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Cantigas de Roda

Charlemagne-4.jpg Este artigo se trata de um álbum

E você baixa da internet porque não tem dinheiro.

Conheça o resto da playlist clicando aqui.

Cquote1.png Ô mãe! Vê se me manda um dinheiro... Cquote2.png
Rodolfo Abrantes Canisso, lançando a ideia do crowdfunding aos fãs.

A capa do álbum, mostrando o estado enferrujado da banda e dos fãs que financiaram essa coisa.

Cantigas de Roda é o sétimo álbum da banda de musique concrète e lounge music Raimundos... ok, o oitavo se você contar a coletânea Cesta Básica como um disco de verdade, ou o sexto sem contar a porcaria que foi o Kavookavala, e o primeiro a ser lançado totalmente em MP3 já que até eles sabem que ninguém mais compra CDs.

HistóriaEditar

O Cantigas de Roda começou a ser produzido mais de 10 anos depois do Kavookavala, numa tentativa desesperada de ressuscitar a banda (ou de arrancar mais dinheiro dela). Devido a ausência de músicas novas, os fãs começaram a botar mais fé (BA DUM TSS) nos testemunhos do Rodolfo Abrantes no YouTube do que ir aos shows do semi-Raimundos, levando a banda a um coma profundo.

Digão e seus amigos desesperados voltaram pro porão pra compor novas músicas, mas como faz pra gravar sem dinheiro? Foi assim que surgiu a ideia do crowdfunding, nome mais bonito para a famosa vaquinha, ou trocando em miúdos, "dá uma esmolinha aí pelo amor de Deus!". E assim o disco foi inteiramente financiado pelos fãs saudosistas que doaram 1.000.000 de dinheiros (ok, foi bem menos que isso), o suficiente pra financiar a gravação do disco, as viagens pra divulgação do trabalho e os pirulitos de cereja que o Digão tanto adora. Dessa maneira, só os fãs vão poder obter os MP3 (mentira, no 4shared já tem), o CD físico (que provavelmente vai parar no Mercado Livre uns anos depois) e o vinil (alguém ainda ouve essa porra?), uma decisão sábia já que impede o Rodolfo de botar as mãos no disco e morrer de rir das novas músicas dessa formação atual do Raimundos.

IntegrantesEditar

  • Digão - Vocal tenebroso, guitarra, triângulo;
  • Canisso - Baixo alto e médio, membranofone e vocais;
  • Marquim - Guitarras, vocais, motorista, pianista e administrador do site da banda;
  • Caio - Bateria, aerofone e gaita-de-fole.

MúsicasEditar

  1. Cachorrinha - Como o título já deixa claro, essa fala sobre a cachorra da sua mãe;
  2. BOP - Música no estilo do Lavô Tá Novo, fala sobre maconha (são eles que financiam essa merda!);
  3. Baculejo - Não se engane com o nome, é só um hit popzinho de rádio;
  4. Gato da Rosinha - Mais uma regravação de um clássico do Nordeste pra tentar fazer lembrar da melhor fase dos anos 90;
  5. Cera Quente - Outro hit radiofônico no estilo de A Mais Pedida. Uma homenagem mais que especial à musa da infância do Digão, Cláudia Ohana;
  6. Rafael - Hardcore nonsense pra invocar a época do Lapadas do Povo;
  7. Descendo na Banguela - Pornofonografia de todo disco;
  8. Dubmundos - Uma tentativa mais ou menos bem-sucedida de inovar criando dub music (ou só imitar o Reggae do Manero mesmo), conta com a participação de Beto Jamaica;
  9. Nó Suíno - Um hardcore pra mostrar as habilidades do baterista Caio e como ele seria supostamente melhor que o Fred;
  10. Importada do Interior - Mais uma de sacanagem gratuita;
  11. Gordelícia - Autobiografia do guitarrista e vocalista;
  12. Politics - Música de protesto, conta com a participação de um integrante da APAE nos vocais.