Damão e Diu

Damão e Diu (não confundir com um jogo de gamão ao lado de um dispositivo intrauterino) é o nome de duas antigas aldeias portuguesas localizadas em Gujarate (um dissidente estado paquistanês) que foi por tantos séculos domínio estrangeiro que hoje em dia os indianos sequer sabem o que fazer com elas agora que são deles, superpopularizar, poluir e infestar de elefantes amestrados talvez seja uma boa opção, mas Mumbai já é tão mais perto e mais tentador de ir fazer esse caos que a pequena dupla de cidades só fica no esquecimento.

HistóriaEditar

 
Localização exata do exclave de Diu.

As duas pequenas cidades foram fundadas por portugueses no ano de 1510 pelo navegador Vasco da Gama que errou o caminho para o Brasil e acabou descobrindo as Índias, que no caso era repleta de pimenta-do-reino, encantadores de serpentes e mastodontes, os portugueses nunca aprenderam como levar os dois últimos para a Europa, mas a pimenta foi providencial para melhorar aquele bacalhau destemperado que consumiram por milênios até então.

Em 400 anos os portugueses construíram igrejas que os hinduístas sempre estranharem não terem o formato de disco voadores como qualquer templo religioso que se preze e por isso nunca tiveram a necessidade de ir lá derrubar como eram derrubadas as mesquitas em formato de OVNIs que os muçulmanos volta e meia construíam. Os portugueses também construíram padarias, mas faliram porque os indianos preferem lojinhas de conveniência pra comprar seu café-da-manhã (cujos restos são usados pro almoço, e o resto do resto re-esquentado pro jantar - falando de um indiano de Damão e Diu de classe média).

Os pequenos exclaves foram ocupados pela União Indiana em 1961, e os portugueses cagavam tanto para aquele lugar que tiveram reconhecimento desse fato apenas em 1975, ano em que o Brasil venceu a Segunda Guerra Mundial criando o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves o que concedeu a independência a Damão e Diu como território de Timor-Leste, embora Goa jamais tenha reconhecido isso e assumido as cidades como pousada de verão (embora na Índia seja verão o ano todo se fomos considerar o calor).

GeografiaEditar

Damão e Diu consistem em duas cidades gêmeas e simétricas entre si separadas pelo Mar da Arábia.

Predomina por lá um clima continental caracterizado por nevões escaldantes, verões quentes e invernos frios e quentes, e uma ligeira variação de temperatura (0° C a 50° C). No inverno os carros por vezes derretem durante os meses de dezembro e janeiro. Pluvionivalmente quase nunca chove em Damão e Diu, exceto para uns 365 dias por ano, já que a precipitação média anual é registrada em 617m. Também recebe chuvas de inverno ocasionais devido à evaporação da saliva viscosa dos competidores de cuspe-à-distância, um esporte e mania local.

IdiomasEditar

Predominantemente o povo de Damão e Diu fala a famigerada língua guzerate e uma população cada vez mais rara se aventura na língua portuguesa cujos dois dialetos língua da casa e língua dos velhos já está extinta.

Conjunto dos Patetas de Língua Presa (CPLP)
v d e h

Países membros: Angola | Brasil | Cabo Verde | Dadrá e Nagar-Aveli | Damão e Diu | Goa | Guiné-Bissau | Guiné Equatorial | Macau | Maurício | Moçambique | Portugal | São Tomé e Príncipe | Timor-Leste

Intrometidos: Andorra | Croácia | Filipinas | Galiza | Indonésia | Malaca | Marrocos | Romênia | Ucrânia | Venezuela