Abrir menu principal

Desciclopédia β

Cruzeiro (São Paulo)

Galinhacaipira.jpg Enxada-1.png Esti artigu é caipira, sô!! Enxada-2.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

Gnome-searchtool blue.png Cruzeiro (São Paulo) é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Provavelmente, esta cidade não tem mais do que dez anos.

Sciences de la terre.svg.png


Cruzeiro (São Paulo)
Bandeira Cruzeiro Ana Karin.png
Bandeira
Hino: "Nasceste no Vale, ao pé da colina, bela e grandiosa, cidade meninaaaa..."
Gentílico: Políticos ladrões em forma de ratos de esgotos.
Localização Perto de Lavrinhas
Idioma Dialeto típico do Vale do Paraíba.
Clima Calor leve de 70º
Governo Só faz roubalheira.
Turismo Visitar o Fucinho do Cão.
Economia Supermercados, como o Máximo e o Villarreal.
População 20 mil motoristas de ônibus, 10 mil funcionários públicos, 30 mil funcionários da fabrica, 5 mil drogados e outros 16 mil feirantes.
Moeda Alguns acham que ainda é Cruzado Novo!
60px-Bouncywikilogo.gif
Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Cruzeiro (São Paulo).

Cquote1.png Você quis dizer: Distrito de Lavrinhas Cquote2.png
Google sobre Cruzeiro (São Paulo)
Cquote1.png Domínio não encontrado! Cquote2.png
HTTP 404 sobre Cruzeiro-SP

Brasão de Cruzeiro, feito na super revolucionária ferramenta de edição do Windows 95, Paint Brush. O sistema operacional chegou na cidade no segundo semestre de 2008.

Cquote1.png Infelizmente não temos imagens dessa região com esse nível de detalhamento. Cquote2.png
Google Earth sobre Cruzeiro-SP
Cquote1.png Eles pensam que são paulistas Cquote2.png
Paulistas e Paulistanos ironizando a não identidade do povo cruzeirense
Cquote1.png "Ês pens qui são minêro, sô!" Cquote2.png
Mineiro fazendo questão de excluir cruzeirenses.
Cquote1.png Esse nome só atrai desgraça Cquote2.png
Atleticano sobre Cruzeiro-SP
Cquote1.png Cruzeiro? É cidade? Pensei que fosse lenda urbana Cquote2.png
Governador Geraldo Alckmin sobre Cruzeiro
Cquote1.png A Ilha de Lost do Estado de São Paulo Cquote2.png
Rede Vanguarda ironizando a existência da cidade de Cruzeiro
Cquote1.png O purgatório das almas condenadas Cquote2.png
Algum pai de santo de Cachoeira Paulista descrevendo Cruzeiro
Cquote1.png É uma cidadezinha que fica perto de Aparecida, santuário nacional, sabe? Cquote2.png
Morador de Cruzeiro pobre de referências, ignorando o fato da cidade estar a 50Km de Aparecida
Cquote1.png Ah sim, sei, acho que já passei por lá. Cquote2.png
Você, fingindo conhecer a cidade para evitar o constrangimento do cruzeirense.



Cruzeiro é uma cidade no interior do estado de São Paulo. Muito ainda se duvida de sua real existência, já que os únicos residentes da cidade são os antigos internos do Sanatório Jesus, pessoas que, devido ao terrível acidente nuclear - segundo os próprios afirmam - acontecido nos arredores da "cidade", não devem ser encaradas com muita credibilidade. A atmosfera da cidade não poderia ser mais sombria, além dos poucos e provincianos habitantes, há outro fato interessantíssimo que colabora para a criação do ambiente lúgubre. Se você chegar de madrugada na cidade, ao passar pelos dois - sim DOIS - cemitérios logo na entrada, você mergulhará numa densa névoa avermelhada, não, não está em Silent Hill, é apenas o óxido de ferro liberado na atmosfera pelo sistema de exaustão da principal fábrica da cidade, uma fundição de aço.

Índice

HistóriaEditar

Originalmente localizada no litoral, migrou para o interior devido a vontade da população (masculina) por morar perto das minas, e como nao tinham nenhuma mina específica, migraram mesmo para perto das Minas Gerais.

Existem diversas teorias a respeito do nascimento de tão bem amada cidade. A mais significativa delas é a de que Cruzeiro é o limbo para onde as almas acidentadas do Vale do Paraíba vão pagar por seus pecados. Outra teoria bastante difundida é de que a cidade se encontra suspensa em outra dimensão - sim, como Hobbits e outras criaturas bobinhas e alienadas -, isso justificaria a mentalidade atrasada e ignóbil dos cidadãos, já que não podem ter contato com o mundo real.

Há também o mito, pouco difundido, dos bandeirantes que se perderam na rota São Paulo-Minas Gerais-Rio de Janeiro e decidiram então fundar um ponto médio entres essas cidades - nota-se aí clara referência ao caminho para o Inferno, de Dante Alighieri, o que, mais uma vez, legitima Cruzeiro como uma espécie de purgatório. Fundada a cidade, decidiram nomeá-la Cruzeiro, não por ser um nome atraente, mas por se localizar em um local repleto de velas e cruzes quebradas, um despacho propriamente dito, e ali permaneceram até o resto de seus dias.

Há também o mito que a cidade sobrevive de folclore, e a prefeitura é um País das Maravilhas. Acreditam em coelhinho da pascoa, papai noel, e a condutora da prefeitura gosta de mudar a máscara nestas ocasiões e sair nas ruas para saudar e acenar para o povo do Fantástico Mundo de Oz. E que também a prefeitura é o Quental da casa dela (in off, in off). Isso com a ajuda salutar do maestro Chapeleiro Maluco (que usava barba e dizem as más línguas, frequentava INTIMAMENTE - se é que me entendem - a casa de Alice).

PolíticaEditar

O fatos políticos sobre a cidade ainda divergem a população, gerando diversas teorias. Na era do Brasil Colônia, Cruzeiro foi um reduto importante para o movimento revolucionário francês, mais conhecido por Revolução Francesa. Napoleão fez diversas reuniões secretas nas catacumbas de Cruzeiro para mobilizar seus Militantes.

Nesta mesma época, cruzeiro foi a cidade responsável pela ideia Iluminati de Liberdade proclamada por Tiradentes. Alguns anos depois, baseando no Livro de Maquiavel, Tiradentes fracassou e foi morto.

Na era do Brasil Império, Cruzeiro era o mais importante e famoso Puteiro do Império. Dom Pedro I era um dos frequentadores mais assíduos. Até que em um determinado momento decidiu se tornar o cafetão deste ilustre bordel. Para a tristeza da nação, sua cafetinagem durou pouco.

No início de 1900, Cruzeiro tentou se fundir ao estado de Minas Gerais. Mas percebendo que ia fracassar nesta empreitada, tornou-se a cidade palco da revolução de 1932 e protagonizando a batalha mais sangrenta da história. Esta batalha ficou mundialmente conhecida, principalmente pela música "The Trooper" da Banda Iron Mainden.

Por volta do ano 1997, surgiram algum movimentos rebeldes e separatistas na cidade. Que culminaram, na primeira década de 2000, com um governo "mãos de ferro" presidido por um prefeito Sith, Padawan de Darth Vader, conhecido por Lord Lages. Durante um período de 8 anos ele lutou arduamente com a Escória Marciana e a Ordem da Xuxa, mas no final foi derrotado pela Anakina Xuxa H2O2 Skywalker.

Desta derrota brotou o império Xuxalês e a resistência Marciana. Muitos dizem que os dois são lados da mesma moeda. Para outros, são lados distintos com o mesmo interesse.

A resistência Marciana fundou uma rádio de comunicação inter-espacial, mas logo os partidário intergaláticos dessintonizaram do sinal sob a reclamação de que ficar ouvindo "vai popozuda, vem popozuda" era degradante.

A verdade é que Ajax, o Caçador de Marte (também chamado de "o cavaleiro paladino da verdade"), tem lutado arduamente na tentativa de defender os interesses de só Deus sabe de quem.

Por fim, existe a esperança nos corações dos habitantes desta cidade de que o ano de 2017 traga prosperidade, pois o atual símbolo de esperança é um latifundiário da terra dos mortos. Ainda assim, acredita-se que o senhorio da "cidade do pé junto" venha a ser o novo chanceler soberano de Cruzeiro City (forma pela qual os Burgueses Cruzeirenses gostam de serem chamados).

EconomiaEditar

Os Cruzeirenses têm muito orgulho em dizer que a cidade foi fundada com base no ferro. Cruzeiro ainda hoje sobrevive de levar ferro - e aço. A principal renda provém de uma fundição de aço - muito semelhante àquelas minas arcaicas dos anões -, a mão de obra da fábrica é obtida através da captura dos silvícolas e aborígenes da região da Serra da Mantiqueira.

Há também toda uma significativa movimentação de capital ilícito, provindo do árduo trabalho das "meninas" da Rua 2 que tem como seu cliente Ronaldo Fenomeno e, principalmente, dos mercadores de substâncias alucinógenas que se concentram num bairro amaldiçoado de origem indígena, cujo o nome em Tupi-Guaraná, significa "pedra de fumar".

Todo o comércio da cidade é concentrado em apenas uma rua, e segundo pesquisas, o lucro é duas vezes inferior ao obtido pelas igrejas evangélicas que tomam de assalto a cidade. Há de se destacar que o antigo Cine Palácio, considerado o maior e mais luxuoso cinema do fundo do Vale, foi impiedosamente usurpado pela gangue do Edir.

O mercado de tumbas e mausoléus também agita bastante a pacata Terra de Mordor, destacando-se a coveiraria "The Clara's House". Há, também, grande comercialização de narcóticos lícitos, sendo muito comum encontrar quarteirões inteiramente compostos de farmácias. Aliás, este se tornou um grande nicho de mercado, atraindo grandes Elfos empresários deste ramo.

CulináriaEditar

A culinária cruzeirense é baseada no consumo do cheese burger, receita esta inventada pelo jovem chapeiro Alemão "Rei do Hambúrguer" em 1968, quando tinha apenas 65 kg. Naquele ano, as tropas dos bandeirantes que vinham do Sul de Minas Gerais por causa da busca do famoso "ouro de aluvião", alcançariam o 1001 em que a D. Princesa Isabel estava viajando em poucos minutos. A receita do lanche, inventada por Alemão, na época foi feita no postvs Graal Estrela da vizinha Queluz. Para isso, Alemão precisou ser rápido no gatilho e inventar um lanche rápido, saboroso e que desse sustância. A receita original levava pão de hambúrguer, queijo cheddar, ketchup, alface, catupiry, hambúrguer e fatias de bacon. O mesmo lanche foi um sucesso, sendo assim, a receita foi trazida por ele até Cruzeiro, onde o mesmo montou sua primeira loja de lanches e refrigerantes naquele mesmo ano na Rua Francisco Novaes.

A receita permaneceu inconteste até 2008, quando a nouvelle cuisine cruzeirense fez com que os sabores dos sandubas fossem alterados. Há quem substitua o queijo cheddar por queijo mussarela, catupiry por maionese genérica e alface por repolho roxo, fazendo assim uma festa de sabores que agradam tanto aos cruzeirenses como aos visitantes do Sul de Minas. Tarcísio Meira quando veio a Cruzeiro divulgar sua novela Escalada em 1974, experimentou o lanche, achou muito delicioso e pagou pau para o mesmo.

BairrosEditar

  • Centro: localidade sombria em que existem casarões do século XVIII e XIX, seus moradores são idosos que moram nesses casarões e não possuem dinheiro para reformá-los, apenas para o remédio. Também abriga estabelecimentos comerciais e lojas que costumeiramente vão à falência.
  • Zonas Norte (Vila Brasil), Leste (Vila Batista), Sul (Embaú-Mirim) e Oeste (Itagaçaba): são os subúrbios da cidade (e bota longe nisso). São os bairros mais pobres de Cruzeiro, onde acontecem diariamente rotas de fuga de bandidos e grandes (grandes?) assaltos a bares, mercadinhos, mercearias e padarias. São o berço dos presídios.
  • Vila Rica, I e II Retiro da Mantiqueira: Ocupado pelos:

I-Milionários: donos de empresa de metalurgia, executivos da Amsted/Iochpe Maxion, traficantes, vereadores e prefeitos que ganharam;

II-Ricos: especuladores;

III-Que-se-acham-ricos: subtenentes/oficiais da reserva do Tiro de Guerra, Imbel de Piquete e Polícia Militar

Quase 100% de sua população financia imóveis na Caixa Econômica Federal e no HSBC, além de financiarem seus carros (Hyundai ix35 e Mercedes-Benz Classe A) pela BV Financeira, e estão sempre endividados até a tampa.

  • Vila Ana Rosa e Vila Romana: gastam grande parte do seu tempo e dinheiro em viagens de ônibus. São os financiadores da empresa São José.
  • Jardim América e Santo Cruzeiro: é a famosa Faixa de Gaza cruzeirense. Evite passear por lá a noite, pois corre o risco de sair sem dinheiro, sem tênis, sem roupa, sem carro ou até mesmo sem a vida
  • Lagoa Dourada: Ocupado pelos: Candangos , Pobres , Pessoas de baixa renda. é o lugar mais fim de mundo de Cruzeiro, até e normal estar andando na sua rua e do nada parar em um sítio , todo mundo se conhece nesse bairro, tem acesso a rede de esgoto mas os candangos preferem jogar lixo no mato para que sua casa tenha uma infestação de ratos e baratas. o lugar favorito onde os candangos nadam é o um poção lugar onde pode encontrar varias coisas como pessoas fumando crack , vacas entaladas , patos e entre outros além do mal cheiro da região pelo despejo de esgoto nessa localidade



Pontos TurísticosEditar

Vale ressaltar que a grande maioria dos pontos turísticos de Cruzeiro tem nomes que aludem a temas satânicos e sombrios. Muitos dos visitantes desaparecem.

  • Prédio do antigo frigorífico Bianco (Falido) - Lugar mais frequentado pelos góticos - também falidos - de Cruzeiro. Há muito tempo foi considerado um dos maiores matadouros da região, ofereciam variados tipos de carne a preços acessíveis. A especialidade da casa era carne de bode, recém-nascidos humanos e cachorro.


 
Trenzinho amiguinho: Principal atração do Bosque de Cruzeiro.

*Bosque Municipal (Falido) - O Bosque Municipal já foi, e ainda é, considerado um dos melhores lugares para se divertir com a família, principalmente aquelas famílias de muitos filhos. Reza a lenda que as famílias garantem uma renda melhor com visitas ao bosque, já que 1 entre 3 crianças desaparecem misteriosamente com a visita.

  • Fucinho do Cão - É o Everest dos cruzeirenses. Não há um habitante sequer, seja dos feudos ou das comunidades silvícolas, que não tenha, em algum momento de suas vidas, desejado escalar o Fucinho do Cão - mais claras referências ao ser que habita as trevas do planeta. No entanto, também não há sequer uma pessoa que tenha voltado de lá viva.
  • Museu Major Novaes - É um museu que não funcina. Na realidade, é apenas uma casa velha caindo aos pedaços, casa esta que os habitantes denominaram museu por terem ouvido a gíria "que museu!" na Capital e acharam isso divertido. Não é aberto para visitação, caso abram, é prudente que não se frequente, a poeira de 200 anos transmite doenças como Aids e cancêr no cérebro.
  • Reino Encantado - Este é, sem dúvidas, o lugar de mais fácil acesso na cidade. Primeiro deve seguir o caminho de pedrinhas brancas e chegar ao bairro de nome indígena - Itagaçaba -, após chegar lá, precisa conversar com o mercador de alucinógenos - ao melhor estilo Ragnarok de ser - e comprar alguns saquinhos de pó mágico. Inalando ou fumando o pó mágico, se encontra o Reino Encantado.
  • Teatro Municipal - O teatro esconde mistérios insondáveis - além do fato de ser uma casa de espetáculos sem espetáculos. Nos camarins, na plateia, nos corredores e camarotes, desfilam visagens e são ouvidos sons arrepiantes dos fantasmas entediados com a letargia do povo cruzeirense.
  • Estação Ferroviária - Mais conhecida como "O Cemitério dos Vagões", na estação de Cruzeiro não há nada além de locomotivas sucateadas e usuários de substâncias alucinógenas que fazem as mais incríveis viagens sem sair do lugar - às vezes saem, acordam num confortável banco de delegacia.
  • Cemiterios Municipais – No auge dos anos oitenta os Ghost Busters visitavam muito a cidade, principalmente quando o receptáculo quebrava. Não por acaso criaram uma área de preservação alternativa (taxativamente rotulada de desova) para as essências ectoplasmaticas que caçavam. Construíram outra mais tarde em Lavrinhas, já que os fantasmas se negavam a sair da armadilha quando aberta. O mesmo aconteceu em Lavrinhas, levando ao fim o simpático seriado. Mas um grande futuro brilhou para aqueles ghosts que se atreveram no outro lado da vila: uma vida para lá de agitada com trabalho (comercio ou metalúrgica, é pegar ou largar), entretenimento ( vai passar lagoa Azul no cinema neste fim de semana) ecologia (vende-se esterco. Cuidado: há plantas venenosas e elas podem causas problemas graves a saúde como queimação estomacal, diarréia permanente, ginofobia aguda e outros). Mais tarde, sofrendo com a falta de população, chamaram Gasparzinho, que com a máquina lazarus, deu corpo a parte da população. A outra metade foi trazida de volta pelo menino Bastian que veio direto da historia sem fim, só para isso. A população, em gratidão, deu-lhe um emprego como gari, no qual trabalha até hoje. Para não morrer de fome, faz o mesmo que a maioria; come grama que cresce nas calçadas e cemitérios, que praticamente movem a vida política e o comercio da cidade.