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Díli

Díli é a capital do Timor-Leste, apesar disso não ser consenso.

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HistóriaEditar

 
O Palácio Presidencial de Díli.

Cidade fundada em 1769 por uns portugueses que estavam ali fazendo não sei o quê. Construíram uma fortaleza para se protegeram das inúmeras tribos canibais locais.

Os portugueses viveram ali um bom tempo plantando cana-de-açúcar, até que por volta do século XIX decidem abandonam aquele cu de mundo à própria sorte, apesar de ainda deixarem nos livros de geografia que Timor-Leste é um de seus território ultramar.

Díli foi completamente esquecida, e só foi redescoberto pelos japoneses em 1943 no final da Segunda Guerra Mundial. Aqueles doidos kamikazes explodiram Díli usando técnicas do Goku quando colocaram em curso o seu plano de dominação do Oceano Pacífico. Depois que Hiroshima e Nagasaki foram ownadas, Díli foi abandonada mais uma vez, agora pelos japoneses.

Em 1975 é a vez da Indonésia invadir Díli, o povo timorense só fica ali pescando, quem não sente vontade de invadir? Durante o domínio indonésio em Díli em 1991 ficou marcado o Massacre do Cemitério de Santa Cruz, quando guerrilheiros indonésios foram massacrados por zumbis timorenses, e a cidade declarou a independência. No dia seguinte o governo indonésio respondeu enviando mais de mil homens-bomba para Díli que restabeleceram o controle da cidade.

Em 1998, com a queda do Imperador da Indonésia Shurato, e a posse do popular B. J. Habib's, abre-se uma votação na ONU, e a independência do Timor-Leste vence com 75% dos votos. No ano seguinte 1999 as milícias indonésias só de sacanagem saqueiam a cidade inteira antes de ir embora.

Atualmente Díli ultrapassou Luanda no rank de piores cidades dos países da CPLP.

PolíticaEditar

Difícil encontrar no mundo um país tão mal administrado como o que se vê em Díli. Governo conhecido como Trono de Coco, o Timor-Leste é a única república parlamentarista do mundo calcada nos princípios do anarquismo.

CulturaEditar

O povo de Díli possui uma pseudo-cultura e pseudo-identidade nacional. Sabe-se lá o que é aquilo, parece uma mistura bizarra de indonésio, com portugueses e náufragos.

PopulaçãoEditar

População difícil de se estimar, quase metade já imigrou ilegalmente para ir trabalhar de limpador de privadas na Austrália.

TurismoEditar

Não existe turismo em Díli, porém analistas timorenses acreditam que Díli tem potencial turístico, mas isso é besteira. Com todos os golpes militares, o povo armado com facões e as milícias anarquistas, seria bem mais vantajoso visitar as bombas em Bali ou as minas no Camboja.