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Dazaranha

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Passarinho.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Bob Mauley.jpg   Fala, diabo! É o seguinte: Dazaranha rap é mais uma coisa que os mano da quebrada curte, tá ligado?
Então, não zoa este artigo não, porque vai dar em treta, diabo do diabo do diabo
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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Dazaranha.

Cquote1.png Você quis dizer: Planet Hemp Light Cquote2.png
Google sobre Dazaranha

A banda Dazaranha consiste em um agrupamento de rapazes preguiçosos, vulgo manézinhos, que sem talento para ganhar a vida como surfistas em Florianópolis, mas com grande vocação para preguiça, vagabundagem e consumo de drogas alucinógenas, resolveram montar uma banda para ganhar dinheiro sem muito esforço nas noites da Ilha da Magia (claro que este adjetivo advém após muito consumo de cannabis e cogumelos alucinógenos.

HistóriaEditar

 
Integrantes da banda

Na Micro Bahia City, ou seja Florianópolis um grupo de rapazes, ou manézinhos, como são chamados os nativos desta cidade, resolveram transformar o rico e super-elaborado dialeto dos surfistas em músicas, justamente para agradar este público lesado pelo consumo abusivo de maconha.

O nome da banda teve como inspiração a aspiração maior da banda, que era pegar mulher com a fama que o repertório poderia proporcionar, caso tivessem sucesso. Mas para ficar mais cool, e depois de muita nóia, ficou decidido que a banda seria "Das Aranhas", mas como ninguém era suficientemente letrado para escrever de forma decente o nome da banda, ficou registrado como "Dazaranha", graças a ajuda de um sorveteiro que teve a bondade de escrever em um papel esta informação aos nóias que tavam perdidaço na praia. Existem relatos de que até este papelzinho foi consumido na elaboração de mais um beck.

Com o passar dos anos, a banda foi amadurecendo seu repertório musical ao exporem em suas canções a experiência de vida dos integrantes que se ocupam de comer, beber (e muito), dormir, cantar e consumir drogas, dando origem a diversos hits da banda, como "salão de festa à vapor", "vagabundo confesso", "um fuminho não faz mal à ninguém", além de regravações de outros artistas que inspiram a banda, como "vou apertar, mas não vou acender agora" de Bezerra da Silva, "legalize já" do Planet Hemp, entre outros artistas envolvidos com qualquer tipo de entorpecente ou morto de overdose, como Cazuza, Cássia Eller, Janis Joplin, Kurt Cobain, Amy Winehouse e Jimi Hendrix.

O diferencial da banda, além de conciliar um reggae escroto com rock, é o arranjo feito por um maldito violino desafinado, que assemelha-se ao som produzido através do atrito de um serrote enferrujado arranhando uma panela de alumínio, que apenas uma pessoa muito chapada para suportar este som...

SucessosEditar

 
Capa do primeiro disco da banda
  • Ó u rapa rapaiz!
  • Salão de festa a vapor
  • Tic tac no teco do Maneco
  • Vagabundo Confesso
  • Um fuminho não faz mal a ninguém

Veja TambémEditar