Abrir menu principal

Desciclopédia β

Capela (Sergipe)

Capela é um pequeno vilarejo do interior de Sergipe, conhecido pelos seus baixos índices econômicos, sociais e educacionais apresentados, sendo aquele tipo de cidade que é habitado apenas por gente feia e muitas vezes sem dente, mas que encontraram na alegria sem motivos uma razão de continuarem ali, porque qualquer pessoa que tenha o mínimo de normalidade vai embora dali e nunca mais volta. Apesar do nome da cidade soar acolhedor, não se engane, prefira a Capela da Alagoas.

HistóriaEditar

 
Aborígenes locais, imundos, carregam uma tora imensa. Uma alusão bem humorada ao pau que recebem no rabo o ano inteiro pelo governo estadual. Uma grande festa popular local.

Tudo começa quando por volta do século XVIII um boiadeiro qualquer queria chegar a Coité do Noia, povoado que nem existe oficialmente, mas ele estava determinado em encontrá-lo para provar sua existência, acreditando que lá havia vastas plantações de cana-de-açúcar. O problema é que Alagoas e Sergipe inteiros são uma plantação de cana, então o casal de aventureiros jamais encontrou a cidade, ficando num lugar aleatório. Por decidirem habitar um estado sem potencial econômico algum, por não ter mais onde gastar, o casal decidiu dar 100.000 réis (que na cotação dos eriado Chaves dá para comprar 2 sanduíches de presunto) para a construção de uma capela e a criação do povoado de Tabuleiro da Cruz.

Aquele pequeno povoado começou a aglomerar boias-frias e peões em geral, gente de baixo nível econômico e social, o que começou a impactar diretamente no estilo de vida e na cultura da cidade que passou a ser algo determinado como "foleiro" e "baixo padrão", mas bom ou ruim, surgia ali o vilarejo de Capela e em 1888 era agraciado em tornar-se um município apesar de ser só uma roça subdesenvolvida.

Por ser uma cidade sergipana de interior, nunca houve nada de notável nessa corrutela, porém o ano de 1929 ficou marcado pela passagem do temido cangaceiro Severino do Quixadá, momento este que foi posteriormente narrado no longa-metragem nacional de sucesso de 1983, O Cangaceiro Trapalhão, que conta o que Severino fez na cidade, apenas matutices, como assistir filme num cinema precário e achar uma bosta, fazer reféns, ir pro mato fazer sei lá o que.

Outro detalhe curioso é que em 1968 Capela foi a capital de Sergipe por 3 dias. Na época, a então recém fundada renomada Universidade de Brasília criou o primeiro curso de cartografia do Brasil, e os especialistas ficaram pasmos ao perceberem que Aracaju não existia, e de modo provisório a capital teve que ser transferida para Capela, todavia três dias depois novos estudos apontaram que o Sergipe como um todo não existia, e que portanto não fazia sentido algo que não existe ter uma capital, estando o estado de Sergipe na atual condição até hoje.

EconomiaEditar

Capela é uma cidade pobre como outra qualquer de Sergipe, daquelas bem inúteis e imprestáveis, tanto que sua participação no PIB do estado, que já é baixo, é de 0,5%. Todavia, nas proximidades do seu território foi descoberto a existência de carnalita, e o povo logo apoiou a sua exploração, achando que era algum tipo de carnaval novo, porque ali ninguém quer trabalhar, quando a tal carnalita é simplesmente uma pedra rara que serve pra virar fertilizante. As montanhas da região foram vendidas para a Vale SA e o povo nunca vai ver a cor do dinheiro dessa exploração dos recursos naturais.

TurismoEditar

Em 1939 foi criado o evento que se tornaria o marco e a maior (e única) atração da cidade de Capela-SE, a totalmente excelente Festa do Mastro. Tal festejo não tem explicação lógica ou aceitável, ele une lama e São Pedro sem fazer muito sentido, de modo que a festa consiste no povo sair nas ruas e apreciar a ausência de saneamento básico, asfaltamento e outros serviços essenciais, todos se sujando de lama coletivamente. Acredita-se que a ideia de criar uma festa tão idiota e fedorenta foi uma forma criativa e bem humorada que o povo encontrou de se imunizar contra doenças, pois como nunca existiu hospitais decentes na região, se o povo brincasse na lama e se esfregasse com todos os tipos de stafilococcus possíveis, o sistema imunológico da população seria estimulado e assim eles pegariam menos doenças. Outro fato que torna o festejo único é o fato de que o porte de bacamartes é totalmente liberado, afinal a cidade é um faroeste e a mão boba pode ser coibida com tiro na cara. E todo o cortejo da população imunda e feia carregando um maldito pau culmina na fantástica noite, quando a população se encontra na rua para duelos épicos e então todos fazem um favor à humanidade e tentar matar uns aos outros com tiros de rojão fumegante.