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Desciclopédia β

Crepúsculo dos Ídolos

Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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Crepúsculo
Crepúsculo dos Ídolos.png
Capa do livro secreto da Saga Crepúsculo
Autor Freidrichsch Nietszcshc... digo, Friedrich Nietzsche.
País Bandeira da Alemanha Alemanha
Gênero Infantil
Editora Editora Crise Existencial
Lançamento 1889


Crepúsculo dos Ídolos, ou Como Filosofar com o Martelo (?) é o penúltimo livro do filósofo Nietzsche, antes dele se tornar homem póstumo e virar um zumbi do The Walking Dead. É um livro tão fluído quanto um caminhão tentando passar numa estrada de barro esburacada depois que chove.

ConteúdoEditar

Nesse livro, Frederico diz o quanto a moral é ruim e má e tenta introduzir uma tora de 18 cm no orifício da religião e moral cristã, a qual digamos que ele não é muito fã. O medo do inferno, purgatório e essas baboseiras todas é uma forma de adestrar as pessoas e fazer elas comprarem Pedigree. Nietzsche prova que não existe Matrix coisa nenhuma, somente o mundo das aparências que vivemos, e que todos que dizem o contrário são terraplanistas.

O livro tem partes hateando outros pensadores e filósofos, como Sócrates e Platão, conhecidos bebuns fedidos da filosofia, dizendo que eles eram sintomas de decadência. Eles se degeneraram tanto que viraram estátuas de mármore que podemos ver no Google Imagens. Só porque eles tinham a razão na época, centenas de quadrilhões de anos atrás, não quer dizer que eles realmente tinham razão (isso é inveja!), ao qual chamou isso de consensus sapientium; ele adora colocar frases desnecessárias em latim pra pagar de geek. Além disso, Sócrates era só mais um bêbado de bar que foi levado a sério, pois soube jogar um papo furado para os cidadãos atenienses e mudou os gostos deles para a dialética, que se afasta dos instintos de macho alfa e enfia a razão em tudo que existe, ou "o que precisa ser demonstrado para ser crido não vale grande coisa" (equivalente ao "você vê o ar?").

Ao afirmar que tentar destruir as paixões por causa das consequências e por sua brutalidade é tentar destruir a vida, Nietzsche aumentou a rinha de galo na Alemanha em 300% em 1889, causando uma crise nas fazendas de lá.

Nietzsche critica a bundamolisse dos povos modernos, que começaram a ficar Nutella quando deixaram de lado os instintos de tigre dente-de-sabre. Os homens do Renascimento, acostumados a comer espetinho de rato no café da manhã, morreriam de rir de você, um ser com medo de barata. Além disso, xinga a igualdade de direitos, afirmando que os abismos entre as pessoas tem ar são próprios de épocas fortes.

  Aceita que dói menos! Beijinhos no ombro  
Nietzsche

Oração de NiteEditar

Vazio Nosso que estais em tudo, inexistente  seja seu motivo, venha a nós o vosso Nada, seja feita a vossa vontade assim na terra como no Créu. O Platão nosso de cada dia não nos dai nunca mais, perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem tem ofendido Dionísio, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos da moral. Amém