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Chapadinha

Chapadinha é basicamente uma cidade desprezível do Maranhão, periferia de Codó que é periferia de Caxias que é periferia de Timon que é periferia de Teresina que é uma das piores capitais do Brasil, só aí já dá para notar como a cidade de Chapadinha boa coisa não deve ser.

Índice

HistóriaEditar

Inicialmente habitado por índios anapurus, mas estes foram totalmente dizimados por fazendeiros invasores, não restante sequer um para contar história. Os colonizadores então, sabendo o que poderia dar origem a uma grande cidade, construíram uma boca de fumo e um prostíbulo (cabaré, no idioma maranhês) o que rendeu a denominação de Chapada das Mulatas à recém-criada vila.

Posteriormente a região foi um dos focos da Balaiada, uma revolta que os marginais maranhenses realizaram por realmente acreditar que caso fossem independentes, eles iriam prosperar. O líder da revolução auto-proclamado imperador das liberdades bem-te-vis, decidiu reunir a nata da sociedade maranhense, indo portanto para o presídio de Pedrinhas, onde libertou todos encarcerados e criou seu exército de marginais esfarrapados, o que inicialmente dava o nome de Farroupilha à revolução, mas como já haviam usado esse nome para outra revolta, então adotaram o nome balaiada devido ao balaio que eram aquelas pessoas. Os balaios mais ou menos uma versão do MST, pessoas sem perspectiva de vida que invadiam fazendas por achar que isso era o certo e sonhavam em implementar o estilo de vida jamaicano onde todos só devem comer e fumar o que plantar. Inicialmente, o exército imperial fora massacrado por ser civilizado demais, mas quando o comando das forças armadas foi entregue para Duque de Caxias, ele junto a seus amigos Joselito e Megatron, mataram a todos e re-estabeleceram a ordem. Desde então o povo de Chapadinha aprendeu a nunca mais se revoltar, o que explica a passividade da população local em deixar seus políticos executarem a maracutaia que bem quiserem.

A cidade, no começo do século XX, viu um crescimento desordenado de sua população graças à coleta de babaçu e carnaúba, considerados afrodisíacos, tanto que em 1938 já era elevada à status de cidade, desmembrando-se de Vargem Grande e Brejo.

GeografiaEditar

 
Paisagem do vasto Açude de Itamacaoca, de onde vem toda a água da miserável população.

Não há no horizonte desta cidade o avistamento de nenhuma chapada sequer, apenas comprovando que o nome do município vem mesmo do hábito de se embebedar até ficar chapado.

Corta a cidade o Rio Munim que sós erve para frequentemente alagar a cidade na época das chuvas. Aliás, Chapadinha é o único município do mundo que ao mesmo tempo em que é assolado por enchentes, passa a sofrer com falta de fornecimento de água.

EconomiaEditar

Sustenta a economia local apenas a agricultura familiar de plantações de soja e extrativismo de babaçu. A soja é exportada aos montes para o sul do país para saciar os estranhos fetiches dos gaúchos. Já o babaçu é utilizado para absolutamente tudo em Chapadinha, desde servir de material de construção até de servir de alimentação.

Não há algo avançado como indústria nessa cidade, e quando questionado sobre a ausência de tal avanço, explica-se que é devido à preocupação pela preservação do meio-ambiente. Parece até um discurso bonito, até um pseudo-playboy da cidade aparecer com um iPhone comprado em Teresina.

Saneamento básicoEditar

Não há coleta de lixo na cidade, e tudo vai parar na água que é reaproveitada para ser bebida como água potável, que em Chapadinha, por lei municipal, pode conter chumbo, cobre, cádmio e zinco em quantias livres.

TransportesEditar

A cidade é cortada pela BR-222, mas rodovia federal não é sinônimo de nada no Brasil, apenas de que é possível fugir para o Ceará caso algum marginal queira.

O destaque vai para o grande aeroporto municipal, considerado um dos mais inúteis do mundo, a sua pista serve como ponto de encontro de rachas de automóveis e seu terminal é moradia para craqueiros sem-teto.