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Cuauhtémoc Blanco

Cuauhtémoc "Malta Cevada" Blanco é um futebolista, músico e fabricante de cervejas mexicano. É o maior ídolo do América, o melhor amigo de Alberto Cortéz (com o qual fez uma parceria para compor a canção "Minha Árvore e Eu"), e o maior rival do empresário Cristóvão Colombo, o dono daquela fábrica de goiabadas.

HistóriaEditar

 
Cuauhtémoc "Malta Cevada" Blanco assassinando um espanhol durante os acontecimentos da Noite Triste, minutos antes de ter seus pés queimados.

Em 1520, Cuauhtémoc Blanco (que ainda não recebera o apelido de "Malta Cevada") consolidou-se como o homem mais poderoso e rico do México, pois como era um ponta-direita diferenciado, que conseguia carregar o América nas costas com seus dribles desconcertantes, os nativos astecas, petecas, karatecas, discotecas e hipotecas estavam sempre pegando-te bruto para entrar no Estádio Azteca e vê-lo jogando ao vivo, em partidas nas quais ele humilhava os índios do Monterrey e do Cruz Azul.

Em uma noite que parecia ser como qualquer outra, Cuauhtémoc Blanco convidou seus companheiros de equipe e seu melhor amigo, Alberto Cortéz, para ir comemorar os recém conquistados títulos da Liga MX e do Mundial de Clubes em uma boate de Tenochtitlán. Porém, o que parecia ser apenas uma noite de comemoração, tornou-se um ponto de virada na carreira de Cuauhtémoc Blanco - Ao exagerar na cerveja, ele foi tirar sarro dos turistas espanhóis, que estavam no México para assistir a partida entre América e Real Madrid pela final do Mundial e viram seu time perder com um gol de mão de Cuauhtémoc Blanco aos 45 do segundo tempo. Foi assim que Cuauhtémoc desencadeou os acontecimentos d'A Noite Triste, na qual acabou tendo seus pés queimados e não pode mais jogar futebol.

Agora aposentado de sua carreira como jogador, Cuauhtémoc Blanco decidiu investir o montante que recebera em seus anos de atividade como jogador para ingressar na área empresarial, passando a fabricar cervejas para os astecas tomarem enquanto assistiam as partidas de futebol, sua principal atividade. Aproveitando-se dessa brecha de mercado, Cuauhtémoc Blanco expandiu consideravelmente a sua fortuna, e foi aí que recebeu o apelido de "Malta Cevada". Ele até poderia ser um dos homens mais ricos do mundo, se não fosse pela aparição do conquistador da velha carcomida genoveveco Cristóvão Colombo, que aportara no Novo Mundo há poucos meses e já estava absorvendo uma boa porção do dinheiro dos nativos vendendo colas para a fabricação de pipas e, principalmente, comercializando petiscos produzidos em sua recém-inaugurada fábrica de goiabadas.

LegadoEditar

 
Cervejaria Cuauhtémoc "Malta Cevada" Blanco, a preferida dos astecas e melecas.

Cuauhtémoc "Malta Cevada" Blanco é considerado uma das principais peças da Seleção Mexicana de todos os tempos, pesquisas feitas entre os astecas, hipotecas e karatecas mostram que ele é o camisa 10 clássico preferido da galera, pois além de armar jogadas, ainda fabrica cervejas e distribui nos estádios.

Em uma parceira improvável, Cuauhtémoc "Malta Cevada" Blanco uniu-se ao seu melhor amigo, o músico Alberto Cortéz, para compor a canção "Minha Árvore e Eu", na qual ele relata através de seu ponto de vista os acontecimentos acontecidos n'A Noite Triste.

Cuauhtémoc "Malta Cevada" Blanco ainda fabrica cervejas, mas também atua como político, sendo prefeito da pequena cidade mexicana de Cuernavaca, a qual serve como abrigo para os descendentes dos astecas e karatecas que sobreviveram aos acontecimentos da Noite Triste.