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Camila Pitanga

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Camila Pitanga (São Paulo, 14 de junho de 1977), é uma pseudoatriz brasileira. É uma patricinha que se acha gente fina e costuma fazer papel de gostosa, embora seja no máximo pegável. Todas as novelas que faz só falam de um casalzinho apaixonado que sofre poucas e boas para ficarem juntos, os vilões que fazem de tudo para atrapalhar e temas como sexo, drogas, emos e divórcio são abordados. Se bem que toda novela brasileira é assim, se formos parar pra pensar...

Índice

HistóriaEditar

 
Antônio Pitanga mostrando todo o seu talento.
 
Camila Pitanga em Inferno Tropical

Camila nasceu nos confins do subúrbio do Rio de Janeiro, filha de Camilla Parker-Bowles e Antônio Pitanga, que é considerado o ator de maior talento do cinema brasileiro[1].

Teve uma infância traumatizante, devido as noites de farra e bebedeira do pai. Porém, a adversidade apenas motivava a menina, que sonhava em crescer e se tornar uma pessoa de catiguria. Em 1984, fez sua primeira aparição em um filme brasileiro, o que pode ser subentendido, de acordo com as características daquela época, como pornográfico. Nos anos seguintes, trabalhou como modelo, e fez alguns comerciais de laxante e de produtos veterinários, até chegar ao auge: tornou-se uma angeliquete, ou seja, auxiliar da apresentadora Angélica em um programa infantil, mas que devia ter algum cunho sexual, a ver com o tal quete, mas isso jamais será descoberto, visto que referida atração pertencia a um canal que vivia dando traço no IBOPE.

Depois dessa má fase, ela recebeu a primeira chance em algo menos avacalhado: em uma novela. Durante os anos seguintes, ela enganou muito bem o público, e conseguiu se manter empregada. A descoberta de seu real valor veio com a novela Paraíso Tropical, onde ela viveu Bebel, uma trabalhadora comissionada do ramo de entretenimento para o público masculino. Nesse papel, ela poderia ter mostrado certos dotes que a diferenciavam das demais, ganhando o coração de muitos telespectadores e alguns milhares de reais com a capa da Playboy, mas, como boa ateia, não poderia se render a nenhum tipo de deus. E, como boa comunista, considerava o capital uma divindade maligna. Hoje em dia, boa parte de seu sustento provém ainda daquele papel, e ela segue fazendo novelas, mas sem o mesmo brilho daquele supracitado.

Praticante, assumida, de sexo anal, preocupada com a natureza e politicamente correta, e empenhada na defesa do humanismo e da vida, Camila faz papéis na defesa dos afrodescendentes e na prática do aborto (seus personagens sempre esmagam por volta de 10 fetos).

Novelas EmosEditar

  • 2016 Velho Quico - Maria Tereza de Sá Ribeiro Vidigal
  • 2015 Viadônia - Regina Rocha Loureiro
  • 2012 Lado a Lado com Você - Isabel
  • 2011 Insensato e tolo Coração - Carol
  • 2009 Cama da Gata - Rosi
  • 2007 Inferno Tropical - Bebel
  • 2005/2006 Feíssima - Mônica Santana
  • 2003 Mulheres Desapaixonadas - Luciana Ribeiro Alves
  • 2002 Pastores da Noite - Marialva
  • 2001 Porto dos Desastres - Esmeralda
  • 2000 Garotas do Programa
  • 2000 A Invenção do Brasil - Paraguaçu
  • 1998/1999 Pecado Capital - Ritinha
  • 1997 Malhação - Alex
  • 1995 A Próxima Vítima - Patrícia Noronha
  • 1993/1994 Fera Ferida - Teresinha Fronteira
  • 1993 Sex Appeal - Vilma

ColegasEditar

Pessoas que já comeram Camila PitangaEditar

ReferênciasEditar

Tá curioso para ver que merda é essa, não é? Vai, confessa que vocẽ gostou!