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Call of Duty: Ghosts

Virtualgame.jpg Call of Duty: Ghosts é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Ada Wong está deixando Leon falar sozinho.


Call of Duty: Goats and Dogs
Call of Duty Ghost Dogs.jpg

Capa da versão especial para Wii U

Informações
Desenvolvedor Infinity Ward
Publicador Activision
Ano 2013
Gênero FPS genérico
Plataformas Tudo o que você imaginar
Avaliação 20%
Idade para jogar Livre para toda família

Call of Duty: Ghosts é mais uma tentativa totalmente desesperada da Activision em publicar um jogo fps que fosse bom e original, e novamente uma tentativa fracassada. Nada que você já não tenha visto em jogos de fps não verá nesse jogo, exceto a tentativa porca e precipitada de ser original permitindo que o jogador controle pastores alemães, e estamos falando de cachorro mesmo, não de cristãos germânicos.

DesenvolvimentoEditar

Era chegado o ano de 2013 e a Infinity Ward já havia lançado 20 jogos da incansável franquia Call of Duty e não satisfeitos, a Activision ordenou que mais um Call of Duty foi criado, ignorando todas as súplicas da comunidade gamer para que eles parassem com tanta auto-humilhação, mas não escutaram, em nome do capitalismo, enquanto houvessem nerds derrotados no mundo dispostos a comprar um novo Call of Duty, a Activision continuaria essa sangria nos jogos de tiro em primeira pessoa. Como já haviam feito de tudo, os produtores do novo jogo ficaram horas trancafiados no Acre afim de pensarem numa nova ideia genial, então decidiram criar um jogo chamado Call of Duty: Goats no qual os jogadores agora controlariam cabras, só que em meio ao desenvolvimento do novo game descobriu-se que já existia um jogo chamado Goat Simulator então foi necessário trocar todas as cabras por cachorros.

EnredoEditar

O enredo do jogo é teoricamente bem original e segue uma linha de tempo completamente nova ignorando todos os jogos de Modern Warfare e Black Ops, ou seja, você que destrinchava a história de três linhas do tempo de Call of Duty agora tinha que começar do zero numa nova porra louca. O jogo narra a história de um mundo fictício no ano de 2023, muito fictício mesmo, no qual os Estados Unidos foram atacados com uma bomba chamada "the zoeira never ends" lançada por terroristas brasileiros claro, um bem arquitetado plano que começou inocentemente com a Gretchen estragando a carreira musical Katy Perry e terminou com os EUA sendo completamente transformado numa favela gigante.

Aproveitando-se da decadência norte-americana a OTAN com o codinome de Federation decide invadir os EUA e reconquistar tudo. Você então controla a última resistência do país, formada por um redneck, uma patricinha e um cachorro e integrar os Goats, uma força especial que atua secretamente e solitariamente. E a porra da história é isso, tudo uma justificativa barata para você controlar um cachorro de maneira inédita num jogo de fps.

Outra grande inovação é que em todos Call Of Dutys o vilão do jogo sempre morre no final (como Makarov, Raul Menendez, etc). Porém em Ghosts o final é diferente, inovador e surpreendente! (ou não). O vilão é um cara chamado Rocker e do nada o Elias solta o meliante, não se sabe porque. Então Rocker nos captura, dá tiro no Elias e o mata. Por ser imorrível, o Rocker quando você dá um tiro nele de Magnum (arma pesada pra caralho) embaixo da água e quando se vira para um outro mané vir te salvar esse Rocker está vivo ainda e te dá um chute na tua cara e vai te arrastando quando aparece a porra dos créditos, e ainda bem que não tiveram a ideia de fazer um segundo jogo dessa porcaria.

JogabilidadeEditar

A primeira vista é só mais um Call of Duty chato e enjoativo com as mesmas coisas de sempre, as mesmas armas, os mesmos inimigos imbecis, a mesma campanha que você zera em 30 minutos. O jogo porém trouxe uma novidade que poucos esperavam e que deixou a concorrência boquiaberta, se já não bastasse em Call of Duty: Black Ops III a inovação de poder usar um homem ou um travesti como personagem principal editável, agora você pode usar também um cachorro e agredir todos os defensores dos direitos dos animais ao tornar possível cenas de estrangulamento e morte de animais.

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