Abrir menu principal

Desciclopédia β

Virtualgame.jpg Child of Light é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, a Alis acaba com a raça de Dezorian.

Child of Light (vulgo Criança da Luz) é um joguinho pseudo-indie desenvolvido para crianças, poetas e admiradores da arte produzido pela Ubisoft para ser zerado em no mínimo duas horas de jogo, por isso não há CD desse "demo-jogo", e sim apenas a opção de baixar na Live ou no PSN por algum preço superestimado. Por algum motivo desconhecido, o jogo foi maciçamente elogiado pela crítica, constatando a tese de que os críticos são todos comprados, ou estão todos com estrabismo ou catarata, porque os gráficos deste jogo rodariam tranquilamente num PlayStation 2 de tão ultrapassados e a inteligência artificial dos inimigos é ridícula. Até os nerds vloggers que existem aos montes gostaram do jogo, só mais uma teoria de que existem muitos gays enrustidos entre eles nesse mundo, afinal, são todos comprados pela Ubisoft (já viu alguém falar mal de Assassin's Creed?).

Garota da Luz
Child of Light cover.png

Capa do jogo.

Informações
Desenvolvedor Ubisoft
Publicador Ubisoft
Ano 2014
Gênero 2014
Plataformas PC, PS2, PS3, PS4, XBOX, XBOX 360, XOBOX ONE, Wii, Wii U, enfim, qualquer merda tem capacidade de rodar esse joguinho.
Avaliação 95%
Idade para jogar Até 10 anos

JogabilidadeEditar

 
Enfrentar três pirocas gigantes, um verdadeiro desafio para uma garotinha inocente.

O jogo mescla elementos de jogo plataforma com mecânica de combate de RPG, lá você controla a princesa menina austríaca Aurora num mundo 2D onde, depois de pegar as estrelas, sai voando igual uma retardada balançando os cabelos ruivos aos ventos, também controlando Igniculus, um pedaço de vaga-lume que também voa e atravessa paredes para acionar mecanismos.

A dificuldade do jogo é mínima, afinal foi desenvolvido para crianças de 8 anos de idade e o intuito foi fazer um jogo com uma boa poesia. Os combates são realizados por turnos baseados numa barra; tu dás uma espadada em cada inimigo e pronto... em menos de 20 minutos já estarás enjoado do jogo.

EnredoEditar

O jogo é um conto de fadas narrado em rimas pobres (pelo menos na versão em português) e quase toda a trilha sonora é composta por violinos, que sabemos ser um dos dez instrumentos mais irritantes do universo civilizado, logo é melhor jogar esse jogo no mudo. A história de Child of Light é uma analogia ao amadurecimento de uma menina que se torna uma mulher, uma alusão à descoberta da vida sexual de uma menina. Todos os dramas sobre primeira menstruação, perda da virgindade, convites para orgias ou sexo sem camisinha estão lá presentes em alguma analogia.

Aurora é uma princesa austríaca em estado terminal que foi alvo de feitiçaria da madrasta macumbeira Umbra que a enviou para um mundo de fantasia sem sol, nem lua e nem estrelas, e seu objetivo é recuperar essas três coisas. Sim, a história é essa idiotice aí, ao longo da jornada você vai encontrando aliados, um mais idiota e inútil que outro.

PersonagensEditar

 
Aurora, só uma guria retardada.

Como o jogo tem no máximo 120 minutos de duração, é impossível desenvolver bem cada um dos vários personagens, na verdade ao zerar é quase impossível ter utilizado todos personagens, sem precisar usar nenhum item.

  • Aurora - Protagonista do jogo, é uma autêntica guria retardada que tem coleção de Monster High e posteres do One Direction em seu quarto e só sabe falar baboseiras sobre mundo de paz e alegria. Tanta retardadice atraiu a fúria de sua madrasta má e sua meia-irmã maligna, que acabaram tornando-se as vilãs do jogo. Nas batalhas usa uma espada que mal consegue carregar, que na medida que vai ficando adulta consegue suportar, uma clara alusão ao pênis masculino e a evolução que uma menina vai tratando o órgão genital masculino na medida que vai amadurecendo.
  • Igniculus - Uma lamparina azul flutuante que não tem sentido nenhum em aparecer na história, mas apareceu. Nas batalhas serve pra cegar inimigos, deixá-los lentos e ligar coisas no mapa.
  • Finn - Habitante de uma tribo bizarra de seres que tem barba e bigode já aos mais de 8000 10 anos de idade, alusão aos garotos que jovens já se acham adultos e podem comer menininhas sem preocupação, ele é covarde e virjão. Nas batalhas é o mago do time tacando raio, fogo ou água nos monstros.
  • Rubella - Um palhaço hermafrodita andrógino que contraiu rubéola (mais uma doença tipicamente infantil) e para disfarçar as perebas que tem pelo corpo se entupiu de maquiagens (igual uma guria retardada atual). Nas batalhas ela não serve pra nada, apenas pra curar, uma alusão ao prazer.
  • Robert - Um rato de esgoto nojento que transmite doenças, que na verdade é simpático e muito salafrário só pensando em dinheiro e na sua esposa. Nas batalhas usa arco e flecha para acertar múltiplos inimigos (se ele não morrer antes, muito pouco HP).
  • Tristis - Irmão de Rubella, é um palhaço maníaco depressivo. É encontrado na beira de um penhasco onde pretendia se suicidar. Passa o resto do jogo tentando cortar os pulsos, triste porque a modinha emo passou e não existem mais emos, mas ele queria muito ser emo.
  • Óengus - O Chuck Norris do time, lento pra caralho nos turnos de batalha por isso jamais é utilizado, ele pertence a uma tribo de macumbeiros escravizados pela bruxa má. Ele trai-na para salvar Aurora de uma prisão onde estava acorrentada e sendo chicoteada e também salvar o reino de Lemûria.
  • Genovefa - Uma salamandra que toca harpas e influencia no turno dos outros. Aparece tão no final do jogo que ninguém usa ela.