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Cientista social

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Cientista social
é sobre aquilo que pensa mas, não muito.


...ou alguém que é especialista nisso.
Clique aqui pra ver quem mais tenta explicar o inexplicável.


Cquote1.png Você quis dizer: vagabundo Cquote2.png
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Cquote1.png Você quis dizer: comunista Cquote2.png
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Cquote1.png Você quis dizer: chato e arrogante Cquote2.png
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Cquote1.png Você quis dizer: angustiado, embora saiba tudo sobre a organização social não pode mudá-la Cquote2.png
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Cientista social: Ninguém sabe quem é, nem o que faz. Ninguém nem conhece um, mas eles existem e estão por ai tentando dominar o mundo. A grande maioria vive em um mundo paralelo ao nosso, onde Karl Marx (aquele que parece seu vô) é o Jedi principal, Max Webber (não, não é o nome de um supermercado) é um ator coadjuvante e Durkheim é um cara que morreu há muito tempo.

Por onde circulam nas horas vagasEditar

 
Dá menos futuro do que estudar magia em Hogwarts.

Os cientistas sociais normalmente são encontrados em rodas de bar, tributos a Bob Marley, filas de agências de emprego ou no centro acadêmico matando aula de Antropologia para fumar unzim. São facilmente confundidos com mendingos na rua, com a diferença de que os mendingos cheiram melhor e fumam menos. Mulheres cientistas sociais se vestem como sua mãe quando tinha sua idade, já os homens nunca trocam de roupa.

Os cientistas sociais, em sua maioria, são psicólogos frustrados, tios aposentados ou Zé ruelas que se formaram achando que seriam assistentes sociais "pá cuida dos pobrema da comunidade". Quase sempre o cientista social vira um Sociólogo, Antropólogo ou cientista político, mas continua a passar fome depois de formado, e para não morrer desnutrido, ele acaba indo para a escola pública para dar aulas sobre "como a coca-cola é má" enquanto os alunos jogam Uno. Não se sabe como a profissão surgiu, e nem pra que serve, mas ninguém quer um filho cientista social, ou um sobrinho cientista social, pois costumam ser motivo de piada na família. Basicamente, o cientista social tem como principal função explicar para seus pais e amigos cientifico-socialmente o motivo dele ser desempregado e viver as custas de mesada.

ArmadilhaEditar

Nem se sabe porque esse curso Ciências Sociais foi criado, porque antes de haver alguém que valha alguma coisa como cientista social deve haver sociedade, ora, você sabe o que é isso? Talvez existiu há milhares ou milhões de anos atrás. Agora chegue aqui e me dê um beijinho na covinha: Sabe o que é sociedade? Sociedade como vivência, ninguém nunca viu nem comeu só ouviu falar.

Assim, sendo como formar pessoas para melhorar e estudar sobre algo que sequer deu certo em nossos tempos? Se não deu certo até hoje não existe. É pior do que criar um curso sobre gnomos porque ainda pode enganar que estudou arte da noia Educação Artística com especialidade em pirralhismo. Claro que isso de Ciências Sociais não dá futuro nenhum e deve ser abolido.

Ver tambémEditar

Como são os alunos de Ciências sociais


Antes de mais nada, as faculdades que ofertam o curso de Ciências Sociais são as maiores fábricas de chatos do universo. As ditas Ciências Sociais são consideradas como todo e qualquer discurso sobre a sociedade (existentes ou não) feita por um indivíduo diplomado nesta área.

Diferencia-se da psicologia por não ter tanta mulher gata, da economia por não fazerem contas, da filosofia por não pensarem no que dizem e por achar que são úteis para alguma coisa, e da religião por se considerarem deuses na terra, podendo assim falar o que quiserem, e serem venerados - dispensando um estudo sobre eles próprios.

Na maioria das vezes,ou são ezquizofrênicos incompreendidos pelas pessoas,ou são intelectuais que nas horas vagas leem uma poesia e ouvem;ou são hippies ou gays que buscam ter aceitação em tal meio de gente "mente aberta".

O curso em si é constituído em 99% por seres estranhos, meio hippies meio intelectuais que fizeram o vestibular para Ciências Sociais ou por falta de opção, ou porque é "mó loucura aí" ou para mudarem o mundo. O outro 1%, representado geralmente por uma pessoa ou uma e meia, o que dá no mesmo, conseguem ser mais chatos do que a parte meio hippie meio intelectual, já que estes, geralmente pretendentes a nerds (pois os nerds puros originais são das áreas que usam realmente o cortex exactista e não meramente a parte reptiliana do cerebro) que acham ciências exatas (ou qualquer coisa que se comunique por meio de números) difíceis demais para sua baixa/pseudo-inteligência abstrata/desconexa da realidade empirica/natural e seus impulsos de pseudo-intelectualidade típica, são, realmente, esboços de falsos intelectuais (o que virão a ser depois das dissertações e teses de mestrado, doutorado, pós-doutorado, pós-pós-pós doutorado, etc).

Estes ratos de biblioteca (normalmente encontra-se um em cada faculdade) são os únicos que realmente entendem e conseguem desvendar os emaranhados teóricos e filosóficos que constituem as Ciências Sociais (após 4 anos de estudos e reflexões intensivas no seu lar, ou seja, na biblioteca). Esse pequeno percentual dos estudantes é, não obstante o mais estranho (acredite, eles são mais estranhos do que os meio hippies meio pseudo-intelectuais esquerdóides). Embora (Alá seja louvado, pelo menos um!) eles não tenham tanto talento pra encher seu saco e falar merda como os outros 99%, as suas intelectualices e observações geniais irão te chatear muito mais do que você já pensou ser possível. Sim, mas do que aquela tua tia do interior que vem visitar a família uma vez por ano e que não pára de falar.

E o pior, por mais que você se esforce não dá pra entender nada. Por isso mesmo são eles seres incompreendidos, ficando numa estreira margem intermediária entre o total desconhecimento e desinteresse das pessoas normais e a mediocridade intelectual dos seu colegas (os 99% da faculdade, os meio hippies meio intelectuais que não entendem nada de Ciências Sociais mas continuam fazendo porque acham tudo "mó loucura aí").

Após o segundo período, quando os geniozinhos que configuram 1% de cada faculdade de Ciências Sociais desistem de tentar ajudar seus colegas quando percebe que eles preferem aprimorar o intelecto através das ervas, passam a se dedicar integralmente às investigações filosóficas que o deixam cada vez mais afastado da vida social, seja dos malucos da faculdade seja das pessoas normais de fora dela. Quando tentam, aproximadamente no 6º período uma reaproximação com o mundo (se ainda não tiverem ficado esquizofrênicos), percebem que já não há mais saída, coisa que notam, por exemplo, através das caras estranhas dos seus amigos ao ouví-lo comentar que até um bebê entende as quebras de paradigmas filosóficos cartesianos e kantianos, que qualquer anta é capaz de montar um esquema de retórica dialética entre todos os pensadores desde a antiguidade até Hegel ou quando fica assustado ao saber que nenhum de seus familiares sabia que L´être e le Rien é o título original de uma obra de Sartre e que em nenhum outro curso de faculdade alguém acha que é necessário ler centenas de páginas de teorias em língua estrangeira diariamente.

Não obstante tamanha genialidade incompreendida e que nem eles sabem direito pra que serve, tais geniozinhos descobrem que existem outros como eles quando todos se juntam numa turma de mestrado, geralmente de Sociologia, Ciência Política ou Antropologia, podendo se estender para Filosofia ou Economia. Vivem felizes em seus mundos intelectuais dizendo coisas que só eles entendem, mas que acham que pode ser compreendidas por qualquer pessoa letrada e até mesmo vir a ser útil, mas que dura aproximadamente dois anos até que eles, junto com o início do doutorado, têm a oportunidade de começar a dar aulas na faculdade (constituindo o mesmo 1% de cientistas sociais que ganham bem) e dão de cara com os mesmo tipos debilóides-maconheiros-meio hippies meio pseudo intelectuais que já estavam de saco cheio de aturar como 99% da sua ex-turma de faculdade, passando para um período de desespero que depois de transforma em conformismo.

Os outros 99%, que às vezes são os mesmo que os 1% tem como alunos quando terminam o mestrado, ou fazem outra faculdade sem nem mesmo terem terminado as Ciências Sociais (geralmente História, Direito, Comunicação ou Geografia) quando a expressão "mó loucura aí" deixa de significar entusiasmo para significar desespero por não entenderem nada, ou permanencem eternamento tentando entender alguma coisa e acabam se conformando com seu salário ridículo de professores de ensino médio, continuando dentro dos 99% dos cientistas sociais, ou demoram 20 anos para terminar a faculdade fumando maconha e jogando sueca 8hs por dia até que são jubilados na metade da última disciplina antes mesmo de receberem a monografia comprada e vão encher as filas de emprego do McDonalds.