foi espalhando frutos por toda a copa da árvore, até o dia em que um Caju de 2 metros de altura brotou, sabe-se lá como. Será que um dos cavalos que cagou por alí comeu fertilizante? Ou plutônio acelerador de crescimento? (um certo projeto do governo federal precisaria disso também). Bom, o que se sabe é que um dos nômades de bairro que por alí passava viu o caju e se encantou por ele. Como não tinha dinheiro para comprar o que comer, e, tinha amigos favelados que tambémnão tinham, os chamou para viver no local. Assim surgiam as primeiras moradias do local.

Logo a ideia de ficar no meio de bairros maiores foi atraindo o povo e a venda de cajus virou um negócio altamente produtivo, fazendo com que todos se fixassem na área e alí virasse rapidamente um pólo de plantação de caju e de vendas do mesmo. Mas, ainda em 1900 e guaraná com rolha, um grupo de tráfico de cajus (sim antes das drogas eram cajus) chegou na área de forma ríspida e matando boa parte das pessoas que ali estavam. Isso ficou conhecido como...

Guerra dos cajusEditar

 
Como fica em zona portuária, a ideia do Sérgio Cabral é usar containers como moradia para pobres no Caju, dizendo que é coisa de compactação japonesa. Seriam as casas populares mais populares do mundo.

As armas foram pesadas. Cajus foram atirados de todos os lados, e os head shots eram fulminantes. Outras armas, como paus, pedras, galhos de árvores e celulares com música do Restart também foram usadas, o que causou um dos maiores desastres da história do Rio de Janeiro. A máfia invasora se apoderou do bairro, mas, em sinal de algum respeito, decidiu enterrar todo o bando de morimbumdos que ali ficou, dando origem ao Cemitério do Caju.

Logo virou o maior cemitério da América Latina, mas até hoje, o bairro sobre com cajus perdidos. Todo dia é possível ver também pessoas tendo problemas estomacais com cajus, herança daquela época, onde o povo nativo, para se defender, enfiava chumbinho e/ou veneno dentro dos cajus. Sidra Cereser era o veneno mais comum a ser utilizado nesses casos.

Hoje tal cemitério é histórico, mas esse fato é omitido pela Prefeitura, que vê que se ocorrer outro feriado municipal, dessa vez em respeito aos mortos na guerra do caju, a economia carioca irá a falência, sem contar que corre sério risco de o povo carioca ficar tão preguiçoso quando o povo baiano. Mas o tal cemitério hoje é um santuário para os góticos, e, o Evanescence junto com o A Fire Inside prometem fazer um show no Caju um dia.