Carmo do Rio Verde

Carmo do Rio Verde é mais uma cidade pacata do interior de Goias com um mapa em formato de "V" (mania de goiano). Quente, tediosa, cheia de mosquitos, se você achou Ceres ruim nem queria saber como é Carmo do Rio Verde.

O nome da cidade é uma homenagem à Dona do Carmo, uma louvada e respeitada prostituta da década de 40 que ajudou muito com a formação da cidade. O complemento do nome da cidade deriva de seu simpático rio, que devido ao esgoto que é continuamente jogado em seu interior o faz apresentar uma coloração esverdeada.

HistóriaEditar

 
Uma das criaturas místicas encontradas em Carmo do Rio Verde.

Fundada em 1939 através da força-tarefa Colônia Agrícola Nacional de Goiás quando decidiram transformar Goiás numa vasta fazenda de milho, cana-de-açúcar e soja, colonos foram instalados em Carmo do Rio Verde no intuito de fundar Ceres ali. Todavia, constantes ataques de chupa-cabras, e a maldição da mula-sem-cabeça forçaram todo mundo inteligente a procurar um lugar melhor para fundar Ceres a 12 Km daquele lugar, os não inteligentes deram continuidade à Carmo do Rio Verde.

Atualmente, todo o tipo de lixo orgânico ou intelectual de Ceres (que já não é lá essas coisas) é jogado em Carmo do Rio Verde.

GeografiaEditar

ClimaEditar

Cidade vizinha da entrada do Inferno, o que explica em partes o terrível, insuportável e massivo calor que se abate em Carmo do Rio Verde. Qualquer um ao chegar em Carmo do Rio Verde rapidamente percebe o calor infernal e a paisagem repleta de pequenos demônios alados, conhecidos também como mosquitos gigantes ou muriçocas infernais.

PopulaçãoEditar

De acordo com dados do IBGE, devido à inexistência de camisinhas, Carmo do Rio Verde já conta com mais de 12.000 habitantes sendo que todos saem para algum lugar melhor e ninguém nunca chega, porque não existe lugar pior.

EconomiaEditar

Predomina na cidade o lucrativo comércio de álcool e açúcar, matéria-prima da cachaça o elixir da vida em Carmo do Rio Verde.

TurismoEditar

As incríveis opções da cidade oferecerem zero opções de lazer, hotéis, motéis e restaurantes, a não ser o lucrativo turismo sexual envolvendo os inúmeros travestis locais. Mas hoje há cerca de uma pousada, a "Pousada do Lago", que mal tem 10 quartos com ar condicionado. Os prefeitos de Carmo do Rio Verde bem que tentam de todas as formas impedir que o calor do cão se espalhasse por toda cidade construindo o mais diverso tipo de monumentos, mas infelizmente eles não resolveram muito. Essa mudanças incluem: O cristo em cima do morro para abençoar a cidade e tentar afastar o calor e um pacato lago poluído para os ricos se acharem com seus jet ski, e os pobres pensarem que estão numa praia ou na Pousada do Rio Quente.