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Call of Duty: Black Ops III

Virtualgame.jpg Call of Duty: Black Ops III é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, o Agente 47 tenta descobrir o sentido de sua vida.


Chamado do Dever: Três Operações Pretas
Call of Duty Black Ops III.png

Versão da capa honesta do jogo

Informações
Desenvolvedor Trincheira
Publicador Activision
Ano 2015
Gênero FPS genérico
Plataformas Tudo o que você imaginar
Avaliação 20%
Idade para jogar Livre para toda família

Call of Duty: Black Ops III é mais um fps genérico, o vigésimo sétimo jogo da franquia Call of Duty e oitavo só da série Black Ops, é mais um desses jogos caça-níqueis lançados anualmente pela incansável Activision. Este foi fracasso de vendas da franquia pois até o nerd imbecil mais retardado fã de Call of Duty concordou que já haviam extrapolados todos limites possíveis da razoabilidade acerca de saturar o mercado com repetitivos jogos de fps, todo mundo estava enjoado disso já.

Índice

DesenvolvimentoEditar

Após 55 jogos de Call of Duty lançados, envolvendo todas batalhas da Segunda Guerra Mundial (que conforme os renomados historiadores da Treyarch foram só duas batalhas, a Batalha de Stalingrado e os Desembarques na Normandia), depois de já se desgastarem com uma trilogia chatíssima sobre russos loucos invadindo todos países do mundo e já terem feito o favor de desgastar totalmente o gênero dos jogos de tiro em primeira pessoa, a galera da Treyarch estava na dúvida sobre como seria seu novíssimo jogo anual. Alguém então deu uma ideia "que tal um jogo totalmente focado numa longa campanha single player que se passe na Primeira Guerra Mundial que não fique focado apenas em ação desenfreada e genérica mas que dê ao jogador uma experiência comovente dos horrores que foi a primeira grande guerra!" e tal estagiário foi arremessado da janela da empresa, e os que permaneceram concordaram em criar mais um fps genérico com uma campanha de curtíssima duração e que se passa num futuro distópico.

EnredoEditar

A história do jogo se passa no ano de 2065, uma época em que o PlayStation VR dominou os seres humanos transformando-os em seres apáticos que vivem deprimidos após terem derretido toda a calota polar do planeta. Os ataques do narco-terrorista Wagner Moura no ano de 2025 vivenciadas no jogo Black Ops II numa tentativa desesperada de marketing promocional para a última temporada de Narcos, levaram os governos do mundo inteiro a adotar soldados robóticos. O jogador começa numa missão na Etiópia na qual tentava-se capturar Bengalelê Motumbo, que no ano de 2065 é encarado como lenda desde que implantes de enlargamento peniano tornaram-se realidade e não apenas spams com vírus em sites pornôs, então homens naturalmente bem dotados passaram a ser lendas. A missão dá errado e o protagonista é violentamente estuprado, deixado à beira da morte e tem seu corpo todo modificado para sobreviver.

Agora cheio de upgrades, visitamos Singapura, uma ilhota que alguns anos antes em 2060 foi dizimada por um acidente provocado por um grande vazamento de bucetona, um gás letal que matou toda a população de japoneses de pênis menor que 15cm, ou seja, 100% da ilha, um ambiente agora desolado.

Em seguida visitamos a guerra entre a Coalizão do Rio Nilo e seu inimigo Cairo, ambos lutam pelo Triângulo de Hala'ib, que até 2060 era considerado o pedaço de terra mais inútil do mundo, até descobrirem que lá estava o lendário fóssil de bucetossauro que responderia todas as dúvidas da humanidade, e para mediar esse conflito, a gente se mete no meio.

Aí você quase morre outra vez, se conecta na Matrix, aí uma inteligência artificial tenta dominar o mundo, enfim, uma confusão da porra. Por muitos anos a Activision foi criticada por fazer incontáveis FPS genéricos, eles realmente se esforçaram dessa vez em criar uma história mais original, mas a única coisa que fizeram foi uma cagada que mescla todos clichês de historinhas de ficção científica existentes. Logo esquecemos a história e apenas nos concentramos ema tirar em tudo o que se move.

JogabilidadeEditar

Dessa vez dá para jogar de quatro num modo cooperativo o que explica porque a campanha possui mapas mais abertos, embora lineares como tudo em Call of Duty. Na prática, os fãs desse jogo são nerds solitários, então zeraram sozinhos a campanha de 30 minutos. A grandiosíssima novidade desse título é que agora o jogador pode escolher entre ser um homem ou um travesti, pois na prática tanto um quanto o outro atiram do mesmo jeito, tem a mesma resistência, o mesmo porte físico, ou seja, homem, com a diferença que você agora pode assumir sua homossexualidade, agradando assim os ativistas LGBT.

MultiplayerEditar

Como sempre, o jogo trás o seu modo multiplayer online no qual você pode se foder bonito para os viciados de plantão. As novidades é que agora você pode voar com um jetpack, correr nas paredes, deslizar e dar saltos no ar e dar piruletas.

ZumbisEditar

Sério que ainda estão insistindo nessa porra de zumbis? Ninguém mais aguenta isso, até isso a franquia Call of Duty fez o favor de saturar e encher o saco. Mas o modo está lá, matar hordas infinitas de zumbis, que legal.

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